Pesquisador(a): De Negri, João Alberto
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https://repositorio.ipea.gov.br/handle/11058/19890
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Publicações (Autor)
Estrutura e dinâmica do setor de serviços no Brasil
(Ipea, 2006) Luis Claudio Kubota; Silva, Alexandre Messa; De Negri, João Alberto; Instituto de Pesquisa Econômica Aplicada; Alexandre Messa Silva; João Alberto De Negri; Luis Claudio Kubota
Apresenta uma análise abrangente da estrutura e da dinâmica do setor de serviços no Brasil, destacando sua crescente importância para o emprego, a produtividade e a inovação na economia nacional. Com base em microdados da PAS, PIA, PAC e Paep, os autores examinam a heterogeneidade do setor, a expansão dos serviços intensivos em conhecimento, sua relação com a difusão tecnológica e sua influência sobre a competitividade das empresas industriais e de serviços. O texto discute ainda a concentração espacial dos serviços, o papel do capital estrangeiro, os impactos das privatizações no setor de telecomunicações, a competitividade das empresas de software e os desafios estruturais dos transportes de cargas. Conclui-se que o setor de serviços é fundamental para o desenvolvimento econômico moderno e apresenta elevado potencial de inovação e produtividade, reforçando a necessidade de políticas públicas integradas voltadas à sua expansão qualificada.
Inovações, padrões tecnológicos e desempenho das firmas industriais brasileiras
(Ipea, 2005) De Negri, João Alberto; Salerno, Mario Sergio; Castro, Antonio Barros de; João Alberto De Negri; Mario Sergio Salerno; Antonio Barros de Castro
Discute como a abertura econômica e a intensificação da concorrência nos anos 1990 evidenciaram limites da indústria brasileira e reforçaram a centralidade da inovação tecnológica como motor da competitividade. Os autores apresentam o projeto do Ipea que integra bases de dados industriais e propõe uma tipologia de firmas por estratégias competitivas: (i) empresas que inovam e diferenciam produtos, (ii) empresas especializadas em produtos padronizados e (iii) empresas que não diferenciam e têm menor produtividade. A análise mostra que, embora o primeiro grupo seja numericamente pequeno, ele concentra parcela expressiva do faturamento, apresenta maior produtividade e liderança de mercado e está associado a melhores salários e maior qualificação/estabilidade do emprego; por outro lado, predomina na indústria o conjunto de firmas voltadas à padronização e redução de custos. O capítulo também aponta diferenças entre firmas nacionais e estrangeiras quanto ao esforço inovativo e discute a relação entre inovação, inserção externa e agregação de valor nas exportações, concluindo pela relevância de políticas públicas e instrumentos que ampliem o esforço inovador e a diferenciação de produtos como base de um desenvolvimento industrial mais virtuoso.
Internacionalização gera emprego de qualidade e melhora a competitividade das firmas brasileiras
(Ipea, 2005) Arbix, Glauco; Salerno, Mario Sergio; De Negri, João Alberto; Glauco Arbix; Mario Sergio Salerno; João Alberto De Negri
Examina como a internacionalização das firmas brasileiras, especialmente por meio do investimento direto no exterior, se relaciona com inovação tecnológica, geração de empregos de maior qualidade e melhoria da competitividade no mercado internacional. Com base na teoria eclética de internacionalização e nas teorias de custos de transação, os autores defendem que empresas que acumulam ativos específicos — como diferenciação de produto, conhecimento tecnológico e capacidade organizacional — têm maior propensão a internacionalizar-se. A análise empírica, utilizando dados do Bacen, Pintec, PIA e Secex, revela que firmas brasileiras com investimento direto tendem a ser maiores, mais produtivas, mais inovadoras e empregam mão-de-obra mais qualificada, além de treinarem mais seus trabalhadores. O estudo mostra ainda que a internacionalização não reduz o emprego doméstico, mas está associada à criação de postos de trabalho mais qualificados. Ademais, empresas internacionalizadas e inovadoras têm maior probabilidade de obter preço prêmio nas exportações, sobretudo em mercados mais exigentes como Estados Unidos e Europa. O capítulo conclui que a promoção da internacionalização com foco na inovação deve ser prioridade de políticas públicas, por seu papel estratégico na agregação de valor e na inserção competitiva do Brasil no comércio internacional.
Tipologia das firmas integrantes da indústria brasileira
(Ipea, 2005) De Negri, João Alberto; Freitas, Fernando; Costa, Gustavo; Silva , Alan; Alves, Patrick; Alves, Patrick Franco; João Alberto De Negri; Fernando Freitas; Gustavo Costa; Alan Silva; Patrick Alves
Apresenta e justifica uma tipologia de firmas da indústria brasileira baseada em padrões de competição e desempenho, partindo do pressuposto de que a inovação tecnológica é central para a diferenciação de produtos e para vantagens competitivas. Inicialmente, define três categorias analíticas: (a) firmas que inovam e diferenciam produtos, (b) firmas especializadas em produtos padronizados e (c) firmas que não diferenciam produtos e exibem menor produtividade. Em seguida, descreve o banco de dados integrado organizado pelo Ipea a partir de microdados de diversas fontes (IBGE, MTE, Bacen, Secex/MDIC, entre outras) e detalha os procedimentos de classificação usando a Pintec 2000, com seleção de “indicadores líderes” (inovação de produto novo para o mercado, condição exportadora e preço‑prêmio nas exportações, além de produtividade/eficiência) e verificação de consistência por testes estatísticos, análise discriminante e agrupamentos. Por fim, estende a tipologia para uma série temporal maior ao classificar firmas com base na PIA (1996–2002), estimando a probabilidade de inovação por modelo probabilístico/matching (propensity score) quando a informação direta de inovação não está disponível, e conclui que a classificação obtida é coerente com a teoria e útil para diagnósticos e políticas industrial, tecnológica e de comércio exterior.
Introdução : Inovações, padrões tecnológicos e desempenho das firmas industriais brasileiras
(Ipea, 2005) De Negri, João Alberto; Salerno , Mario Sergio; João Alberto De Negri; Mario Sergio Salerno
Apresenta o contexto, os objetivos e a motivação do projeto que deu origem ao livro, ressaltando a necessidade de uma análise abrangente sobre as estratégias competitivas das firmas industriais brasileiras diante da abertura econômica e das transformações estruturais recentes. Os autores explicam que a iniciativa surgiu das discussões sobre a Política Industrial, Tecnológica e de Comércio Exterior (PITCE) e especialmente da percepção de Antônio Barros de Castro sobre a ausência de estudos sistemáticos sobre estratégias empresariais no país. A introdução descreve o esforço conjunto do Ipea e de diversas instituições, destacando a integração inédita de múltiplas bases de microdados (Pintec, PIA, Rais, Secex, CEB, CBE, ComprasNet), sempre preservando o sigilo estatístico rigoroso. Também apresenta os eixos temáticos do livro, que incluem análise das categorias de firmas, impactos da inovação sobre emprego e salários, padrões de internacionalização, desigualdades regionais, estratégias setoriais e cooperação tecnológica, além de situar o capítulo metodológico como eixo estruturante da obra. A introdução reforça que o projeto buscou fornecer subsídios qualificados a políticas públicas e aprofundar a compreensão da dinâmica competitiva da indústria brasileira.
