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Carta de Conjuntura : n. 65, out./dez. 2024

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A Carta de Conjuntura, com periodicidade trimestral, traz uma análise dos principais temas econômicos, sempre acompanhada de projeções dos mais importantes indicadores macroeconômicos.

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CARTA DE CONJUNTURA. Rio de Janeiro: Ipea, n.65, out./dez. 2024. ISSN: 19828772. Disponível em: https://repositorio.ipea.gov.br/handle/11058/16442
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Índice de custo da tecnologia da informação (ICTI) : agosto de 2024
(Instituto de Pesquisa Econômica Aplicada (Ipea), 2024-12) Lameiras, Maria Andreia Parente
O Índice de Custo da Tecnologia da Informação (ICTI), calculado pelo Instituto de Pesquisa Econômica Aplicada (Ipea), apresentou taxa de variação de 0,53% em agosto de 2024, situando-se 0,09 ponto percentual (p.p.) abaixo da taxa registrada no mês anterior. Na comparação com o mesmo mês de 2023, a variação foi 0,6 p.p. maior.
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Panorama fiscal : evolução recente e perspectivas
(Instituto de Pesquisa Econômica Aplicada (Ipea), 2024-12) Cavalcanti, Marco Antônio Freitas de Hollanda; Ferreira, Sergio Fonseca; Martins, Felipe dos Santos; Nobrega, Wellington Charles L.
No acumulado de 2024 até agosto, o resultado primário do governo central apresentou números um pouco melhores do que o observado no ano passado, com déficit de R$ 99,4 bilhões, contra um déficit de R$ 109,3 bilhões registrado no mesmo período de 2023 – ambos a preços de agosto/2024. A receita primária no acumulado do ano foi de R$ 1.741,6 bilhões a preços de agosto, registrando crescimento real de 8,7% em relação a 2023, com destaque para o crescimento da arrecadação do imposto sobre importação – II (25,5%), do imposto sobre produtos industrializados - IPI (36,9%), da Contribuição para o Financiamento da Seguridade Social - Cofins (21,4%) e do PIS/Pasep (22,4%).
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Estimativa preliminar do resultado primário do governo central em setembro de 2024
(Instituto de Pesquisa Econômica Aplicada (Ipea), 2024-12) Ferreira, Sergio
De acordo com dados da execução orçamentária, registrados no Sistema Integrado de Administração Financeira (Siafi) do governo federal, obtidos por meio do Tesou ro Gerencial, os quais fornecem boa aproximação com os dados oficiais relativos ao resultado primário que será divulgado posteriormente pela Secretaria do Tesouro Nacional (STN), setembro de 2024 apresentou um déficit primário de R$ 5,4 bilhões nas contas do governo central. Conforme mostra a tabela 1, a receita líquida do governo central atingiu R$ 161,9 bilhões nesse mês, um decrescimento de 8,9% em termos reais, comparativamente ao apurado em setembro de 2023, ao passo que a despesa totalizou R$ 167,3 bilhões, um acréscimo de 1,0% na mesma base de comparação. No acumulado no ano, o resultado primário apresenta um déficit de R$ 105,2 bilhões, a preços constantes de setembro, ante o déficit de R$ 97,7 bilhões no mesmo período de 2023.
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Indicadores mensais do mercado de trabalho - agosto de 2024
(Instituto de Pesquisa Econômica Aplicada (Ipea), 2024-12) Lameiras, Maria Andreia Parente; Hecksher, Marcos Dantas
As estimativas próprias mensais apresentadas nesta Nota1 – feitas com base nos dados por trimestre móvel da Pesquisa Nacional por Amostra de Domicílios Contínua (PNAD Contínua) – sinalizam um aquecimento ainda maior do mercado de trabalho brasileiro, tendo em vista que as sucessivas expansões da população ocupada e dos rendimentos reais vêm proporcionando a manutenção da desocupação em níveis historicamente baixos, além do crescimento da massa salarial.
Item type:Publication,
Inflação por faixa de renda – setembro de 2024
(Instituto de Pesquisa Econômica Aplicada (Ipea), 2024-12) Lameiras, Maria Andreia Parente
Os dados do Indicador Ipea de Inflação por Faixa de Renda revelam que, em setembro, embora na comparação com o mês imediatamente anterior tenha ocorrido uma aceleração da inflação para todas as classes pesquisadas, esta foi mais significativa para as faixas de rendas mais baixas (tabela 1). No caso das famílias de renda muito baixa, a taxa de inflação avançou de -0,19% em agosto para 0,58% em setembro, refletindo, sobretudo, as altas dos alimentos no domicílio e das tarifas de energia elétrica. Já para as famílias de renda alta, mesmo diante de uma pressão advinda dos reajustes das passagens aéreas, a aceleração da inflação entre agosto e setembro foi um pouco menos intensa, passando de 0,13% para 0,33%, tendo em vista que a contribuição dos aumentos dos alimentos e da energia foi proporcionalmente menor que a observada nas primeiras faixas de renda. Com a incorporação do resultado de setembro, no acumulado do ano, a faixa de renda baixa é a que registra a maior alta inflacionária (3,43%), enquanto o segmento de renda alta aponta a taxa menos elevada (2,92%). Já no acumulado em doze meses, as famílias de renda média-baixa apresentam a menor taxa de inflação (4,28%), ao passo que a faixa de renda alta aponta a taxa mais elevada (4,72%).
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