Publicação: O Brasil como credor : a divida britânica - 1940/52
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Brasil e reino Unido
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1940/52
País
BR
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Grau Acadêmico
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dARK
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Instituto de Pesquisa Econômica Aplicada (Ipea)
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Resumo
Este artigo tem dois objetivos: recuperar a história da acumulação e dos usos de saldos bloqueados em libras esterlinas — tema que dominou as relações anglo-brasileiras nos anos 40 — e avaliar os autos líquidos para o Brasil ao conceder o que equivaleu a um significativo empréstimo de longo prazo involuntário ao Reino Unido. Embora o Brasil tenha recuperado seus saldos bloqueados, sofreu perdas consideráveis, dada sua remuneração quase insignificante e em vista dos preços de exportação britânicos terem aumentado consideravelmente no período. Se as expectativas brasileiras quanto ao preço futuro do algodão tivessem sido as mesmas de Keynes, estas perdas poderiam ter sido evitadas. 0 padrão que caracterizou a formulação e a implementação da política brasileira quanta ao tema foi bastante insatisfatório quando comparado ao nível alcançado nos anos 30 e início dos 40. Isto contrasta com a diplomacia econômica do Reino Unido, cuja credibilidade emergiu sem marcas substanciais apesar da redução do poder de compra dos saldos em libras esterlinas detidos pelos credores britânicos nos anos 40.
Resumo traduzido
This article has two objectives: to establish the history of the accumulation and uses of Brazilian sterling balances – a theme which dominated Anglo-Brazilian relations in the 1940s – and evaluate the net costs for Brazil of what was equivalent to extending a sizable involuntary long term loan to the United Kingdom. Though Brazil recovered its blocked balances it suffered considerable losses as the relevant interest rate paid by Britain (as from 1947) was extremely low and British export prices increased very substantially. If Brazilian forecasts of future cotton prices had been similar to Keynes’s a substantial part of these costs could have been avoided. The quality of Brazil`s economic diplomacy in this episode was below the standards reached in the 1930s and early 1940s. This contrasts with British economic diplomacy as Britain`s credibility remained unscathed in spite of the reduction in the purchasing power of sterling balances.
