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Luis Claudio Kubota

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Sobre o pesquisador

Economista pela Universidade Federal do Rio de Janeiro (1994), mestre (1999) e doutor (2007) em Administração pelo Instituto COPPEAD, da UFRJ. Tem experiência profissional nas áreas de consultoria e marketing.

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Publicações (Autor)

Publicação
Estrutura e dinâmica do setor de serviços no Brasil
(Ipea, 2006) Luis Claudio Kubota; Silva, Alexandre Messa; De Negri, João Alberto; Instituto de Pesquisa Econômica Aplicada; Alexandre Messa Silva; João Alberto De Negri; Luis Claudio Kubota
Apresenta uma análise abrangente da estrutura e da dinâmica do setor de serviços no Brasil, destacando sua crescente importância para o emprego, a produtividade e a inovação na economia nacional. Com base em microdados da PAS, PIA, PAC e Paep, os autores examinam a heterogeneidade do setor, a expansão dos serviços intensivos em conhecimento, sua relação com a difusão tecnológica e sua influência sobre a competitividade das empresas industriais e de serviços. O texto discute ainda a concentração espacial dos serviços, o papel do capital estrangeiro, os impactos das privatizações no setor de telecomunicações, a competitividade das empresas de software e os desafios estruturais dos transportes de cargas. Conclui-se que o setor de serviços é fundamental para o desenvolvimento econômico moderno e apresenta elevado potencial de inovação e produtividade, reforçando a necessidade de políticas públicas integradas voltadas à sua expansão qualificada.
Publicação
A Inovação tecnológica das firmas de serviços no Brasil
(Ipea, 2006) Luis Claudio Kubota; Instituto de Pesquisa Econômica Aplicada; Luis Claudio Kubota
Analisa em profundidade os determinantes da inovação tecnológica no setor de serviços brasileiro, destacando o crescente protagonismo dessas atividades na economia e o papel central dos serviços intensivos em conhecimento (KIBS) como indutores de inovação. A partir de referencial teórico internacional e de modelos explicativos como o Reverse Product Cycle e o DIIC, o autor discute as especificidades inovativas dos serviços — marcadas por processos incrementais, interação com clientes, importância das TIC e menor dependência de P&D formal — e utiliza microdados da Paep 2001 para examinar empiricamente a probabilidade de empresas de serviços inovarem, identificando fatores como qualificação da mão de obra, pesquisas de clientes, conectividade, porte da firma, contratação seletiva de serviços especializados e realização interna de atividades de TI. Os resultados evidenciam a heterogeneidade setorial, a maior propensão à inovação em informática, telecomunicações e P&D, e reforçam a relevância das competências internas e das redes de aprendizado interativo para o desenvolvimento tecnológico no setor de serviços.
Publicação
Firmas de serviços exportadoras : um estudo sobre setores selecionados
(Ipea, 2006) Moreira, Sérvulo Vicente; Alves, Patrick Franco; Luis Claudio Kubota; Instituto de Pesquisa Econômica Aplicada; Sérvulo Vicente Moreira; Patrick Franco Alves; Luis Claudio Kubota
Analisa a dinâmica das firmas brasileiras de serviços exportadoras, contextualizando o comércio exterior de serviços como um campo complexo, regulado e crescente na economia mundial. Os autores destacam que os serviços representam cerca de 30% do comércio global e que países em desenvolvimento respondem por aproximadamente 20% das exportações mundiais. No Brasil, historicamente resistente à inclusão dos serviços nas negociações multilaterais do Gatt/OMC, o conhecimento sobre esse comércio ainda é limitado, embora entidades privadas tenham intensificado seu interesse pela agenda de liberalização. Com base em modelos probabilísticos (probit), o estudo busca identificar determinantes microeconômicos associados à probabilidade de exportação em firmas dos setores de audiovisual, informática, transportes e telecomunicações. Os resultados mostram que variáveis como escala (receita líquida), dotação de fatores (escolaridade e remuneração da mão de obra) e características estruturais (origem do capital controlador), controladas por localização e setor, contribuem significativamente para diferenciar firmas exportadoras de não‑exportadoras, reforçando a literatura que relaciona exportações a tamanho, tecnologia e qualificação.
Publicação
A Exportação de software na PAEP 2001
(Ipea, 2006) Luis Claudio Kubota; Instituto de Pesquisa Econômica Aplicada; Luis Claudio Kubota
Analisa os fatores associados à exportação de software no Brasil utilizando dados da Pesquisa da Atividade Econômica Paulista (PAEP) de 2001, destacando que, apesar do dinamismo global do setor e do sucesso de países como Índia, Israel e Irlanda, o Brasil enfrenta baixa inserção internacional devido a fatores como o country of origin effect, limitações de marketing, questões de qualificação e barreiras tributárias. O estudo utiliza um modelo logit para identificar os determinantes da probabilidade de exportação entre empresas paulistas de software e serviços de TI, concluindo que produtividade, qualificação da mão de obra, orientação ao cliente e adoção de certificações de qualidade aumentam significativamente a probabilidade de uma empresa exportar, enquanto o tamanho apresenta relação negativa, embora de pequena magnitude; os resultados reforçam a importância de estratégias voltadas a processos, qualidade e inserção internacional.

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