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Pesquisa e Planejamento Econômico (PPE): v. 09, n. 03, dez. 1979

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Resumo

Pesquisa e Planejamento Econômico (PPE) é uma publicação quadrimestral com análises teóricas e empíricas sobre uma ampla gama de temas relacionados à economia brasileira. Estabelecida em 1971 sob o título Pesquisa e Planejamento, PPE é publicada em abril, agosto e dezembro.

Resumo traduzido

Pesquisa e Planejamento Econômico (PPE) publishes theoretical and empirical research on a broad range of topics related to the Brazilian economy. Established in 1971, under the name Pesquisa e Planejamento, PPE is currently published three times a year, in April, August and December.

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O Efeito do crescimento demográfico sobre medidas de distribuição da renda
Crescimento econômico, salários urbanos e rurais : o caso do Brasil
Salário mínimo e taxa de salários no Brasil
Educação e desigualdade da renda urbana no Brasil : 1960/80
Estimação da desigualdade dentro de estratos no cálculo do índice de Gini e da redundância
Políticas de incentivo no Brasil
Minidesvalorizações e indexação salarial : alguns aspectos da experiência brasileira na década de 70
Uma Contribuição para a reforma do ICM : o caso dos ajustamentos de impostos na fronteira
Padrões de instabilidade entre culturas da agricultura brasileira
O Capital humano numa função de produção da agricultura de São Paulo
Taxas cambiais fixas e flexíveis e a oferta de alimentos : um comentário
Taxas cambiais fixas e flexíveis e a oferta de alimentos : réplica
Smith, Ricardo e Marx : considerações sobre a história do pensamento econômico
Emprego e salários na indústria de construção
Export promotion : the case of Brazil
http://repositorio.ipea.gov.br/handle/11058/3676

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Publicação
O Efeito do crescimento demográfico sobre medidas de distribuição da renda
(Instituto de Pesquisa Econômica Aplicada (Ipea), 1979-12) Morley, Samuel A.
Neste trabalho serão examinadas as relações entre crescimento demográfico e duas das estatísticas de distribuição mais utilizadas - a participação relativa dos ricos e dos pobres na renda total e a taxa de crescimento da renda real dos pobres e dos ricos. Será apresentado um modelo simples da distribuição da renda, que é utilizado para demonstrar o comportamento das participações relativas na renda e da renda real ao longo do tempo quando a força de trabalho está crescendo. Veremos como ambas as medidas são afetadas pelo montante de crescimento da força de trabalho e pelo nível em que os novos membros se localizam na pirâmide da renda. Será aplicado o modelo teórico ao Brasil e mostraremos que há grandes diferenças entre as taxas de crescimento da renda dos pobres ou ricos e dos pobres ou ricos no período-base. Além do mais, o comportamento das participações relativas na renda na parte inferior da distribuição, que provocou tantos comentários desfavoráveis sobre crescimento não-equitativo, resulta principalmente do crescimento demográfico e de variações no perfil de renda durante o ciclo de vida, e não de taxas relativamente baixas de crescimento da renda dos pobres, como tem sido geralmente apresentada.
Publicação
Crescimento econômico, salários urbanos e rurais : o caso do Brasil
(Instituto de Pesquisa Econômica Aplicada (Ipea), 1979-12) Bacha, Edmar Lisboa
Neste trabalho veremos que o salário da mão-de-obra não qualificada é o mais importante indicador do padrão de vida da população brasileira. Não obstante, a literatura sobre distribuição da renda no País não apresenta análises do comportamento a longo prazo dos salários rurais e urbanos. Este trabalho é uma primeira tentativa de preencher essa lacuna no conhecimento empírico. Aqui sugere-se que o comportamento dos salários só pode ser compreendido num tipo de análise que leve em consideração a estrutura agrária, a evolução das relações de troca entre a agricultura e a indústria, a política trabalhista do Governo e a força dos sindicatos.
Publicação
Salário mínimo e taxa de salários no Brasil
(Instituto de Pesquisa Econômica Aplicada (Ipea), 1979-12) Souza, Paulo Renato; Baltar, Paulo Eduardo
A análise do que seja a taxa de salários de uma economia é fundamental para entender-se não apenas aspectos dos movimentos do processo de acumulação de capital, como também as variações que se produzem ao longo deste processo nos parâmetros da distribuição da renda. Neste trabalho tratamos de sistematizar parte dos argumentos que vêm sendo esgrimidos numa ou noutra direção, procurando mostrar como, apesar dos pesares, a taxa de salários da economia urbana capitalista no Brasil foi determinada basicamente no passado recente, pela política de reajustes no salário mínimo. Este fato, como é fácil perceber, tem implicações que superam de longe o mero problema de saber qual série estatística deveria ser adotada na análise dos salários na economia brasileira.
Publicação
Educação e desigualdade da renda urbana no Brasil : 1960/80
(Instituto de Pesquisa Econômica Aplicada (Ipea), 1979-12) Velloso, Jacques R.
Este trabalho analisa as relações entre educação e distribuição pessoal da renda do trabalho no Brasil urbano. Baseando-se em dados do Censo de 1970, o trabalho se inicia com o esquema conceitual que considera a educação e a experiência no trabalho como investimentos. Foram empregados dados de corte transversal para estudar os efeitos da educação, experiência e emprego sobre a desigualdade da renda. Analisam-se, ainda, as mudanças ao longo do tempo. Utilizando-se as estimativas baseadas nos dados do corte transversal, bem como dados de outras fontes, para fazer simulações da distribuição da renda em 1960 e para efetuar projeções sobre sua desigualdade em 1980.
Publicação
Estimação da desigualdade dentro de estratos no cálculo do índice de Gini e da redundância
(Instituto de Pesquisa Econômica Aplicada (Ipea), 1979-12) Hoffmann, Rodolfo
Quando se calcula medidas do grau de concentração ou desigualdade para uma distribuição da renda ou da riqueza e dispomos apenas dos dados referentes ao número de elementos em cada extrato e a correspondente renda ou riqueza, surge o problema de estimar a desigualdade dentro dos extratos. O cálculo de medidas de concentração desprezando a desigualdade dentro dos extratos pode levar a uma séria subestimação do grau de desigualdade real. Será apresentado aqui um método geral de estimar a desigualdade dentro dos extratos quando se calcula o índice de Gini ou a redundância. Para os extratos com limites finitos, pressupomos que a distribuição dentro do extrato tem função de densidade linear e dentro do extrato de rendas mais altas, quando ele é aberto à direita, pressupomos que a distribuição é a de Pareto com dois parâmetros. Também é analisado um outro método, baseado na obtenção de um limite inferior (admitindo perfeita igualdade dentro dos extratos) e de um limite superior (supondo um máximo de desigualdade dentro dos extratos) para o valor do índice de Gini ou da redundância.

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