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Boletim de Economia e Política Internacional (BEPI) : n. 31, set./dez. 2021

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Resumo

O Boletim de Economia e Política Internacional (BEPI) é uma publicação da Diretoria de Estudos e Relações Econômicas e Políticas Internacionais (Dinte) do Ipea e visa promover o debate sobre temas importantes para a inserção do Brasil no cenário internacional, com ênfase em estudos aplicados no campo da Economia Internacional e das Relações Internacionais, tendo como público-alvo acadêmicos, técnicos, autoridades de governo e estudiosos das relações internacionais em geral.

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A Nova rota da seda e a projeção econômica internacional da China : redes de financiamento e fluxos de Investimento Externo Direto (IED)
Normalização técnica : o modelo Chinês
Contribuições brasileiras a organizações internacionais : uma proposta preliminar para rotina geral
Governos devem incentivar a internacionalização de empresas? Uma análise do caso da Alemanha
Análise do comércio internacional da América Latina : aspectos econômicos, energéticos e ambientais
O Debate sobre liberalização das importações de forma unilateral ou por meio de acordos comerciais : uma análise exploratória
Instrumentos de avaliação de investimento externo e o debate legislativo no Brasil

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Publicação
A Nova rota da seda e a projeção econômica internacional da China : redes de financiamento e fluxos de Investimento Externo Direto (IED)
(Instituto de Pesquisa Econômica Aplicada (Ipea), 2021-12) Mendonça, Marco Aurélio Alves de; Lopes Filho, Carlos Renato da Fonseca Ungaretti; Oliveira, Juliana Kelly Barbosa da Silva
O estudo analisa a Nova Rota da Seda, ou Belt Road Initiative (BRI), inserindo a iniciativa em um quadro mais amplo de internacionalização do desenvolvimento chinês. Nesse sentido, são mapeadas as redes de financiamento e os fluxos globais de investimento externo direto (IED) da China. Argumenta-se que a iniciativa ainda está construindo as condições necessárias para potencializar os fluxos de IED para os países integrados à iniciativa. Os bancos políticos (policy banks) e comerciais da China, assim como instituições multilaterais de crédito, desempenham papel relevante na construção de um ecossistema que fomente relações econômicas mais robustas entre a China e os países da BRI.
Publicação
Normalização técnica : o modelo Chinês
(Instituto de Pesquisa Econômica Aplicada (Ipea), 2021-12) Tironi, Luís Fernando
A República Popular da China tem seguidamente surpreendido pela capacidade de alcançar objetivos no campo econômico, científico e tecnológico. Em boa medida, sem o suporte de estruturas institucionais e regulatórias que, na visão estabelecida nos países industrializados, seriam pilares de um sistema econômico eficiente. Sem distinção, um sistema econômico eficiente depende de um sistema de normas e normalização técnica adequadamente estruturado e eficaz. Este artigo é uma introdução ao papel da norma e regulação técnica para o comércio internacional. Examina as peculiaridades da presença chinesa nos acordos comerciais e a recente reforma do ambiente técnico regulatório chinês. Também oferece algumas reflexões sobre possíveis impactos que o modo como o país asiático se conduz nesses temas pode ter no ambiente de governança econômica e comercial global, tendo a seguinte pergunta em perspectiva: haverá um modo chinês de sistema de normas e padronização técnica?
Publicação
Contribuições brasileiras a organizações internacionais : uma proposta preliminar para rotina geral
(Instituto de Pesquisa Econômica Aplicada (Ipea), 2021-12) Schmitz, Guilherme de Oliveira; Klemig, Mariana Costa Guimarães
Até julho de 2021, o governo brasileiro possuía uma dívida de R$ 10,1 bilhões com organismos internacionais. Os aportes exercem a função de subsidiar os gastos administrativos de manutenção e operação das organizações. A maior parcela das colaborações faz parte de compromisso firmado pelo país em subvencionar despesas regulares de organizações do Sistema das Nações Unidas, e trata-se de contribuições obrigatórias inerentes à filiação a cada organismo. Foi promulgado, em 10 de fevereiro de 2016, o Decreto no 8.666, criando a Comissão Interministerial de Participação em Organismos Internacionais (Cipoi), com as atribuições de realizar acompanhamento e avaliar o impacto orçamentário e financeiro do Brasil em organismos, entidades e fundos internacionais. Este artigo trata de um trabalho comparativo entre três estudos de caso – Estados Unidos, Japão e Reino Unido – com intenção de contribuir para a construção de uma metodologia que leve em consideração os aspectos nacionais.
Publicação
Governos devem incentivar a internacionalização de empresas? Uma análise do caso da Alemanha
(Instituto de Pesquisa Econômica Aplicada (Ipea), 2021-12) Silva, Marconi Aurélio e
Com a globalização, empresas nacionais ampliam seus negócios internacionais por meio de investimento complexo e de alto risco. Uma questão central é qual o papel do Estado e que tipos de apoio os governos devem dar ao processo de internacionalização das firmas. O estudo objetiva: i) compreender e explicar quais são as motivações e os determinantes da internacionalização de empresas; ii) identificar políticas e instituições que contribuem usualmente nesse processo; e iii) observar como o Estado internacionalizado evoluiu com a globalização. Analisa-se o caso da Alemanha, país cuja inserção internacional está focada na regionalização, na cooperação internacional como instrumento facilitador dos investimentos de suas empresas no exterior e na competição por ativos estratégicos para potencializar o desenvolvimento de setores de maior complexidade tecnológica.
Publicação
Análise do comércio internacional da América Latina : aspectos econômicos, energéticos e ambientais
(Instituto de Pesquisa Econômica Aplicada (Ipea), 2021-12) Pereira Junior, Amaro Olímpio; Maia, Rodrigo Gomes Távora
O objetivo deste estudo é analisar o comércio internacional dos países da América Latina sob os aspectos econômicos, energéticos, hídricos e de emissões de GEE. Para tanto, são calculados os referidos aspectos ambientais embutidos nas exportações e importações de bens e serviços a partir de matrizes insumo-produto ecológico-econômicas globais. São analisados também os benefícios das exportações com base na teoria kaldoriana. Os resultados mostram que a América Latina tem um saldo positivo na balança comercial, mas isso representa um aumento das emissões de GEE, de estresse hídrico e do consumo de energia. Esses indicadores podem ser usados como referência para identificar os melhores parceiros comerciais e as atividades econômicas mais sustentáveis na região.

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