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Diretoria de Estudos e Políticas Setoriais, de Inovação, Regulação e Infraestrutura - DISET

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Organizational Unit Manager

Pedro Carvalho de Miranda

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A Diretoria de Estudos e Políticas Setoriais, de Inovação, Regulação e Infraestrutura (Diset) realiza estudos e avaliações de políticas públicas voltadas para o conhecimento das restrições e oportunidades econômicas ao desenvolvimento brasileiro sob a ótica da produção. Suas atividades englobam a sistematização das informações pertinentes, a avaliação de questões relacionadas ao desenvolvimento produtivo, e o suporte técnico à formulação de políticas e programas de governo, no âmbito das temáticas do comércio exterior e da inserção da economia brasileira nos fluxos globais de investimentos, dos processos de inovação tecnológica e de reestruturação produtiva, e da defesa da concorrência e regulação dos setores de infraestrutura e, ainda, a participação em estudos sobre políticas fundiárias, de reforma agrária, e de estímulos à agricultura familiar.

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Public policies, Foreign trade, Agrarian reform, Family farming

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Investimentos na infraestrutura de transportes : avaliação do período 2002-2013 e perspectivas para 2014-2016
(Ipea, 2014-12) Campos Neto, Carlos Alvares da Silva; Diretoria de Estudos e Políticas Setoriais, de Inovação, Regulação e Infraestrutura - DISET; Carlos Alvares da Silva Campos Neto
A infraestrutura de transportes se caracteriza como importante condutora do crescimento e do desenvolvimento econômico e social. No caso brasileiro, os setores rodoviário, ferroviário, portuário e aéreo ainda têm contribuído para reduzir a competitividade de produtos e serviços. Este texto tem como objetivo apresentar, analisar e avaliar estes setores da infraestrutura de transportes por meio dos investimentos realizados e das suas perspectivas. O estudo inicia-se com uma breve discussão a respeito do impacto da infraestrutura no desenvolvimento econômico e sobre a atratividade dos projetos de transportes à iniciativa privada, dado o retorno financeiro que estes projetos apresentam. O texto mostra que, mesmo com o forte crescimento dos investimentos públicos e privados na infraestrutura de transportes entre 2003 e 2010 e sua estabilização no período 2010-2013, o atual patamar de inversões é muito baixo – 0,6% do produto interno bruto (PIB). Outro aspecto a destacar é que a participação dos investimentos privados na infraestrutura de transportes foi, ao longo do período analisado (2002-2013), bastante expressiva, significando na média 46,5% do total investido. O governo federal investiu, portanto, 53,5% do total. Esta observação é relevante pela ideia geral de que os planos de investimento precisam estimular acentuadamente os investimentos privados em transportes, como se estes já não fossem muito expressivos. O estudo também mostra que a tendência dos investimentos na infraestrutura de transportes de 2014 a 2016 é de crescimento, e que, apesar de significativo, ainda é insuficiente para fazer face às deficiências e necessidades do setor no Brasil. Porém, cumprir o que foi estimado e chegar a 0,93% do PIB em investimentos, em 2016, nos quatro modais de transportes, é pouco, tanto diante das nossas próprias carências, quanto em comparação ao que vêm fazendo os outros países emergentes da Ásia e da própria América do Sul.
Item type:Publication,
Análise das mudanças na configuração do sistema portuário no Brasil entre os anos de 2013 e 2024
(Ipea, 2025-09) Moreira, Thiago Silva; Diretoria de Estudos e Políticas Setoriais, de Inovação, Regulação e Infraestrutura - DISET; Thiago Silva Moreira
Apresenta uma análise da evolução da configuração do setor portuário entre os anos de 2013 e 2024 a partir das categorias de terminais localizados em portos organizados, públicos e concedidos; e de terminais de uso privado (TUPs). Essa análise foi realizada sob duas dimensões: o número de terminais ativos na movimentação de carga em cada categoria; e a participação dessas categorias sobre o mercado de movimentação de cargas de diferentes perfis.
Item type:Publication,
Determinantes da produtividade do trabalho na economia brasileira durante o período 2000-2020
(Ipea, 2025-09-30) Bahia, Luiz Dias; Diretoria de Estudos e Políticas Setoriais, de Inovação, Regulação e Infraestrutura - DISET; Luiz Dias Bahia
Este trabalho calcula a produtividade do trabalho da economia brasileira utilizando a metodologia de matriz insumo-produto (MIP) entre 2000 e 2020. Os resultados são obtidos usando como causas-chave variáveis selecionadas da citada matriz. Concluímos que mudança tecnológica, consumo das famílias e exportações são os principais determinantes da evolução da produtividade do trabalho no Brasil entre 2000 e 2020. O investimento é outro determinante-chave que poderia ter sido importante se mais robusto nesse período.
Item type:Publication,
Qual a importância do Brasil na cadeia global de minerais críticos da transição energética ? Uma análise sobre reservas, produção, comércio exterior e investimentos. (Publicação Expressa)
(Ipea, 2025-12) Leão, Rafael da Silveira Soares; Oliveira, Mariano Laio de; Cunha, Danúbia Rodrigues da; Diretoria de Estudos e Políticas Setoriais, de Inovação, Regulação e Infraestrutura - DISET; Rafael da Silveira Soares Leão; Mariano Laio de Oliveira; Danúbia Rodrigues da Cunha.
Este estudo analisa a importância do Brasil na cadeia global de suprimentos de minerais críticos para a transição energética, abordando reservas, produção, comércio exterior e investimentos. A transição energética, impulsionada pela necessidade de mitigar as mudanças climáticas, requer uma reconfiguração dos sistemas de geração de energia, substituindo combustíveis fósseis por fontes renováveis e tecnologias de baixa emissão de gases de efeito estufa. A produção de equipamentos para geração de energia eólica e solar, e veículos eletrificados demanda grandes quantidades de minerais críticos, como cobre, lítio, níquel, manganês, grafita e terras raras. O Brasil possui reservas significativas de alguns desses minerais, mas enfrenta desafios na produção e no comércio internacional. O estudo destaca a importância dos investimentos para que o país possa explorar seu potencial minerador e se posicionar como um ator global relevante na transição energética.
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Apresentação : Radar : tecnologia, produção e comércio exterior : n. 80, dez. 2025
(Ipea, 2025-12) Mauro Oddo Nogueira; Marcos Hecksher; Diretoria de Estudos e Políticas Setoriais, de Inovação, Regulação e Infraestrutura - DISET; Mauro Oddo Nogueira; Marcos Hecksher
Esta octagésima edição do boletim Radar: tecnologia, produção e comércio exterior é especial – e não poderia deixar de ser. Ela é inteiramente dedicada ao tema da produção sustentável e reúne catorze artigos, bem mais que o usual. Além disso, completar a oitava dezena de números não é trivial e faz jus a uma celebração. Afinal, já se vão mais de 16 anos desde abril de 2009, quando a Diretoria de Estudos e Políticas Setoriais, de Inovação, Regulação e Infraestrutura do Instituto de Pesquisa Econômica Aplicada (Diset/Ipea) lançou a primeira edição de seu Radar. De lá para cá, nesses oitenta números, a publicação já soma 386 artigos, acessíveis a todos no site https://www.ipea.gov.br/portal/radar.

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