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  • Publicação
    Participação institucional de empregados em empresas estatais : a experiência paulista
    (Ipea, 1990) Albuquerque, J. A. Guilhon de; J. A. Guilhon de Albuquerque
    A segunda pesquisa analisa a experiência paulista de participação institucional dos empregados em empresas estatais, especialmente a criação dos Conselhos de Representantes de Empregados (CRE) e a inclusão de representantes dos trabalhadores em instâncias diretivas durante o governo de Franco Montoro. Com base em estudos de caso e entrevistas realizadas em empresas estatais de diferentes setores, o autor examina os impactos dessa inovação institucional sobre as relações entre empregados, sindicatos e direção das empresas. O estudo demonstra que os resultados da participação dependem do grau de organização dos trabalhadores e da estrutura de poder existente nas organizações, destacando avanços na circulação de informações, na formação de lideranças e na democratização da gestão, bem como conflitos relacionados à representação, ao papel dos sindicatos e à redistribuição de poder no ambiente empresarial.
  • Publicação
    Introdução : gestão e relações de trabalho na empresa estatal brasileira
    (Ipea, 1990) Soares, Rosa Maria Sales de Melo; Rosa Maria Sales de Melo Soares
    Apresenta o projeto de pesquisa sobre gestão e relações de trabalho nas empresas estatais brasileiras, focalizando os impactos das transformações tecnológicas, organizacionais e produtivas sobre a participação dos trabalhadores. A autora discute a especificidade das empresas estatais, situadas entre a lógica econômica e as funções públicas do Estado, e examina a crescente valorização dos modelos participativos de gestão a partir das crises de produtividade e da difusão de novas tecnologias. O texto aborda as demandas dos trabalhadores por maior participação nos processos decisórios, as mudanças nas relações de poder no ambiente de trabalho, o papel do sindicalismo e as experiências de representação dos empregados em empresas estatais, destacando a relevância dessas questões para a formulação de novos padrões de gestão e relações de trabalho no Brasil.
  • Publicação
    O Trabalhador e a democratização das relações de trabalho nas empresas estatais
    (Ipea, 1990) Barelli, Walter; Walter Barelli
    Esta pesquisa analisa o processo de democratização das relações de trabalho nas empresas estatais brasileiras, com foco nas formas de representação e participação dos trabalhadores entre o final da década de 1970 e os anos 1980. Com base em documentos sindicais, pautas de reivindicação, resoluções de congressos e depoimentos de dirigentes e trabalhadores, o estudo examina a evolução das demandas por canais de participação nos locais de trabalho e por maior influência dos empregados na gestão das empresas estatais. A pesquisa evidencia o fortalecimento das reivindicações por democratização interna, criação de comissões de trabalhadores, representação em conselhos administrativos e ampliação do diálogo entre sindicatos e empresas, destacando a relação entre organização sindical, redemocratização do país e busca por maior controle social e participação dos trabalhadores nas decisões empresariais.
  • Publicação
    Avaliação dos institutos de pesquisa de alimentos do país
    (Ipea, 1978) Figueiredo, Célia Maria Poppe de; Célia Maria Poppe de Figueiredo
    Avalia os institutos de pesquisa de alimentos existentes no Brasil, examinando seu papel no desenvolvimento científico e tecnológico do setor alimentício em um contexto de fortalecimento das políticas públicas de ciência e tecnologia a partir do final da década de 1960. A autora avalia a estrutura, as atividades de pesquisa, a capacidade técnica, os recursos humanos, as relações com o setor produtivo e as limitações institucionais desses organismos, buscando identificar sua contribuição para a geração e difusão de inovações tecnológicas. O estudo também discute os obstáculos ao fortalecimento da pesquisa em alimentos e apresenta subsídios para o aperfeiçoamento das políticas de apoio à ciência, à tecnologia e à modernização da indústria alimentícia nacional.
  • Publicação
    Estrutura industrial e progresso técnico na produção de laticínios
    (Ipea, 1978) Pires, Eginardo; Bielschowsky, Ricardo; Eginardo Pires; Ricardo Bielschowsky
    Analisa a estrutura industrial e o progresso técnico na produção de laticínios no Brasil, investigando as formas de incorporação de inovações tecnológicas e sua relação com a dinâmica competitiva do setor. Os autores examinam a evolução tecnológica da indústria, os processos produtivos dos principais derivados do leite, a produção de equipamentos para laticínios, a expansão e a configuração estrutural do setor, bem como as diferentes formas de concorrência existentes nos subsetores de leite para consumo, leite em pó e queijos. O estudo destaca a importância econômica da atividade, sua articulação com a agropecuária e os condicionantes tecnológicos que influenciam a modernização produtiva, culminando na apresentação de resultados empíricos e sugestões de política tecnológica para o segmento.
  • Publicação
    Apêndice : Orçamento climático do município de São Paulo
    (Ipea, 2026-06) Peres, Jean de Jesus; Faustino, Raphael Brito; Jean Peres; Raphael Faustino
    O apêndice analisa o Orçamento Climático do município de São Paulo como instrumento de planejamento e financiamento da transição ecológica no âmbito do Plano Plurianual (PPA) 2026–2029. Os autores demonstram que o orçamento climático consolidou-se como um importante bloco de despesas públicas, representando entre 15% e 20% do orçamento municipal e concentrando parcela significativa dos investimentos em mobilidade urbana, habitação, saneamento, drenagem, gestão ambiental e adaptação climática. O estudo evidencia que a implementação da agenda climática depende crescentemente de operações de crédito e de novas formas de financiamento, ao mesmo tempo em que revela tensões entre as demandas da transformação ecológica, as limitações fiscais dos entes subnacionais e os desafios do chamado federalismo climático. Conclui-se que o fortalecimento de mecanismos de financiamento para investimentos sustentáveis é essencial para viabilizar a transição justa nas cidades, especialmente em áreas estratégicas como eletrificação do transporte coletivo, infraestrutura urbana resiliente e políticas habitacionais.
  • Publicação
    Posicionando conceitos : princípios para a transição justa nas finanças sustentáveis no Brasil
    (Ipea, 2026-06) Reis, Cristina Fróes de Borja; Gustavo Luedemann; Aguinaldo Nogueira Maciente; Libano, Fernando Messineo; Vanessa Gapriotti Nadalin; Sass, Karina Simone; Horn, Carlos Henrique; Silva, Ana Paula Moreira da; Cardomingo, Matias Rebello; Peters, Alana Stankievicz; Gesmar Rosa dos Santos; Mauro Santos Silva; Peres, Jean de Jesus; Cristina Fróes de Borja Reis; Gustavo Alves Luedemann; Aguinaldo Maciente; Fernando Messineo Libano; Vanessa Gapriotti Nadalin; Karina Simone Sass; Carlos Henrique Horn; Ana Paula Moreira da Silva; Matias Rebello Cardomingo; Alana Stankievicz Peters; Gesmar Rosa dos Santos; Mauro Santos Silva;; Jean de Jesus Peres
    Discute os fundamentos conceituais e normativos da transição justa nas finanças sustentáveis no Brasil, defendendo que o conceito deve ser compreendido como um processo dinâmico, adaptável às especificidades sociais, econômicas, institucionais e territoriais do país. Os autores analisam os desafios da operacionalização da transição justa no contexto brasileiro e propõem cinco princípios orientadores: o reconhecimento das heterogeneidades estruturais e institucionais, o protagonismo do Estado e das finanças públicas, o combate às desigualdades de raça e gênero, a valorização das dimensões territoriais e a ampliação da participação social e da governança multinível. O texto enfatiza que a transição para uma economia sustentável exige profundas transformações produtivas, sociais e culturais, articuladas a instrumentos financeiros, regulatórios e institucionais capazes de promover inclusão, justiça distributiva e desenvolvimento sustentável, evitando que a agenda climática reproduza ou aprofunde desigualdades históricas.
  • Publicação
    Transição ecológica justa na agricultura brasileira
    (Ipea, 2026-06) Schincariol, Vitor Eduardo; Vasconcelos, Joana Salém; Dutra, Misael; Vitor Eduardo Schincariol; Joana Salém Vasconcelos; Misael Dutra
    Estuda o papel da agricultura brasileira na construção de uma transição ecológica justa, examinando as relações entre financiamento público, estrutura produtiva, distribuição da terra, geração de emprego e sustentabilidade ambiental. Os autores discutem como os instrumentos de crédito rural, especialmente o Plano Safra, o Pronaf e o Pronamp, influenciam a organização da produção agropecuária e avaliam seus impactos sobre a agricultura familiar, o agronegócio, a segurança alimentar e os processos de descarbonização. O texto apresenta um diagnóstico da estrutura fundiária, do uso do solo, do emprego rural, da produtividade agrícola e dos mecanismos de financiamento, destacando os limites do modelo baseado em commodities de exportação e defendendo o fortalecimento da agroecologia, da reforma agrária, da agricultura familiar e de sistemas produtivos biodiversos como estratégias para promover justiça social, redução das desigualdades e sustentabilidade ambiental.
  • Publicação
    Transição energética justa no Brasil : desafios, lacunas e oportunidades de financiamento
    (Ipea, 2026-06) Schmidt, Larissa; Gesmar Rosa dos Santos; Gustavo Luedemann; Larissa Schmidt; Gesmar Rosa dos Santos; Gustavo Luedemann
    Avalia a transição energética justa no Brasil, destacando seus avanços, desafios e oportunidades de financiamento em um contexto de enfrentamento das mudanças climáticas e de reorganização dos sistemas energéticos globais. Os autores discutem a evolução histórica das transições energéticas, os compromissos climáticos assumidos pelo Brasil e as especificidades da matriz energética nacional, caracterizada por elevada participação de fontes renováveis. O texto examina os impactos socioambientais associados tanto às fontes fósseis quanto às renováveis, ressaltando que a descarbonização não garante, por si só, justiça social. Defende-se que a transição energética deve incorporar critérios de equidade, inclusão social, participação democrática, proteção de populações vulneráveis, geração de trabalho decente e redução das desigualdades territoriais. O capítulo também avalia os instrumentos de planejamento, regulação e financiamento existentes — como o Fundo Clima, a Política Nacional de Transição Energética, o RenovaBio, o Sistema Brasileiro de Comércio de Emissões e o Plano de Transformação Ecológica — apontando a necessidade de alinhar políticas energéticas, fiscais e financeiras aos princípios da justiça climática. Conclui que o Brasil possui condições estratégicas para liderar uma transição energética justa no Sul Global, desde que consiga combinar descarbonização, desenvolvimento econômico, inclusão social e sustentabilidade ambiental.
  • Publicação
    Transição econômica justa e cidades : impactos e desafios da inclusão dos entes subnacionais.
    (Ipea, 2026-06) Vanessa Gapriotti Nadalin; Faustino, Raphael Brito; Peres, Jean de Jesus; Gregory, Emily Elaine; Vanessa Gapriotti Nadalin; Raphael Brito Faustino; Jean Peres; Emily Elaine Gregory
    O capítulo analisa os impactos da transição econômica sustentável sobre as cidades brasileiras, destacando a necessidade de incorporar os municípios e demais entes subnacionais às estratégias de financiamento e governança climática. Os autores discutem como as mudanças climáticas aprofundam desigualdades urbanas históricas, especialmente entre populações periféricas e vulneráveis, e avaliam os efeitos distributivos de políticas de mitigação e adaptação ligadas à mobilidade urbana, habitação, infraestrutura, arborização e gestão de riscos. Com base em estudo de caso do município de São Paulo, o texto examina as limitações financeiras e institucionais dos governos locais para implementar ações climáticas, bem como os desafios de evitar processos de exclusão socioespacial, como a gentrificação climática. Por fim, defende a construção de um federalismo climático capaz de integrar estados e municípios aos novos instrumentos previstos no Plano de Transformação Ecológica (PTE), assegurando financiamento, inclusão social e justiça climática na transição para uma economia de baixo carbono.
  • Publicação
    Transformação ecológica justa: pensar o global e impactar o regional
    (Ipea, 2026-06) Pereira, Diego; Aristides Monteiro Neto; Diego Pereira; Aristides Monteiro Neto
    Discute a transformação ecológica justa como estratégia indispensável para enfrentar a crise climática e as desigualdades regionais no Brasil, defendendo que a transição para uma economia de baixo carbono deve incorporar os princípios da justiça climática e da inclusão social. Os autores analisam a relação entre desenvolvimento econômico, mudanças climáticas e vulnerabilidades territoriais, destacando os impactos desiguais dos eventos ambientais sobre populações e regiões mais fragilizadas. O texto examina o Plano de Transformação Ecológica (PTE) do governo brasileiro, seus objetivos, eixos estratégicos e potencial para articular crescimento econômico, proteção ambiental e redução das desigualdades. Também enfatiza a importância do financiamento sustentável, da atuação de bancos públicos, da valorização de comunidades tradicionais e da formulação de políticas públicas territorializadas, concluindo que a transformação ecológica somente será efetiva se orientada pela justiça climática, pela participação social e pelo enfrentamento das desigualdades regionais.
  • Publicação
    Financiamento de projetos de transição justa : aspectos socioterritoriais em debate
    (Ipea, 2026-06) Djonathan Gomes Ribeiro; Silva, Ana Paula Moreira da; Cruz, Gabriela Freitas da; Zen, Eduardo Luiz; Marcell Machado dos Santos; Djonathan Gomes Ribeiro; Ana Paula Moreira da Silva; Gabriela Freitas da Cruz; Eduardo Luiz Zen; Marcell Machado dos Santos
    Discute o financiamento de projetos de transição justa sob a perspectiva das desigualdades socioterritoriais brasileiras, argumentando que a justiça na transição para o desenvolvimento sustentável deve ir além da redução de emissões e considerar dimensões sociais, econômicas, territoriais, ambientais e institucionais. Os autores analisam como desigualdades regionais, de trabalho, gênero, raça e acesso a recursos influenciam os efeitos da transição ecológica, destacando que projetos de infraestrutura associados à geração de energia renovável podem reproduzir ou aprofundar vulnerabilidades históricas quando desconsideram as especificidades dos territórios e das populações locais. A partir de exemplos relacionados a hidrelétricas, parques eólicos e outros empreendimentos energéticos, o texto evidencia impactos sobre comunidades tradicionais, trabalhadores, mulheres e populações rurais, defendendo a incorporação de critérios de reconhecimento, participação social, reparação, governança e distribuição equitativa de benefícios nos mecanismos de financiamento. Conclui que a efetividade da transição justa depende da adoção de métricas socioterritoriais capazes de orientar investimentos e políticas públicas comprometidos com a redução das desigualdades e a promoção do desenvolvimento sustentável.
  • Publicação
    Riscos climáticos e estrutura econômica no Brasil
    (Ipea, 2026-06) Sass, Karina Simone; Karina Simone Sass
    Analisa os riscos climáticos físicos e de transição e seus impactos sobre a estrutura econômica brasileira, destacando como eventos extremos, mudanças regulatórias e o processo de descarbonização afetam setores produtivos estratégicos. A autora apresenta uma metodologia que combina indicadores de encadeamento produtivo derivados da matriz insumo-produto com a exposição setorial aos riscos climáticos, permitindo identificar os setores prioritários para políticas de mitigação, adaptação e transição justa. Os resultados evidenciam que atividades como agroindústria, energia, transportes, construção civil e segmentos da indústria de transformação concentram simultaneamente elevada relevância econômica e alta vulnerabilidade climática, podendo gerar efeitos em cascata sobre emprego, renda e desenvolvimento regional. O estudo conclui que a construção de uma economia resiliente e de baixo carbono exige políticas integradas de adaptação climática, investimentos em inovação, fortalecimento do sistema financeiro sustentável e estratégias de transição justa capazes de considerar as desigualdades sociais e regionais do Brasil.
  • Publicação
    Finanças sustentáveis e transição justa no Brasil : o papel da Taxonomia Sustentável como pedra angular dos instrumentos financeiros
    (Ipea, 2026-06) Pimentel, Raissa; Raissa Pimentel
    Analisa o papel dos instrumentos financeiros na operacionalização da transição justa no Brasil, argumentando que a descarbonização da economia deve estar associada à inclusão social, à redução das desigualdades e à proteção ambiental. A autora discute as contradições da transição energética, evidenciando que projetos de energia renovável e de mineração para tecnologias limpas podem gerar impactos socioambientais sobre comunidades vulneráveis. Em seguida, examina políticas públicas e instrumentos financeiros voltados ao financiamento climático, como títulos temáticos, fundos sustentáveis, mecanismos de redução de risco, blended finance, pagamento por serviços ambientais e mercado regulado de carbono. O texto destaca a Taxonomia Sustentável Brasileira como instrumento estruturante capaz de orientar a alocação de recursos segundo critérios ambientais, climáticos e sociais, promovendo coerência entre finanças sustentáveis e justiça socioambiental na construção de uma economia de baixo carbono.
  • Publicação
    O Conceito de transição justa : definição e desafios para as finanças sustentáveis
    (Ipea, 2026-06) Horn, Carlos Henrique; Carlos Henrique Horn
    Discute a evolução do conceito de transição justa no contexto das mudanças climáticas e sua relação com as finanças sustentáveis, destacando a necessidade de que a transição para uma economia de baixo carbono ocorra de forma socialmente inclusiva e equitativa. O autor examina os efeitos socioeconômicos das mudanças climáticas e das políticas de adaptação e mitigação, abordando a distribuição desigual de riscos e oportunidades entre trabalhadores, comunidades, territórios e países. O texto analisa as dimensões distributiva e procedimental da justiça, os desafios de incorporação desses princípios às finanças sustentáveis e a importância de mecanismos financeiros capazes de apoiar projetos de adaptação, mitigação, proteção social e desenvolvimento sustentável, com especial atenção ao papel das instituições públicas e dos bancos de desenvolvimento na promoção de uma transição climática justa.
  • Publicação
    Introdução : Transição justa nas finanças no Brasil
    (Ipea, 2026-06) Gustavo Luedemann; Reis, Cristina Fróes de Borja; Gustavo Alves Luedemann; Cristina Fróes de Borja Reis
    Apresenta a crise climática como um fenômeno multidimensional, cujas causas e consequências envolvem aspectos econômicos, sociais, ambientais e políticos, defendendo a necessidade de uma transição justa que promova sustentabilidade sem aprofundar desigualdades sociais, raciais e territoriais. Os autores destacam o papel estratégico das finanças na orientação dos investimentos e das trajetórias de desenvolvimento, abordando o conceito de transição justa nas finanças como elemento essencial para alinhar fluxos financeiros aos objetivos do desenvolvimento sustentável. O texto contextualiza o Plano de Transformação Ecológica (PTE) do governo brasileiro como marco da estratégia nacional de desenvolvimento de baixo carbono e apresenta a estrutura da obra, que discute os fundamentos conceituais, institucionais, territoriais e setoriais da transição justa, além dos desafios e potencialidades das finanças sustentáveis para promover transformação ecológica, inclusão social e desenvolvimento econômico no Brasil.
  • Publicação
    Prefácio : Transição justa nas finanças no Brasil
    (Ipea, 2026-06) Schmidt, Petra; Quinten, Jochen; Petra Schmidt; Jochen Quinten
    Aborda a importância da transição justa como elemento central para a promoção do desenvolvimento sustentável e para o cumprimento de compromissos internacionais relacionados ao clima e à Agenda 2030. Os autores destacam os desafios históricos enfrentados pelo Brasil na construção de um modelo de desenvolvimento inclusivo e sustentável, ressaltando o papel do Plano de Transformação Ecológica do governo federal e da cooperação internacional, especialmente entre Brasil e Alemanha, na promoção de políticas e instrumentos voltados à descarbonização e ao fortalecimento das finanças sustentáveis. O texto enfatiza ainda a relevância da obra ao reunir diferentes perspectivas acadêmicas e institucionais para discutir o conceito de transição justa no contexto brasileiro e subsidiar a formulação de políticas públicas voltadas para uma economia de baixo carbono socialmente inclusiva.
  • Publicação
    Prefácio : Transição justa nas finanças no Brasil
    (Ipea, 2026-06) Dubeux, Rafael; Rafael Dubeux
    Destaca o potencial estratégico do Brasil para liderar a transição para uma economia de baixo carbono, em razão de sua matriz elétrica renovável, da produção de biocombustíveis e da disponibilidade de minerais essenciais à transição energética. O autor argumenta que essa transformação representa uma oportunidade de desenvolvimento econômico sustentável, mas também envolve desafios relacionados à requalificação da força de trabalho, à reorganização produtiva, às desigualdades territoriais, aos impactos fiscais e às mudanças climáticas. Ressalta ainda a importância das finanças sustentáveis e das políticas públicas como instrumentos de indução da transformação ecológica, defendendo que a transição deve incorporar princípios de justiça climática e inclusão social para promover prosperidade, sustentabilidade e redução das desigualdades no país.
  • Publicação
    Prefácio : Transição justa nas finanças no Brasil
    (Ipea, 2026-06) Luciana Mendes Santos Servo; Luciana Mendes Santos Servo
    Destaca a relevância da transição justa para uma economia sustentável no contexto brasileiro, enfatizando que esse processo envolve transformações estruturais nos padrões produtivos, nos mercados de trabalho, nas dinâmicas territoriais e na organização social. A autora argumenta que a transição climática deve ser articulada ao desenvolvimento inclusivo, considerando as desigualdades sociais, regionais e raciais do país. Ressalta ainda a importância da produção de conhecimento baseada em evidências para subsidiar políticas públicas capazes de promover sustentabilidade, justiça social e redução de vulnerabilidades, destacando a contribuição da obra para o debate interdisciplinar sobre desenvolvimento sustentável e para o fortalecimento da agenda de transição justa no Brasil.
  • Publicação
    Apresentação : Fronteiras do Brasil : o litoral em sua dimensão fronteiriça
    (Ipea, 2023) Luciana Mendes Santos Servo; Luciana Mendes Santos Servo
    Debate sobre as fronteiras nacionais, incorporando a dimensão litorânea como componente estratégico do território brasileiro. O texto enfatiza que a fronteira marítima e costeira reúne significativos recursos naturais, infraestrutura econômica e funções geopolíticas essenciais para o desenvolvimento, a soberania e a segurança nacional. Além disso, ressalta a necessidade de fortalecer estudos, diagnósticos e políticas públicas voltadas à gestão integrada desse espaço, considerando aspectos ambientais, econômicos, sociais e institucionais. A obra é apresentada como uma contribuição para a compreensão da condição fronteiriça do litoral brasileiro e para a construção de estratégias de planejamento e governança capazes de conciliar desenvolvimento sustentável, proteção ambiental e defesa do território
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