Publicação: Two-country new Keynesian DSGE model : a small open economy as a limit case
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Instituto de Pesquisa Econômica Aplicada (Ipea)
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Discussion Paper 164 : Two-country new Keynesian DSGE model : a small open economy as a limit case, Versão para dois países do modelo novo-keynesiano : a pequena economia aberta como um caso limite
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Resumo
O trabalho desenvolve uma versão para dois países do modelo em Gali & Monacelli (2005), o qual estende para uma pequena economia aberta o modelo de equilíbrio geral dinâmico e estocástico novo-keynesiano usado como ferramenta para análise de política monetária em economias fechadas. Uma importante característica do modelo é que os termos de troca entram diretamente na curva de Phillips novo-keynesiana, como uma nova variável pressionando os custos e alimentando a inflação. Além do mais, a hipótese de home bias nas preferências dos consumidores permite a flutuação da taxa de câmbio real, criando um canal alternativo de transmissão da política monetária. Diferente da maior parte da literatura, o modelo deriva a estrutura da pequena economia aberta como um caso limite do modelo para dois países, em vez de supor que as variáveis externas seguem processos exógenos. Esse procedimento preserva o papel das fricções nominais externas na forma como choques monetários internacionais são transmitidos para dentro da pequena economia doméstica.
Resumo traduzido
We build a two-country version of the model in Gali & Monacelli (2005), which extends for a small open economy the new Keynesain DSGE model used as tool for monetary policy analysis in closed economies. A distinctive feature of the model is that the terms of trade enters directly into the new Keynesian Phillips curve as a new pushing-cost variable feeding the inflation. Furthermore, home bias in households’ preferences allows for real exchange rate fluctuation, giving rise to alternative channels of monetary transmission. Unlike most part of the literature, the small domestic open economy is derived as a limit case of the two-coutry model, rather than assuming exogenous processes for the foreign variables. This procedure preserves the role played by foreign nominal frictions in the way as international monetary policy shocks are conveyed into the small domestic economy.
