Publicação: Regimes internacionais sobre serviços e investimentos : o padrão americano traduzido no USMCA
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International trade regimes in services and investments : the american standard inferred from the USMCA, Regímenes internacionales sobre servicios e inversiones: el estándar estadounidense inferido del USMCA
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Resumo
Procura-se neste artigo examinar o desenvolvimento dos regimes internacionais sobre o comércio de serviços – especificamente serviços financeiros, telecomunicações e serviços digitais – e sobre investimentos, colocando em perspectiva comparada o Tratado Norte-Americano de Livre Comércio (North American Free Trade Agreement – NAFTA) e o Acordo Estados Unidos-México-Canadá (United States-Mexico-Canada Agreement – USMCA). A administração Donald Trump toma o deficit comercial como critério para precisar até que ponto outros países têm “se aproveitado” dos Estados Unidos. Sendo assim, busca obsessivamente aumentar as exportações e diminuir as importações do país. As regras sobre o comércio de serviços e sobre investimentos são estratégicas para contribuir com o sinal positivo nessa equação. Logo, elas ocupam lugar de destaque na agenda comercial atual. Não obstante, tais regras refletem muitos objetivos bipartidários de longa data. Na década de 1990, foram inseridas forçosamente pelos negociadores americanos nos fóruns comerciais internacionais a fim de servir de instrumento para o país enfrentar a concorrência econômica. Nos dias atuais, com o USMCA, que espelha muito do conteúdo do Acordo de Parceria Transpacífica (Trans-Pacific Partnership – TPP), tornam a servir de instrumento em favor das estruturas políticas e econômicas dos Estados Unidos.
Resumo traduzido
The article seeks to examine the development of international trade regimes in services – specifically financial services, telecommunications and digital services – and in investment, drawing a comparison between the North American Free Trade Agreement (NAFTA) and the United States-Mexico-Canada Agreement (USMCA). The Trump Administration takes the trade deficit as a yardstick to determine just how far other countries have “taken advantage” of the United States. It has been seeking obsessively to increase exports and reduce imports from the country. Since US services sector represents an asset to the economy and a driving force for job creation in the country, the rules on trade in services and investment have been taken as strategic and occupied a prominent place in the current trade agenda. Nevertheless, such rules reflect many long-standing bipartisan goals. In the 1990s they were forcibly inserted by American negotiators in the international trade forums in order to favoring in the greatest extent the US in the economic competition. Nowadays, with the USMCA, which mirrors much of the content of the Trans-Pacific Partnership (TPP), they again work in favor of the political and economic structures of the United States.
