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Boletim de Economia e Política Internacional (BEPI) : n. 33, maio/ago. 2022

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Resumo

O Boletim de Economia e Política Internacional (BEPI) é uma publicação da Diretoria de Estudos e Relações Econômicas e Políticas Internacionais (Dinte) do Ipea e visa promover o debate sobre temas importantes para a inserção do Brasil no cenário internacional, com ênfase em estudos aplicados no campo da Economia Internacional e das Relações Internacionais, tendo como público-alvo acadêmicos, técnicos, autoridades de governo e estudiosos das relações internacionais em geral.

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Participar em cadeia global de valor deve ser objetivo de política?
Participação dos insumos importados na produção das empresas industriais brasileiras
Facilitação de comércio e tecnologias digitais : análise para os países do BRICS
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Medindo o gasto externo brasileiro para a implementação da agenda 2030 : o novo COBRADI 2021-2024
Por que o monitoramento e a avaliação da política externa não se consolidaram como uma agenda de pesquisa produtiva do campo da análise de política externa? Uma explicação geral de cunho teórico-metodológico
Instrumentos de avaliação dos investimentos externos : experiências e tendências de estruturas organizacionais em quinze sistemas

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Publicação
Participar em cadeia global de valor deve ser objetivo de política?
(Instituto de Pesquisa Econômica Aplicada (Ipea), 2022-08) Baumann, Renato
O início do século XXI trouxe como novidade a consolidação de formato novo de produção, com a separação de etapas produtivas em países distintos. Participar de cadeias globais de valor (CGVs) passou a ser objetivo de política. No caso da economia brasileira, os efeitos dessa participação são bem menos intensos que em outras economias, porque seu grau de envolvimento com a produção em cadeias é mais limitado que em boa parte dos seus concorrentes. Em lugar de ser vista como um objetivo final da política econômica do país, a participação em cadeias de valor deve ser considerada basicamente como mais um dos indicadores do grau de eficiência dos setores produtivos e da provisão de condições internas favoráveis para o desempenho desses setores.
Publicação
Participação dos insumos importados na produção das empresas industriais brasileiras
(Instituto de Pesquisa Econômica Aplicada (Ipea), 2022-08) Guimarães, Eduardo Augusto
Este estudo aborda a participação dos insumos importados na produção das empresas industriais brasileiras no período 2008-2018, tendo como referência informações da Pesquisa Industrial Anual (PIA) do IBGE não divulgadas. Os resultados são detalhados por setores – divisões e grupos da Classificação Nacional de Atividades Econômicas (CNAE) 2.0 – e contemplam a diferenciação intrassetorial do desempenho das empresas nas divisões e nos grupos industriais. A evolução do coeficiente de insumos importados da indústria de transformação não evidencia uma tendência definida, apresentando dois ciclos de queda e recuperação. Os coeficientes relativos aos diversos setores industriais são diferenciados segundo segmentação que reflete a natureza da produção dos setores, contrapondo os fabricantes de produtos químicos e de bens de capital e de consumo durável (com coeficientes mais elevados e crescentes no período) aos fabricantes de bens intermediários não químicos e de bens de consumo semiduráveis e não duráveis (com coeficientes bem inferiores e estáveis). Do ponto de vista da participação dos insumos importados na produção industrial do país, o acompanhamento do grau de inserção da indústria brasileira nas cadeias globais de valor deve ter como foco a evolução dos setores fabricantes de produtos químicos e de bens de capital e de consumo durável.
Publicação
Facilitação de comércio e tecnologias digitais : análise para os países do BRICS
(Instituto de Pesquisa Econômica Aplicada (Ipea), 2022-08) Martins, Michelle Márcia Viana; Bispo, Scarlett Queen Almeida
O Acordo de Facilitação de Comércio da Organização Mundial do Comércio (OMC), ratificado em 2017, apresenta como proposta a modernização dos procedimentos alfandegários e melhorias na infraestrutura logística dos países, a fim de tornar os fluxos comerciais mais céleres e previsíveis. Esse tema tem fundamental importância no contexto das cadeias globais de suprimentos, que se viram fragilizadas pelas políticas de distanciamento social durante a pandemia da covid-19. Este texto debate a evolução dos indicadores de facilitação de comércio entre os países do BRICS, indicando em quais áreas ainda são necessárias reformas para consolidar o fluxo comercial, com vistas a promover maior rapidez nos processos de fronteira e menores custos comerciais nas importações e exportações. A partir dessa perspectiva, alguns países sugerem avançar os processos alfandegários na direção de tecnologias digitais, como blockchain, que garantem transparência e segurança nas trocas de informações entre os agentes que atuam no comércio internacional.
Publicação
Iniciativa Cinturão e Rota e a cooperação internacional para o desenvolvimento da China na América Latina : entre adesões e hesitações
(Instituto de Pesquisa Econômica Aplicada (Ipea), 2020-12) Pautasso, Diego; Nogara, Tiago Soares; Ungaretti, Carlos Renato; Doria, Gaio
Este artigo visa discutir o papel da extensão da Nova Rota da Seda – ou Iniciativa do Cinturão e Rota (Belt and Road Initiative – BRI) – para a América Latina em um quadro de transição sistêmica. Argumentamos que, diante das dificuldades de articulação de soluções locais para os dilemas regionais, a oportunidade de adensamento das relações e da cooperação com a China tende a suprir lacunas necessárias para fazer avançar projetos de desenvolvimento dos países da região. Após a introdução, na segunda seção, trataremos do processo de ascensão internacional da China, reconhecendo a Nova Rota da Seda como vetor fundamental de sua projeção global. Na terceira seção, abordaremos o panorama de crescente sinergia entre os países da América Latina e a China, bem como as possibilidades esboçadas pela possível implementação da Nova Rota da Seda na região. Por fim, na quarta seção, discutiremos os dilemas latino-americanos nesse complexo quadro de transição sistêmica, abordando as conexões entre o recrudescimento da rivalidade sino-estadunidense e as questões pertinentes aos mecanismos de cooperação bilateral e multilateral hemisféricos.
Publicação
Medindo o gasto externo brasileiro para a implementação da agenda 2030 : o novo COBRADI 2021-2024
(Instituto de Pesquisa Econômica Aplicada (Ipea), 2022-08) Schleicher, Rafael; Barros, Paula
A pesquisa sobre a Cooperação Brasileira para o Desenvolvimento Internacional (COBRADI) é conduzida regularmente pelo Instituto de Pesquisa Econômica Aplicada (Ipea) desde 2010. Os sete relatórios produzidos até então pelo instituto focaram nas características e estimativas de gastos do Brasil para a Cooperação Internacional para o Desenvolvimento (CID). Com a adoção da Agenda 2030, o Ipea procurou aperfeiçoar a pesquisa COBRADI para permitir a inserção do país nos debates sobre as metodologias já utilizadas internacionalmente para a CID. Este artigo tem como objetivo estruturar o debate sobre a história e as mudanças na pesquisa COBRADI, tendo como foco os aperfeiçoamentos recentes das estimativas da contribuição brasileira para o progresso dos Objetivos de Desenvolvimento Sustentável (ODS), bem como para a quantificação da Cooperação Sul-Sul para o Desenvolvimento (CSSD). Para isso, o artigo discute em detalhes a nova proposta para a pesquisa COBRADI para o período 2021-2024. Ele também resgata a participação brasileira na Força-Tarefa da Quantificação Total do Apoio Oficial ao Desenvolvimento Sustentável (Total Official Support for Sustainable Development – TOSSD) e no Grupo Interagências e de Especialistas para os ODS (Inter-agency and Expert Group on Sustainable Development Goals Indicators – IAEG-SDGs), das Nações Unidas.

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