Publication: Impactos sociais e econômicos dos acidentes de trânsito nas aglomerações urbanas brasileiras : Pesquisa de Custos Médico-Hospitalares
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Impactos sociais e econômicos dos acidentes de trânsito nas aglomerações urbanas brasileiras : Custos Médico-Hospitalares
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Abstract
O relatório apresenta os resultados da pesquisa sobre os custos médico-hospitalares dos acidentes de trânsito nas aglomerações urbanas brasileiras, com foco na Região Metropolitana de São Paulo, detalhando a metodologia utilizada para calcular os custos desde o resgate até a reabilitação das vítimas, bem como a criação de padrões de estratificação para ampliar a análise em outras localidades; o estudo considerou diferentes tipos de acidentes, com e sem envolvimento de veículos, e avaliou separadamente os componentes de custo de cada etapa do atendimento, com base em dados coletados no serviço de resgate e no Hospital das Clínicas da USP; além disso, definiu objetivos como quantificar os custos, traçar o perfil epidemiológico das vítimas e desenvolver modelos de análise replicáveis; entre os resultados, destaca-se o predomínio de vítimas jovens do sexo masculino, a alta ocorrência de traumas graves — especialmente crânio-encefálicos e fraturas —, o tempo médio de atendimento de 13 minutos, e a identificação de custos fixos e variáveis do resgate, evidenciando impactos significativos para o sistema de saúde e contribuindo com subsídios para políticas públicas de prevenção e assistência.
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Citation
INSTITUTO DE PESQUISA ECONÔMICA APLICADA; ASSOCIAÇÃO NACIONAL DE TRANSPORTES PÚBLICOS (Brasil). Impactos sociais e econômicos dos acidentes de trânsito nas aglomerações urbanas brasileiras: Pesquisa de Custos Médico-Hospitalares. Brasília, DF: Ipea: ANTP, 2004. Disponível em: https://repositorio.ipea.gov.br/handle/11058/20680
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Description
O projeto contou com a participação de diversas instituições, tendo como financiadores o Ministério dos Transportes (STT), o Ministério da Saúde, a Secretaria Especial de Desenvolvimento Urbano – Sedu/PR (atual Ministério das Cidades), a Secretaria de Estado de Direitos Humanos, o Denatran (Departamento Nacional de Trânsito) e a Rede Ipea de Pesquisas/PNUD/Projeto 810; a coordenação geral foi realizada pelo Ipea (Instituto de Pesquisa Econômica Aplicada), por meio da Diretoria de Estudos Regionais e Urbanos; a execução ficou a cargo da ANTP (Associação Nacional de Transportes Públicos); houve cooperação técnica da Codeplan/GDF (Companhia de Desenvolvimento do Planalto Central); e o projeto contou ainda com apoio institucional do Hospital das Clínicas da Faculdade de Medicina da USP, da CET-SP (Companhia de Engenharia de Tráfego), da Secretaria de Estado de Segurança Pública de São Paulo e da Secretaria de Estado de Saúde de São Paulo.
A equipe técnica do projeto foi composta por profissionais do Ipea (Instituto de Pesquisa Econômica Aplicada), incluindo Ricardo R. A. Lima como coordenador geral, José R. R. Góes como coordenador executivo, além de Margarida H. Pinto Coelho, Alexandre A. Gomide e Iêda M. O. Lima, com apoio técnico de Maria de la Soledad B. Castrillo; pela ANTP (Associação Nacional de Transportes Públicos), participaram Ailton Brasiliense Pires como diretor executivo, Eduardo A. Vasconcellos como coordenador geral, Pedro A. C. Machado como coordenador executivo e Francisco Aquino na gerência administrativa, além de colaboradores como Nancy R. Schneider e Max E. B. Paula (CET-SP), Emília Mayumi Hiroi e Elisa Eriko Kawashima (Metrô-SP), Fátima Bernardes e Lígia Oliveira; a equipe contou ainda com consultores como Ivan R. Gartner (Universidade Católica de Brasília), Júlia M. A. Greve e Olivério Graciotti Jr. (Hospital das Clínicas/FMUSP), Luis Carlos S. Cunha (Educ Consultoria), Philip Gold (Gold Projects) e Sebastião de Amorim (Unicamp); a supervisão técnica editorial ficou sob responsabilidade de Margarida H. Pinto Coelho, enquanto a produção editorial foi realizada por Sílvia Maria Costa Leite, Fábio Rodrigues e Roberto Astorino.
