Publicação: Justiça e redistribuição : o caso dos países latino-americanos
Carregando...
Arquivos
Paginação
Primeira página
Última página
Data
Data de publicação
Data da Série
Data do evento
Data
Data de defesa
Data
Edição
Idioma
por
eng
spa
fra
eng
spa
fra
Cobertura espacial
América Latina
Cobertura temporal
País
BR
organization.page.location.country
Tipo de evento
Tipo
Grau Acadêmico
Fonte original
ISBN
ISSN
DOI
dARK
item.page.project.ID
item.page.project.productID
Detentor dos direitos autorais
Instituto de Pesquisa Econômica Aplicada (Ipea)
Acesso à informação
Acesso Aberto
Termos de uso
É permitida a reprodução deste texto e dos dados nele contidos, desde que citada a fonte. Reproduções para fins comerciais são proibidas.
Titulo alternativo
Subjective fairness and redistribution in Latin American countries, Equidad subjetiva y redistribución en américa países americanos, Équité subjective et redistribution en latin pays américains
item.page.organization.alternative
Variações no nome completo
Orientador(a)
Editor(a)
Organizador(a)
Coordenador(a)
item.page.organization.manager
Outras autorias
Palestrante/Mediador(a)/Debatedor(a)
Coodenador do Projeto
Resumo
Seguindo a orientação dos igualitários modernos, o modelo de Alesina e Angeletos (2005) estabelece uma norma de justiça baseada na composição da desigualdade, representada por uma ponderação esforço-sorte. Contudo, evidências empíricas para um conjunto de países latino-americanos sugerem que, diferentemente dos países desenvolvidos, essas sociedades não possuem uma visão estabelecida sobre o papel do mérito no resultado econômico. Assim, este artigo propõe uma estrutura teórica baseada em um novo critério de justiça, qual seja: a percepção de que o país não oferece iguais oportunidades para todos. A nova parametrização conduz a um equilíbrio único e estável, caracterizado por uma taxação intermediária entre os equilíbrios dos Estados Unidos e da Europa.
Resumo traduzido
This paper proposes a theoretical framework to explain the size of Latin American governments from the perspective of redistributive policies. It is adopted a new fairness rule, namely the perception that the country does not offer everyone with the same opportunities. The new parameterisation leads to a unique and stable equilibrium, characterised by an intermediate level of taxation between the equilibria of the United States and Europe.
