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Migrações internas e saúde coletiva

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Resumo

Examina as relações entre migrações internas e saúde coletiva no Brasil, demonstrando que diferentes tipos de deslocamentos populacionais contribuem para a disseminação de doenças e para a criação de novos focos epidêmicos; analisa movimentos associados à exploração econômica, construção de infraestrutura, expansão agrícola, formação de núcleos de colonização e urbanização, evidenciando como tais processos favorecem a circulação de enfermidades como malária, esquistossomose, doença de Chagas, leishmaniose, tuberculose e doenças respiratórias; mostra-se que a migração rural-urbana intensifica problemas sanitários nas cidades, como superlotação, poluição e precariedade de saneamento, além de agravar condições sociais como desnutrição e doenças mentais; destaca-se ainda o papel das migrações na introdução de vetores e agentes patogênicos em novas áreas; por fim, o autor propõe diretrizes para políticas públicas de saúde voltadas aos migrantes, enfatizando a importância da prevenção, da vigilância epidemiológica, da organização dos serviços de saúde e do desenvolvimento econômico como fator essencial para a melhoria das condições sanitárias da população

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MORAES, Nelson Luiz de Araújo. Migrações internas e saúde coletiva. In: COSTA, Manoel Augusto (ed.). Migrações internas no Brasil. Brasília: Ipea, 1971. (Monografia, 5). p. 121-153. Disponível em: https://repositorio.ipea.gov.br/handle/11058/20535

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Monografia 5

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Item type:Livro,
Migrações internas no Brasil
(Ipea, 1971) Costa, Manoel Augusto; Graham, Douglas H.; Madeira, João Lyra; Pastore, José; Moraes, Nelson L. Araújo; Geiger, Pedro Pinchas; Costa, Manoel Augusto; Manoel Augusto Costa; Douglas H. Graham; João Lyra Madeira; José Pastore; Nelson L. Araújo Moraes; Pedro Pinchas Geiger
O documento trata das migrações internas no Brasil, analisando os fluxos populacionais entre regiões e seus determinantes econômicos, sociais e demográficos, como desigualdades regionais, oportunidades de emprego, urbanização e mudanças estruturais no mercado de trabalho; aborda também os impactos dessas migrações na distribuição espacial da população, no desenvolvimento regional e na organização urbana, evidenciando como os deslocamentos internos contribuem para a reconfiguração socioeconômica do país ao longo do tempo

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