Conjuntura : Análise de Curto Prazo
URI Permanente para esta coleçãohttps://repositorio.ipea.gov.br/handle/11058/19188
É uma análise que busca entender o comportamento recente da economia, geralmente em períodos trimestrais ou mensais. Ela foca em indicadores que mostram como está o desempenho econômico no presente ou no futuro próximo, ajudando na tomada de decisões de política pública e planejamento estratégico.
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Publicação Indicador Ipea mensal de FBCF – resultado de dezembro de 2025(Ipea, 2026-04) Leonardo Mello de Carvalho; Diretoria de Estudos e Políticas Macroeconômicas - DIMAC; Leonardo Mello de CarvalhoCarta de Conjuntura 70O Indicador Ipea de Formação Bruta de Capital Fixo (FBCF), que agrega os investimentos em máquinas e equipamentos, na construção civil e em outros ativos fixos, registra uma queda de 4,0% na comparação entre dezembro e novembro na série com ajuste sazonal. O resultado sucedeu ao avanço de 0,2% ocorrido no período anterior. Com isso, o trimestre móvel encerrado em dezembro registrou retração de 3,5% na comparação dessazonalizada – resultado já ajustado de acordo com as contas nacionais trimestrais do Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE). Em relação aos mesmos períodos de 2024, o indicador mensal apresentou quedas de 3,9% em dezembro e de 3,1% no trimestre móvel. No acumulado em doze meses, por sua vez, os investimentos totais apresentaram uma expansão de 2,9% em 2025.Publicação Estimativa preliminar do resultado primário do governo central em fevereiro de 2026(Ipea, 2026-04) Sérgio Fonseca Ferreira; Diretoria de Estudos e Políticas Macroeconômicas - DIMAC; Sérgio Fonseca FerreiraCarta de Conjuntura 70De acordo com os resultados da execução orçamentária registrados no Sistema Integrado de Administração Financeira (Siafi) do governo federal, que servem como referência confiável para estimativa dos resultados oficiais posteriormente divulgados pela Secretaria do Tesouro Nacional (STN), o mês de fevereiro de 2026 apresentou déficit primário de R$ 30,7 bilhões nas contas do governo central. Conforme demonstrado na tabela 1, a receita líquida do governo central atingiu R$ 156,6 bilhões nesse período, em comparação aos R$ 149,3 bilhões observados em fevereiro de 2025, refletindo um crescimento real de 4,9%. As despesas somaram R$ 187,3 bilhões, em relação aos R$ 182,1 bilhões registrados no mesmo mês do ano anterior, representando um aumento real de 2,8%. No acumulado do ano, observa-se que o déficit primário de R$ 56,8 bilhões até fevereiro, a valores constantes de fevereiro de 2026, está em patamar semelhante ao déficit de R$ 56,7 bilhões apurado no mesmo intervalo de 2025.Publicação Índice de Custo da Tecnologia da Informação (ICTI) - janeiro de 2026(Ipea, 2026-04) Maria Andreia Parente Lameiras; Diretoria de Estudos e Políticas Macroeconômicas - DIMAC; Maria Andreia Parente LameirasCarta de Conjuntura 70O Índice de Custo da Tecnologia da Informação (ICTI), calculado pelo Ipea, apresentou taxa de variação de 0,15% em janeiro de 2026, situando-se 0,07 ponto percentual (p.p.) abaixo da taxa registrada no mês anterior. Na comparação com o mesmo mês de 2025, a variação foi 0,39 p.p. menor.Publicação Desempenho do PIB : quarto trimestre de 2025(Ipea, 2026-04) Leonardo Mello de Carvalho; Claudio Hamilton Matos dos Santos; Diretoria de Estudos e Políticas Macroeconômicas - DIMAC; Leonardo Mello de Carvalho; Claudio Hamilton Matos dos SantosCarta de Conjuntura 70O produto interno bruto (PIB) brasileiro cresceu 0,1% no quarto trimestre de 2025, na série dessazonalizada, mantendo o ritmo de crescimento modesto verificado nos dois períodos anteriores. Na comparação com o mesmo trimestre de 2024, a economia expandiu 1,8%, encerrando o ano de 2025 com uma expansão de 2,3%. Esses resultados vieram em linha com as previsões apresentadas na Nota de Conjuntura no 69,1 publicada em dezembro de 2025 pela Dimac/Ipea, que projetava altas de 0,2% na margem, de 1,8% na comparação interanual e de 2,3% no acumulado em quatro trimestres. Com o resultado, o carry-over para 2026 ficou em 0,2%.Publicação Indicador Ipea de consumo aparente de bens industriais – dezembro de 2025(Ipea, 2026-04) Leonardo Mello de Carvalho; Diretoria de Estudos e Políticas Macroeconômicas - DIMAC; Leonardo Mello de CarvalhoCarta de Conjuntura 70O Indicador Ipea Mensal de Consumo Aparente de Bens Industriais recuou 2,6% na comparação entre dezembro e novembro na série com ajuste sazonal. O indicador é uma proxy da demanda interna por bens industriais – definido como a parcela da produção industrial doméstica destinada ao mercado interno, acrescida das importações. Por trás deste resultado, a produção interna destinada ao mercado nacional (bens nacionais) caiu 1,8%, enquanto as importações de bens industriais recuaram 6,1%, conforme mostra a tabela 1.Publicação Indicadores bimestrais de receitas e despesas correntes dos entes subnacionais – atualização para o 6º bim. 2025(Ipea, 2026-04) Pedro Marques de Santana; Diretoria de Estudos e Políticas Macroeconômicas - DIMAC; Pedro Marques de SantanaCarta de Conjuntura 70A atualização dos indicadores bimestrais do Ipea mostra que as receitas correntes dos estados e do Distrito Federal apresentaram crescimento real de 2,6% em 2025, em relação a 2024. Os dados do sexto bimestre reforçam essa trajetória, com alta de 4,9% frente ao mesmo período do ano anterior. Esse resultado foi impulsionado sobretudo pelas receitas correntes próprias – que incluem tributos, receitas patrimoniais e outras fontes – as quais cresceram 2,9% no acumulado do ano e 4,2% na comparação interanual. As transferências correntes também contribuíram positivamente, embora em menor intensidade, registrando avanços de 1,2% no acumulado anual e de 7,3% em relação ao sexto bimestre de 2024.Publicação Inflação por faixa de renda : janeiro de 2026(Ipea, 2026-04) Maria Andreia Parente Lameiras; Diretoria de Estudos e Políticas Macroeconômicas - DIMAC; Maria Andreia Parente LameirasCarta de Conjuntura 70Os dados do Indicador Ipea de Inflação por Faixa de Renda mostram que, em janeiro, na comparação com o mês anterior, a inflação teve comportamento distinto entre as classes analisadas. Enquanto as quatro primeiras faixas de renda registraram aceleração, os dois estratos de renda mais alta apresentaram taxas de variação de preços mais moderadas do que as observadas em dezembro. A inflação das famílias de renda muito baixa passou de 0,14% em dezembro para 0,31% em janeiro. Já na faixa de renda alta, a taxa recuou de 0,51% para 0,18% no mesmo período (tabela 1).Publicação Estimativa preliminar do resultado primário do governo central em janeiro de 2026(Ipea, 2026-04) Sérgio Fonseca Ferreira; Diretoria de Estudos e Políticas Macroeconômicas - DIMAC; Sérgio Fonseca FerreiraCarta de Conjuntura 70Segundo dados da execução orçamentária registrados no Sistema Integrado de Administração Financeira (Siafi) do governo federal, que constituem uma fonte confiável para a aproximação dos resultados oficiais posteriormente divulgados pela Secretaria do Tesouro Nacional (STN), o mês de janeiro de 2026 registrou superávit primário de R$ 88,6 bilhões nas contas do governo central. Conforme apresentado na tabela 1, a receita líquida do governo central alcançou R$ 273,9 bilhões nesse período, ante os R$ 269,5 bilhões observados em janeiro de 2025, representando um crescimento real de 1,6%. As despesas totalizaram R$ 185,3 bilhões, ante R$ 180,6 bilhões no mesmo mês do ano anterior, crescimento real de 2,6%. No acumulado em doze meses, verifica-se um déficit primário de R$ 61,0 bilhões, a preços constantes de janeiro, superior ao déficit de R$ 43,9 bilhões registrado no mesmo intervalo de 2025.Publicação Índice de Custo da Tecnologia da Informação (ICTI) - dezembro de 2025(Ipea, 2026-04) Maria Andreia Parente Lameiras; Diretoria de Estudos e Políticas Macroeconômicas - DIMAC; Maria Andreia Parente LameirasCarta de ConjunturaO Índice de Custo da Tecnologia da Informação (ICTI), calculado pelo Ipea, apresentou taxa de variação de 0,22% em dezembro de 2025, situando-se 0,35 ponto percentual (p.p.) abaixo da taxa registrada no mês anterior. Na comparação com o mesmo mês de 2024, a variação foi 0,44 p.p. menor.Publicação Indicador Ipea mensal de FBCF – resultado de novembro de 2025(Ipea, 2026-04) Leonardo Mello de Carvalho; Diretoria de Estudos e Políticas Macroeconômicas - DIMAC; Leonardo Mello de CarvalhoCarta de ConjunturaO Indicador Ipea de Formação Bruta de Capital Fixo (FBCF), que agrega os investimentos em máquinas e equipamentos, na construção civil e em outros ativos fixos, registrou uma alta de 0,5% na comparação entre novembro e outubro na série com ajuste sazonal, resultado que sucedeu à queda de 7,5%. Com isso, o trimestre móvel encerrado em novembro registrou expansão de 1,8% na comparação dessazonalizada. Nas comparações com os mesmos períodos de 2024, o indicador mensal apresentou retração de 3,4% em novembro, e alta de 0,8% no trimestre móvel. No acumulado em doze meses, por sua vez, os investimentos totais apresentaram uma expansão de 3,8%.Publicação Estimativa preliminar do resultado primário do governo central em dezembro de 2025(Ipea, 2026-04) Sérgio Fonseca Ferreira; Diretoria de Estudos e Políticas Macroeconômicas - DIMAC; Sérgio Fonseca FerreiraCarta de ConjunturaSegundo dados da execução orçamentária registrados no Sistema Integrado de Administração Financeira (Siafi) do governo federal, que constituem uma fonte confiável para a aproximação dos resultados oficiais posteriormente divulgados pela Secretaria do Tesouro Nacional (STN), o mês de dezembro de 2025 registrou superávit primário de R$ 12,6 bilhões nas contas do governo central. Conforme apresentado na tabela 1, a receita líquida do governo central alcançou R$ 240,2 bilhões nesse período, ante os R$ 246,3 bilhões observados em dezembro de 2024, representando uma queda real de 2,5%. As despesas totalizaram R$ 227,6 bilhões, ante R$ 221,1 bilhões no mesmo mês do ano anterior, um crescimento real de 2,9%. No acumulado anual, verifica-se um déficit primário de R$ 70,1 bilhões, a preços constantes de dezembro, superior ao déficit de R$ 45,8 bilhões registrado no mesmo intervalo de 2024.Publicação Inflação por faixa de renda : dezembro de 2025(Ipea, 2026-04) Maria Andreia Parente Lameiras; Diretoria de Estudos e Políticas Macroeconômicas - DIMAC; Maria Andreia Parente LameirasCarta de ConjunturaOs dados do Indicador Ipea de Inflação por Faixa de Renda mostram que, em dezembro, todas as faixas de renda apresentaram aceleração da inflação em relação ao mês anterior (tabela 1). Apesar do alívio inflacionário observado no grupo habitação – refletindo a queda de 5,4% nas tarifas de energia elétrica –, o encerramento das deflações dos alimentos no domicílio, combinado com reajustes mais intensos nos grupos transportes e saúde e cuidados pessoais, explica o avanço da inflação no mês. Nesse contexto, a inflação das famílias de renda muito baixa passou de 0,01% em novembro para 0,14% em dezembro, enquanto, na faixa de renda alta, a taxa avançou de 0,45% para 0,51% na mesma base de comparação. Com a incorporação do resultado de dezembro, observa-se que, no acumulado de 2025, a faixa de renda baixa registrou a menor variação inflacionária (3,8%), ao passo que a renda alta apresentou a maior taxa (4,7%). Nota-se, ainda, que, na comparação com 2024, houve descompressão inflacionária nas cinco primeiras faixas de renda e pressão inflacionária adicional no segmento de renda alta.Publicação Índice de Custo da Tecnologia da Informação (ICTI) - novembro de 2025(Ipea, 2026-04) Maria Andreia Parente Lameiras; Diretoria de Estudos e Políticas Macroeconômicas - DIMAC; Maria Andreia Parente LameirasCarta de ConjunturaO Índice de Custo da Tecnologia da Informação (ICTI), calculado pelo Ipea, apresentou taxa de variação de 0,57% em novembro de 2025, situando-se 0,78 ponto percentual (p.p.) acima da taxa registrada no mês anterior. Na comparação com o mesmo mês de 2024, a variação foi 0,17 p.p. maior.
