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Distribuição funcional da renda pré e pós crise internacional no Brasil

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Comunicados do Ipea 47 : Distribuição funcional da renda pré e pós crise internacional no Brasil

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Resumo

A crise internacional trouxe fortes impactos nas economias desde o último trimestre de 2008. Frente a isso, houve a convergência espontânea na adoção do receituário de políticas anticíclicas por grande parte dos governos, embora sem efeitos equivalentes em todo o mundo. Entre os países desenvolvidos, por exemplo, as políticas anticíclicas orientaram-se mais para a solvência de grande parte dos grupos econômicos (banco e empresas), enquanto nas demais nações houve maior convergência das medidas para a defesa da produção e do emprego, por meio de diversos programas de investimentos produtivos (infraestrutura, energia, entre outros) e de apoio ao emprego e à renda da população. Com a recente recuperação da economia mundial, puxada, sobretudo pelos países não desenvolvidos, como China, Brasil e Índia, cabe analisar a situação da distribuição dos rendimentos, especialmente em relação à participação do rendimento do trabalho na renda nacional. Em função disso, o presente comunicado destaca o comportamento da distribuição da renda no Brasil antes e depois da crise internacional. O conjunto de informações sistematizadas deriva do IBGE (Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística), especialmente as pesquisas relativas às Contas Nacionais anuais e trimestrais e à Pesquisa Mensal de Emprego (PME). Para a medida de desigualdade pessoal da renda foi adotado o índice de Gini, que varia de zero a um (sendo maior a desigualdade quanto mais próximo de um), e para a desigualdade na distribuição funcional da renda privilegia-se a participação do rendimento do trabalho (ocupados e transferência de renda) no Produto Interno Bruto a preço de mercado.

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JEL

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http://repositorio.ipea.gov.br/handle/11058/5261

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