Publication: Evolução das desigualdades sociais na utilização de serviços de saúde : análise para as regiões e as unidades da federação do Brasil
Loading...
item.page.format.extent
item.page.description.firstpage
item.page.description.lastpage
Date
Publication data
item.page.date.series
item.page.date.event
item.page.organization.date
item.page.date.submitted
item.page.project.date
item.page.description.edition
Language
por
item.page.coverage.spatial
Brasil
item.page.coverage.temporal
item.page.location.country
BR
organization.page.location.country
item.page.type.events
item.page.type
item.page.degree.level
item.page.source.urlsource
ISBN
ISSN
DOI
dARK
item.page.project.ID
item.page.project.productID
Copyright Holder
Instituto de Pesquisa Econômica Aplicada (Ipea)
Access to Information
Acesso Aberto
Terms of Use
É permitida a reprodução deste texto e dos dados nele contidos, desde que citada à fonte. Reproduções para fins comerciais são proibidas.
item.page.title.alternative
Inequality trends in the use of health services : analysis for the regions and states of the federation of Brazil, Tendencias de la desigualdad en el uso de los servicios de salud : análisis de las regiones y los estados de la federación de Brasil, Les tendances de l’inegalite dans l’utilisation des services de sante : analyse pour les regions et les etats de la federation du Brésil
item.page.organization.alternative
item.page.name.variant
item.page.contributor.author
Advisor
item.page.contributor.editor
item.page.contributor.thesiscommitee
item.page.contributor.organizer
item.page.contributor.coordinator
item.page.contributor.other
item.page.relation.ispartofseries
Speaker / Moderator / Discussant
Abstract
O objetivo deste artigo é avaliar a evolução das desigualdades na utilização de serviços de saúde para as regiões e as Unidades da Federação (UFs) do Brasil. São estimados índices de concentração (ICs) e de desigualdade horizontal que levam em conta o fato de que os indivíduos têm diferentes necessidades e que estas podem afetar o uso de serviços de saúde. São utilizados dados das Pesquisas Nacionais por Amostra de Domicílios do Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (Pnads/IBGE) de 1998, 2003 e 2008 e simulados por bootstrap os desvios-padrão, dado o processo complexo de amostragem da Pnad. No uso de consultas médicas, encontra-se evidência de desigualdade favorável aos ricos para o Brasil como um todo, para todas as regiões e para a maioria das UFs. Esse padrão, contudo, evolui positivamente, embora em 2008 o viés pró-rico ainda seja observado. A desigualdade também caiu em todas as regiões, exceto no Centro-Oeste. O mesmo ocorreu na maioria das UFs, exceto em Rondônia, no Amapá, no Rio Grande do Norte e em Goiás, em que a desigualdade aumentou. No Distrito Federal, o aumento na desigualdade pró-rico no uso das consultas médicas foi particularmente importante. No que diz respeito às internações hospitalares, não foram encontradas evidências de desigualdade, uma vez que índices estimados não foram estatisticamente significantes para a amostra como um todo, para as regiões ou para os estados.
item.page.description.abstractalternative
The aim of this paper is to assess the evolution of inequalities in the utilization of health services in the regions and states of the Federation of Brazil. We estimate concentration indexes and horizontal inequity indexes that take into account the fact that individuals have different health needs that affect their use of health services. We use data from Pnads 1998, 2003 and 2008 and simulate standard errors using bootstrap in order to deal with the complex sample aspect of Pnad. We find pro-rich inequality in the use of physician services for Brazil, its regions and most of Federative Units. This pattern, however, evolved positively, although in 2008 the pro-rich bias is still observed. Inequality fell also in all regions, except the Midwest. The same happened in most of the Federatives Units, except Rondônia, Amapá, Rio Grande do Norte and Goiás, where inequality increased. In Distrito Federal the increase in inequality was particularly important. Regarding hospitalizations, we find no evidence of iniquities as the estimated indexes are not significant for the whole country, for the regions and states.
