Publicação: Agroindústria no Brasil: um olhar sobre indicadores de porte e expansão regional
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Resumo
O artigo visa demonstrar como a composição agropecuária-agroindústria é uma das principais atividades produtivas geradoras de impactos positivos sociais e econômicos do Brasil. Além de responder por 22% do produto interno bruto (PIB) do Brasil, a composição é a principal geradora de ocupações – com cerca de 16 milhões de postos de trabalho – e garante a segurança alimentar de 200 milhões de pessoas. Somada aos contínuos saldos positivos na balança comercial (acima de R$ 70 bilhões por ano), a agroindústria tem o porte dos setores de petróleo e gás e automobilístico, os maiores do país. Devido ao grande porte da parcela industrial – em 2012, empregou mais de 3,2 milhões de pessoas, ou 34% de todos os postos de trabalho da indústria de transformação (IBGE, [s.d.]b)– Dallari (2012) considera que o Brasil deveria focar nesta atividade produtiva, tornando-a a primeira do mundo, visto que retoma concepção dos anos 1970. Por isto, é oportuno verificar se o país está caminhando neste sentido. Políticas públicas têm sido implantadas com o objetivo de fortalecer o desenvolvimento produtivo, por meio de agregação de valor às atividades agropecuárias e agroindustriais. Nas duas últimas décadas, a Política Nacional do Desenvolvimento Rural (PNDR), os Territórios da Cidadania, o Programa Agroindústria, o Programa Nacional do Biodiesel (PNPB), o Programa Nacional de Fortalecimento da Agricultura Familiar (PRONAF) e a implantação do Serviço de Inspeção Municipal (SIM) são exemplos de políticas, algumas com orçamento previsto em onze ministérios (Santos, 2013), além dos fundos de financiamento da produção.
