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Carta de Conjuntura : n. 63, abr./jun. 2024

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A Carta de Conjuntura, com periodicidade trimestral, traz uma análise dos principais temas econômicos, sempre acompanhada de projeções dos mais importantes indicadores macroeconômicos.

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CARTA DE CONJUNTURA. Rio de Janeiro: Ipea, n.63, abr./jun. 2024. ISSN: 19828772. Disponível em: https://repositorio.ipea.gov.br/handle/11058/14328

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Indicador ipea mensal de FBCF – resultado de fevereiro de 2023
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Estimativa preliminar do resultado primário do governo central em abril de 2024
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Balanço de pagamentos, balança comercial e câmbio
Inflação por faixa de renda – abril de 2024
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Publicação
Estimativa preliminar do resultado primário do governo central em março de 2024
(Instituto de Pesquisa Econômica Aplicada (Ipea), 2024-07) Ferreira, Sergio; Martins, Felipe
De acordo com dados da execução orçamentária, registrados no Sistema Integrado de Administração Financeira (Siafi) do governo federal, obtidos por meio do Tesouro Gerencial, os quais fornecem boa aproximação com os dados oficiais relativos ao resultado primário que será divulgado posteriormente pela Secretaria do Tesouro Nacional (STN),1 março de 2024 apresentou um superávit primário de R$ 1,3 bilhão nas contas do governo central. Conforme mostra a tabela 1, a receita líquida do governo central atingiu R$ 166,5 bilhões nesse mês, um crescimento de 10,1% em termos reais, comparativamente a março de 2023, ao passo que a despesa totalizou R$ 165,2 bilhões, um acréscimo de 4,2% na mesma base de comparação. No acumulado do primeiro trimestre do ano, o resultado primário apresenta um superávit de R$ 22,9 bilhões, a preços constantes de março, ante o superávit de R$ 33,4 bilhões no mesmo período de 2023.
Publicação
Inflação por faixa de renda – março de 2024
(Instituto de Pesquisa Econômica Aplicada (Ipea), 2024-07) Lameiras, Maria Andreia Parente
Os dados de março do Indicador Ipea de Inflação por Faixa de Renda indicam que houve uma forte desaceleração da inflação, na margem, para todas as classes de renda pesquisadas (tabela 1). Em que pese essa queda generalizada da inflação, as famílias de renda alta foram as que apresentaram o maior recuo inflacionário, tendo em vista que a taxa apurada de 0,05%, em março, ficou bem abaixo da observada em fevereiro (0,83%). Já para o segmento de renda muito baixa, a queda foi um pouco menos expressiva, dado que a taxa de inflação recuou de 0,78% para 0,22%, entre fevereiro e março. De uma maneira geral, a melhora no comportamento dos preços dos alimentos no domicílio e dos combustíveis explicam grande parte deste alívio inflacionário em março. Adicionalmente, para o segmento de renda alta, a desaceleração do grupo educação, impactado em fevereiro pelo reajuste das mensalidades escolares, também contribuiu para esta descompressão inflacionária em março. Nota-se, ainda, que mesmo diante de uma maior pressão inflacionária no primeiro trimestre de 2024, no acumulado em 12 meses, as famílias de renda muito baixa seguem apresentando a menor taxa de inflação (3,25%), enquanto a faixa de renda alta aponta a taxa mais elevada (4,77%).
Publicação
Comércio exterior do agronegócio : primeiro trimestre de 2024
(Instituto de Pesquisa Econômica Aplicada (Ipea), 2024-07) Ferreira, Diego
O agronegócio brasileiro fechou o primeiro trimestre com superávit acumulado de US$ 32,23 bilhões – crescimento de 2,8% em relação ao mesmo período do ano anterior (tabela 1).1 As exportações do setor somaram US$ 36,83 bilhões, enquanto as importações, US$ 4,60 bilhões – valores estes 2,9% e 3,7%, respectivamente, acima dos observados em 2023. Considerando os produtos de todos os setores, o saldo da balança comercial no primeiro trimestre também foi superavitário em US$ 19,08 bilhões – isto é, US$ 3,47 bilhões a mais em relação ao valor registrado no mesmo período do ano anterior.
Publicação
Modelos vetoriais de correção de erros trimestrais para os componentes da demanda agregada, para as importações e para a carga tributária bruta
(Instituto de Pesquisa Econômica Aplicada (Ipea), 2024-07) Santos, Cláudio Hamilton Matos dos
Apresenta modelos vetoriais de correção de erros (vector error correction models – VECMs) para as importações, para a carga tributária bruta e para os componentes da demanda agregada reportados nas contas nacionais trimestrais (CNTs) brasileiras, com a finalidade de produzir cenários de até quatro trimestres à frente para as referidas variáveis. Espera-se que alguns desses modelos possam se mostrar, ao longo do tempo, suficientemente úteis para serem incorporados à suíte de modelos macroeconômicos ora sendo estimados na Dimac/Ipea e/ ou que contribuam para refinar esforços de modelagem posteriores, provavelmente envolvendo não linearidades. Espera-se, ainda, que o ganho analítico derivado do tratamento conjunto das variáveis supracitadas mais do que compense o tratamento necessariamente expedito dado a cada uma delas neste trabalho.
Publicação
Indicador ipea de consumo aparente de bens industriais – fevereiro de 2024
(Instituto de Pesquisa Econômica Aplicada (Ipea), 2024-07) Carvalho, Leonardo Mello de
O Indicador Ipea Mensal de Consumo Aparente de Bens Industriais registrou avanço de 1,4% na comparação entre fevereiro e janeiro na série com ajuste sazonal. O indicador é uma proxy da demanda interna por bens industriais – definido como a parcela da produção industrial doméstica destinada ao mercado interno, acrescida das importações. Esse resultado ocorreu em razão das altas de 0,8% da produção interna destinada ao mercado nacional (bens nacionais) e de 1,6% das importações de bens industriais, conforme mostra a tabela 1.

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