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Leonardo Monteiro Monasterio

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Sobre o pesquisador

Possui graduação em Ciências Econômicas na UFRJ (1992), mestrado em Economia pela UFRGS (1995) e doutorado em Desenvolvimento Econômico pela UFPR (2002), com estágio-sanduíche na University of Cambridge (Reino Unido). Foi pesquisador-visitante na University of London (Reino Unido, 2006-2007).

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Publicações (Autor)

Publicação
Fundamentos do pensamento econômico regional
(Ipea, 2011) Leonardo Monteiro Monasterio; Cavalcante, Luiz Ricardo; Leonardo Monasterio; Luiz Ricardo Cavalcante
O capítulo oferece uma sistematização abrangente da evolução do pensamento econômico regional, apresentando os fundamentos teóricos que orientaram a compreensão da distribuição espacial das atividades econômicas do século XIX à metade do século XX. Parte das teorias clássicas da localização – como Thünen, Weber, Christaller, Lösch e Isard – destacando os mecanismos locacionais baseados em custos de transporte, rendas diferenciais e formas espaciais de mercado; e avança para as teorias de desenvolvimento regional com ênfase em aglomeração, como os polos de crescimento de Perroux, a causação circular e cumulativa de Myrdal, os encadeamentos para frente e para trás de Hirschman, e a base exportadora de North. Ao organizar essas contribuições, o texto mostra como elas formam a base conceitual das abordagens contemporâneas, influenciam políticas regionais e ajudam a interpretar fenômenos como desigualdades territoriais, formação de centros urbanos, aglomerações produtivas e dinâmicas de desenvolvimento regional.
Publicação
Indicadores de análise regional e espacial
(Ipea, 2011) Leonardo Monteiro Monasterio; Leonardo Monasterio
Apresenta uma visão abrangente dos principais indicadores utilizados na análise regional e espacial, abordando medidas de desigualdade, especialização, concentração e potencial de mercado, além de desenvolver conceitos mais recentes associados ao espaço contínuo. Inicialmente, descrevem-se indicadores tradicionais de desigualdade regional, como o coeficiente de variação, o índice de Williamson e o índice de Theil, seguido por métricas de especialização setorial e regional, como quociente locacional, coeficiente de especialização e índice de Krugman. O texto também explora instrumentos de localização setorial, como coeficiente de localização, índice de Hirschman-Herfindahl e índice de Gini espacial. Em seguida, apresenta medidas associadas ao potencial de mercado, como o potencial de Harris e a distância ao centro econômico. Por fim, discute avanços contemporâneos, incluindo indicadores que consideram distâncias espaciais, como o índice de Ellison-Glaeser e o índice de separação espacial, além de técnicas de Point Pattern Analysis que superam limitações de agregação espacial. O capítulo conclui destacando a importância de compreender as limitações dos indicadores e seu papel na síntese e interpretação de fenômenos econômicos espaciais.
Publicação
Intergenerational mobility and regional inequality in Brazil
(Ipea, 2026) Eduardo Cenci; Daniel Lopes; Leonardo Monteiro Monasterio; Diretoria de Estudos e Políticas Regionais, Urbanas e Ambientais - DIRUR; Cenci, Eduardo; Lopes, Daniel; Monasterio, Leonardo
Discussion Paper 3195
We estimate the long-term intergenerational mobility (IM) in Brazil, by mesoregion, utiliz ing the methodology developed by Güell, Mora and Telmer (2015) and Güell et al. (2018). Benefiting from the unique features of Brazil, such as data availability on income, edu cation, full names, our study employed a machine learning algorithm to estimate sur name-based ancestry. This allows us to bypass limitations of previous studies and provide an initial exploration of the link between intergenerational mobility (IM) and inequality in a middle-income, Latin American country. We also examined how IM spatially aligns with historical factors and current socioeconomic development indicators in Brazil. Our find ings connect past land inequality and slavery to lower long-term mobility, which is linked to lower current income per capita and educational attainment. Unlike other IM studies in Brazil, we found no clear geographic patterns. Additionally, there is no distinct relationship between inequality and social mobility, or the Gatsby Curve, at the mesoregional level.

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