Terceiro Setor. Serviços. Turismo

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  • Publicação
    Apresentação : Estrutura e dinâmica do setor de serviços no Brasil
    (Ipea, 2006) Soares, Luiz Henrique Proença; Instituto de Pesquisa Econômica Aplicada; Luiz Henrique Proença Soares
    Destaca a importância estratégica do setor de serviços para o desenvolvimento econômico, ressaltando seu papel na melhoria da competitividade das empresas, na elevação da qualidade de vida da população e no estímulo à inovação. Enfatiza que serviços são cada vez mais intensivos em conhecimento e fundamentais como insumos para a produção industrial, comercial e de outros serviços, contribuindo significativamente para o crescimento econômico e para a geração de emprego. O texto contextualiza os esforços do Ipea nos últimos anos para organizar dados e metodologias voltadas ao estudo da inovação no Brasil e introduz esta obra como o maior levantamento já realizado sobre firmas prestadoras de serviços no país. A organização do livro reflete preocupações com serviços intensivos em conhecimento, produtividade, infraestrutura, software, investimento estrangeiro, exportações e distribuição espacial da produção, buscando oferecer compreensão abrangente sobre o papel do setor de serviços no crescimento econômico de longo prazo.
  • Publicação
    Emprego e salários na evolução recente do setor de serviços de telecomunicações brasileiro
    (Ipea, 2006) Prochnik, Victor; Freitas, Fernando; Esteves, Luiz Alberto; Instituto de Pesquisa Econômica Aplicada; Victor Prochnik; Fernando Freitas; Luiz Alberto Esteves
    Analisa os efeitos da privatização e da introdução da concorrência no Setor de Serviços de Telecomunicações (SST) brasileiro entre 1998 e 2002, examinando especialmente as mudanças no emprego, na remuneração e no perfil da mão de obra. Utilizando dados da Rais e comparando empresas privatizadas com aquelas que nasceram privadas, o estudo revela forte redução do quadro de pessoal das ex-estatais, queda dos salários médios e deslocamento ocupacional em direção a funções de maior qualificação, influenciado também pela difusão da tecnologia digital. Os autores investigam diferenciais salariais por escolaridade, gênero, tempo de empresa e ocupação, verificando que as firmas privadas passaram a pagar salários superiores às privatizadas após 1999 e que estas últimas mantiveram políticas de incentivos mais alinhadas à maior escolaridade. O capítulo também examina padrões de contratação e demissão, mostrando que salários mais altos aumentam a probabilidade de desligamento e que empresas privatizadas retêm trabalhadores mais qualificados. Por fim, evidencia-se convergência parcial na estrutura ocupacional do setor, em função da adaptação das empresas às exigências do mercado e às transformações tecnológicas.
  • Publicação
    Transporte de cargas no Brasil : estudo exploratório das principais variáveis relacionadas aos diferentes modais e às suas estruturas de custos
    (Ipea, 2006) Wanke, Peter; Fleury, Paulo Fernando; Instituto de Pesquisa Econômica Aplicada; Peter Wanke; Paulo Fernando Fleury
    Examina de forma abrangente o setor de transporte de cargas no Brasil, analisando os cinco modais existentes — rodoviário, ferroviário, aquaviário, dutoviário e aéreo — e investigando suas estruturas de custo, características operacionais, impactos de escala, perfil da mão de obra e a influência de fatores como escolaridade, rotatividade e prestação de serviços logísticos adicionais. Utilizando dados da PAS 2002, do Suplemento PAS e da Rais, o estudo identifica diferenças significativas entre os modais quanto à proporção de custos fixos e variáveis, ao nível de produtividade, à dispersão geográfica e à intensidade de capital. Além disso, evidencia distorções históricas da matriz de transporte brasileira, marcada pela predominância excessiva do modal rodoviário, e destaca como variáveis estruturais e regionais afetam o desempenho econômico e operacional das transportadoras. Por meio de análises multivariadas — como Mancova, análise fatorial, regressões logísticas e clustering —, os autores concluem que a competitividade no transporte depende não só da natureza tecnológica do modal, mas também do grau de qualificação dos trabalhadores, da capacidade de diversificação de serviços e da escolha adequada entre modais conforme volume, distância e tipo de carga.
  • Publicação
    Prestação de serviços à agropecuária : perfil e distribuição
    (Ipea, 2006) Rogério Edivaldo Freitas; Alves, Patrick Franco; Instituto de Pesquisa Econômica Aplicada; Rogério Edivaldo Freitas; Patrick Franco Alves
    Analisa a prestação de serviços relacionados à agropecuária no Brasil, destacando sua evolução, distribuição regional e importância econômica entre 1998 e 2002, com base em dados da PAS/IBGE e da Rais/MTE. O texto evidencia a ampliação do número de empresas do setor, sua forte concentração de mão de obra pouco qualificada, a predominância das regiões Sudeste e Sul no emprego e no número de estabelecimentos, além de apontar tendências de dispersão espacial dessas atividades, contrariando hipóteses iniciais de concentração no Centro-Oeste. Também discute a relevância crescente dos serviços de apoio — como manejo, inseminação, cuidados florestais e suporte técnico — no contexto do agronegócio moderno, bem como a necessidade de políticas públicas de extensão rural adequadas às especificidades regionais, considerando as desigualdades estruturais e o papel estratégico desses serviços para a competitividade e sustentabilidade da produção agropecuária.
  • Publicação
    Características das firmas e dos setores de serviço, segundo o processo de trabalho
    (Ipea, 2006) Meirelles, Dimária Silva e; Instituto de Pesquisa Econômica Aplicada; Dimária Silva e Meirelles
    Analisa as características das firmas e dos setores de serviço a partir da natureza do processo de trabalho, compreendendo o serviço como realização de trabalho humano e mecânico. A autora discute atributos fundamentais das atividades de serviço — como simultaneidade, intangibilidade, interatividade e inestocabilidade — e como estes se relacionam às estruturas de mercado, às estratégias competitivas e aos padrões de desempenho das empresas. A partir de dados da PAS/IBGE, Rais/MTE e CEB/Bacen, utiliza técnicas de análise multivariada (análise fatorial e de clusters) para identificar grupos de firmas segundo indicadores de trabalho humano, trabalho mecânico e desempenho de mercado, revelando significativa heterogeneidade intra e intersetorial. Os resultados mostram quatro grandes blocos de empresas, que variam desde aquelas de baixa complexidade técnica e baixo desempenho até firmas altamente eficientes e intensivas em trabalho mecânico, especialmente nos setores de infraestrutura e transporte. O estudo reforça que as diferenças no processo de trabalho são o principal fator explicativo das diferenças de desempenho entre empresas de serviço no Brasil.
  • Publicação
    A Exportação de software na PAEP 2001
    (Ipea, 2006) Luis Claudio Kubota; Instituto de Pesquisa Econômica Aplicada; Luis Claudio Kubota
    Analisa os fatores associados à exportação de software no Brasil utilizando dados da Pesquisa da Atividade Econômica Paulista (PAEP) de 2001, destacando que, apesar do dinamismo global do setor e do sucesso de países como Índia, Israel e Irlanda, o Brasil enfrenta baixa inserção internacional devido a fatores como o country of origin effect, limitações de marketing, questões de qualificação e barreiras tributárias. O estudo utiliza um modelo logit para identificar os determinantes da probabilidade de exportação entre empresas paulistas de software e serviços de TI, concluindo que produtividade, qualificação da mão de obra, orientação ao cliente e adoção de certificações de qualidade aumentam significativamente a probabilidade de uma empresa exportar, enquanto o tamanho apresenta relação negativa, embora de pequena magnitude; os resultados reforçam a importância de estratégias voltadas a processos, qualidade e inserção internacional.
  • Publicação
    Panorama da indústria brasileira de software : considerações sobre a política industrial
    (Ipea, 2006) Roselino, José Eduardo; Instituto de Pesquisa Econômica Aplicada; José Eduardo Roselino
    Apresenta a importância estratégica da indústria de software no cenário mundial e nacional, destacando sua centralidade para o desenvolvimento tecnológico e para o funcionamento de diversos setores produtivos. O autor descreve como o software se tornou elemento fundamental das tecnologias da informação, influenciando investimentos, processos produtivos e atividades cotidianas. No caso brasileiro, a indústria de software alcançou relevância expressiva — posicionando‑se entre as dez maiores do mundo no início dos anos 2000 —, mas com características marcadas pela trajetória industrial periférica do país. Diferentemente de países como Índia ou Irlanda, cujo setor nasceu direcionado à exportação, o Brasil desenvolveu uma indústria orientada principalmente ao mercado interno, apoiada na heterogeneidade da estrutura produtiva e no papel das empresas públicas em soluções de grande escala. O texto argumenta que, apesar do fraco desempenho exportador, o modelo brasileiro possui virtudes que podem ser fortalecidas por políticas industriais adequadas. Ressalta ainda que o desenvolvimento do setor resulta não das forças espontâneas de mercado, mas de políticas públicas deliberadas – da reserva de mercado à criação do Softex e, mais recentemente, à inclusão do software como prioridade na Política Industrial, Tecnológica e de Comércio Exterior (PITCE) lançada em 2003.
  • Publicação
    Firmas de serviços exportadoras : um estudo sobre setores selecionados
    (Ipea, 2006) Moreira, Sérvulo Vicente; Alves, Patrick Franco; Luis Claudio Kubota; Instituto de Pesquisa Econômica Aplicada; Sérvulo Vicente Moreira; Patrick Franco Alves; Luis Claudio Kubota
    Analisa a dinâmica das firmas brasileiras de serviços exportadoras, contextualizando o comércio exterior de serviços como um campo complexo, regulado e crescente na economia mundial. Os autores destacam que os serviços representam cerca de 30% do comércio global e que países em desenvolvimento respondem por aproximadamente 20% das exportações mundiais. No Brasil, historicamente resistente à inclusão dos serviços nas negociações multilaterais do Gatt/OMC, o conhecimento sobre esse comércio ainda é limitado, embora entidades privadas tenham intensificado seu interesse pela agenda de liberalização. Com base em modelos probabilísticos (probit), o estudo busca identificar determinantes microeconômicos associados à probabilidade de exportação em firmas dos setores de audiovisual, informática, transportes e telecomunicações. Os resultados mostram que variáveis como escala (receita líquida), dotação de fatores (escolaridade e remuneração da mão de obra) e características estruturais (origem do capital controlador), controladas por localização e setor, contribuem significativamente para diferenciar firmas exportadoras de não‑exportadoras, reforçando a literatura que relaciona exportações a tamanho, tecnologia e qualificação.
  • Publicação
    Organização territorial dos serviços no Brasil : polarização com frágil dispersão
    (Ipea, 2006) Domingues, Edson Paulo; Ruiz, Ricardo Machado; Moro, Sueli; Lemos, Mauro Borges; Instituto de Pesquisa Econômica Aplicada; Edson Paulo Domingues; Ricardo Machado Ruiz; Sueli Moro; Mauro Borges Lemos
    Analisa a organização territorial dos serviços no Brasil, investigando como esses estabelecimentos se distribuem espacialmente e como se articulam com a estrutura produtiva e urbana dos municípios. Utilizando dados regionalizados da PAS 2000 combinados à RAIS e à PIA, o estudo revela um padrão de forte polarização em torno das regiões metropolitanas — especialmente São Paulo, Rio de Janeiro, Belo Horizonte, Porto Alegre, Curitiba e Brasília — que concentram a maior parte do valor adicionado, massa salarial e diversidade setorial dos serviços. As análises mostram que os serviços são ainda mais concentrados do que a indústria, com apenas 134 municípios respondendo por cerca de 90% da massa salarial do setor. O trabalho também identifica diferenças de comportamento entre grupos de serviços: os produtivos e pessoais apresentam alta dependência da escala urbana local, os de transporte são mais dispersos pela natureza móvel da demanda, e os de comunicação ocupam posição intermediária. Modelos econométricos hierárquicos indicam que fatores como densidade populacional, diversidade de serviços, presença de setores industriais difusores de tecnologia e quocientes locacionais de informática influenciam significativamente a localização e o desempenho das empresas. O estudo conclui que políticas de desenvolvimento regional que busquem maior desconcentração devem articular estratégias industriais, tecnológicas e urbanas, com foco em atividades intensivas em conhecimento capazes de atrair serviços de maior produtividade.
  • Publicação
    Características econômicas das indústrias de serviços no Brasil : uma comparação entre empresas de capital estrangeiro e de capital nacional
    (Ipea, 2006) Kon, Anita; Instituto de Pesquisa Econômica Aplicada; Anita Kon
    Examina o desempenho das indústrias de serviços no Brasil a partir da comparação entre empresas de capital nacional e estrangeiro, analisando suas características estruturais, organização produtiva, geração de valor adicionado, produtividade, padrões de emprego, remuneração e distribuição regional. À luz do processo de mundialização e da expansão dos Investimentos Diretos Estrangeiros (IDE) nos anos 1990, o estudo evidencia como a abertura econômica, privatizações e mudanças regulatórias ampliaram significativamente a presença de empresas estrangeiras, sobretudo em serviços modernos e intensivos em tecnologia, como telecomunicações, informática, atividades imobiliárias e serviços às empresas. A partir de tabulações especiais da PAS/IBGE cruzadas com dados do Banco Central, observa-se que, embora numericamente as empresas estrangeiras representem fração reduzida do setor, elas exibem maior produtividade, maiores gastos e remunerações por trabalhador e maior geração de valor adicionado médio por empresa. A pesquisa revela também forte concentração regional desse capital no Sudeste, especialmente em São Paulo, e confirma a heterogeneidade estrutural dos serviços, marcada por diferenças significativas entre setores oligopolizados e setores atomizados de baixa intensidade tecnológica.
  • Publicação
    Um Estudo sobre os serviços intensivos em conhecimento no Brasil
    (Ipea, 2006) Freire, Carlos Torres; Instituto de Pesquisa Econômica Aplicada; Carlos Torres Freire
    Examina o papel dos Serviços Intensivos em Conhecimento (SIC) na economia brasileira, contextualizando sua expansão no âmbito das transformações produtivas, tecnológicas e organizacionais ocorridas desde os anos 1970. A partir de revisão da literatura internacional, o autor destaca como esses serviços — incluindo informática, telecomunicações e serviços técnicos especializados — atuam como difusores e produtores de conhecimento, apoiando processos de inovação em diversos setores. Em seguida, o estudo delimita empiricamente o grupo dos SIC no Brasil, analisa sua participação em receita, emprego, qualificação da mão de obra e concentração regional, evidenciando forte presença na Região Metropolitana de São Paulo e crescimento expressivo entre 1998 e 2002. O capítulo também avalia, com base em dados da PAS, PIA, Pintec e Rais, a possível relação entre o uso de serviços intensivos em conhecimento e a inovação industrial, identificando indícios de que empresas inovadoras tendem a valorizar e demandar mais esses serviços. Conclui que os SIC representam um campo analítico promissor e um potencial eixo de políticas públicas voltadas ao desenvolvimento produtivo e à inovação.
  • Publicação
    Dinâmica da produtividade do setor de serviços no Brasil : uma abordagem microeconômica
    (Ipea, 2006) Silva, Alexandre Messa; Instituto de Pesquisa Econômica Aplicada; Alexandre Messa Silva
    Analisa, sob uma perspectiva microeconômica, a dinâmica da produtividade no setor de serviços brasileiro entre 1998 e 2002, destacando o papel crescente dessas atividades na economia, as dificuldades históricas de mensuração de seus produtos e insumos e o impacto de diferentes padrões tecnológicos e competitivos sobre o desempenho agregado. O autor revisita debates clássicos, como o “Paradoxo de Solow” e a teoria da “doença dos custos” de Baumol, contrapondo‑os a abordagens mais recentes que ressaltam o papel dos serviços intermediários e intensivos em tecnologia no aumento da produtividade. Utilizando microdados da PAS/IBGE e da Rais/MTE, o estudo investiga a heterogeneidade entre firmas, a contribuição dos efeitos produtividade, racionalização e rotatividade para o desempenho setorial, e revela que, em muitos segmentos, o processo de seleção é ineficiente, com firmas menos produtivas sobrevivendo e entrantes frequentemente exibindo desempenho superior. Os resultados mostram padrões distintos entre setores, indicando que avanços tecnológicos, aprendizado, características de mercado e barreiras à entrada moldam trajetórias produtivas heterogêneas no setor de serviços.
  • Publicação
    A Inovação tecnológica das firmas de serviços no Brasil
    (Ipea, 2006) Luis Claudio Kubota; Instituto de Pesquisa Econômica Aplicada; Luis Claudio Kubota
    Analisa em profundidade os determinantes da inovação tecnológica no setor de serviços brasileiro, destacando o crescente protagonismo dessas atividades na economia e o papel central dos serviços intensivos em conhecimento (KIBS) como indutores de inovação. A partir de referencial teórico internacional e de modelos explicativos como o Reverse Product Cycle e o DIIC, o autor discute as especificidades inovativas dos serviços — marcadas por processos incrementais, interação com clientes, importância das TIC e menor dependência de P&D formal — e utiliza microdados da Paep 2001 para examinar empiricamente a probabilidade de empresas de serviços inovarem, identificando fatores como qualificação da mão de obra, pesquisas de clientes, conectividade, porte da firma, contratação seletiva de serviços especializados e realização interna de atividades de TI. Os resultados evidenciam a heterogeneidade setorial, a maior propensão à inovação em informática, telecomunicações e P&D, e reforçam a relevância das competências internas e das redes de aprendizado interativo para o desenvolvimento tecnológico no setor de serviços.
  • Publicação
    Estrutura e dinâmica do setor de serviços no Brasil
    (Ipea, 2006) Luis Claudio Kubota; Silva, Alexandre Messa; De Negri, João Alberto; Instituto de Pesquisa Econômica Aplicada; Alexandre Messa Silva; João Alberto De Negri; Luis Claudio Kubota
    Apresenta uma análise abrangente da estrutura e da dinâmica do setor de serviços no Brasil, destacando sua crescente importância para o emprego, a produtividade e a inovação na economia nacional. Com base em microdados da PAS, PIA, PAC e Paep, os autores examinam a heterogeneidade do setor, a expansão dos serviços intensivos em conhecimento, sua relação com a difusão tecnológica e sua influência sobre a competitividade das empresas industriais e de serviços. O texto discute ainda a concentração espacial dos serviços, o papel do capital estrangeiro, os impactos das privatizações no setor de telecomunicações, a competitividade das empresas de software e os desafios estruturais dos transportes de cargas. Conclui-se que o setor de serviços é fundamental para o desenvolvimento econômico moderno e apresenta elevado potencial de inovação e produtividade, reforçando a necessidade de políticas públicas integradas voltadas à sua expansão qualificada.
  • Publicação
    O Poder de mercado dos serviços de telecomunicações brasileiros : análise comparativa entre a abordagem da demanda residual e o paradigma estrutura - conduta - desempenho
    (Ipea, 2019) Calza, Humberto Olávio Fiório; Mezadre; Fabiano Mezadre Pompermayer; Coordenação de Pós-Graduação e Capacitação - COPGC; Humberto Olávio Fiório Calza; Fabiano Mezadre Pompermayer; Lobo, Nathalia Almeida Souza
    Mestrado Profissional em Políticas Públicas e Desenvolvimento - Terceira Turma
    O presente trabalho tem por objetivo avaliar o grau de competição dos serviços de telecomunicações no Brasil no mercado de voz, composto pelos serviços de telefonia fixa e telefonia móvel, e no mercado de dados, constituído pelo serviço de banda larga fixa. Para o cumprimento deste objetivo foram utilizadas três abordagens específicas, sendo a primeira delas obtida a partir da construção de uma função de demanda residual, decorrente da análise desenvolvida por Baker e Bresnahan (1988), cujos valores de sua elasticidade inversa representam diretamente o grau de competição do setor em análise, a partir da segmentação dos municípios brasileiros em clusters de renda. A segunda abordagem se deu por meio do paradigma da Estrutura-Conduta-Desempenho (ECD), que é abordagem mais tradicional para avaliação da existência e aferição do poder de mercado de determinado segmento da economia, sendo utilizado o indicador de concentração de mercado Hirchsman-Herfindahl (HHI), também segmentada em municípios por clusters de renda A terceira abordagem foi desenvolvida a partir da construção de uma função de demanda residual, porém segmentada em municípios por categoria competitiva. Os resultados apresentados indicam que a segmentação por clusters utilizada nas duas primeiras abordagens não é a mais adequada para mensurar o poder de mercado dos serviços de telecomunicações, enquanto na segmentação por categoria competitiva, a função de demanda residual apresentou resultados mais robustos em relação a realidade do setor.
  • Publicação
    Including tourism in the input-output matrix of Ceará using the tourism satellite account
    (Ipea, 2025-04) Penna, Christiano Modesto; Saraiva, Francisco Assuero Monteiro; Baca, Maurício Cabrera; Araújo, Luana Lima Bandeira; Christiano Modesto Penna; Francisco Assuero Monteiro Saraiva; Maurício Cabrera Baca; Luana Lima Bandeira Araújo
    This paper makes a first contribution by developing a methodology capable of introducing a specific tourism sector into input-output tables (IOTs) using data from an original IOT and a tourism satellite account. A new IOT is built for the economy of Ceará, Brazil, by applying the proposed methodology. An additional contribution of the paper is what we call “the pull index”. This index can synthesize the indices of forward and backward linkages and their dispersions in a single result. It also can be seen as an alternative index to point out key-sectors for the economy. The results have shown that tourism in Ceará has the fifth highest pull index, being the seventh sector in terms of employment and income multipliers.
  • Livro
    Serviços e desenvolvimento econômico no Brasil : aspectos setoriais e suas implicações
    (Instituto de Pesquisa Econômica Aplicada (Ipea), 1974) Almeida, Wanderly J. Manso de
    Busca uma caracterização detalhada da atividade terciária no Brasil e investiga suas implicações no processo de desenvolvimento, procurando ainda enfatizar a situação recente da economia brasileira. A abordagem escolhida coloca em evidência os aspectos do crescimento do produto e da força de trabalho, bem como as perspectivas de absorção de mão-de-obra nas atividades terciárias. As conclusões da análise estão resumidas e ponderadas no final do volume, e destacam a problemática do emprego no País, oferecendo várias sugestões de política, de grande interesse prático.
  • Livro
    Dinâmica do setor serviços no Brasil : emprego e produto
    (Instituto de Pesquisa Econômica Aplicada (Ipea), 1973) Almeida, Wanderly J.M. de; Silva, Maria da Conceição
    Parte de uma análise das idéias mais comumente aceitas e/ou vulgarizadas entre estudiosos da economia política, com base nas investigações elaboradas por pesquisadores de diversos países, fornecendo os fundamentos para a caracterização e compreensão do comportamento do Setor Terciário no Brasil. Do ponto de vista da distribuição regional, as atividades terciárias acham-se concentradas nas Regiões Sul e Sudeste do país. Sendo observada tanto na geração do produto, quanto na absorção de mão-de-obra, tendo ocorrido nos últimos decênios um agravamento desse desequilíbrio entre as regiões.
  • Publicação
    Análises situacionais e retrospectiva : setor de serviços
    (Instituto de Pesquisa Econômica Aplicada (Ipea), 2025-01) Brasil. Instituto de Pesquisa Econômica Aplicada (Ipea)
    Este texto tem como objetivo apresentar um panorama conciso da relevância e da evolução da participação do setor de serviços nas estruturas produtiva e ocupacional brasileiras entre 2012 e 2022. Além disso, destaca a heterogeneidade estrutural desse setor, as transforma¬ções em sua composição resultantes da evolução tecnológica e os impactos que ele exerce na configuração das classes sociais no país. Por fim, são apresentadas as principais oportu¬nidades emergentes no setor de serviços brasileiro.
  • Livro
    Ciência e tecnologia : redefinindo o papel das agências federais
    (Centro Nacional de Recursos Humanos (Brasil), 1983) Castro, Cláudio de Moura
    Analisa o perfil das agências de fomento de Ciência e Tecnoloioga : CNPq, FINEP e CAPES. Houve significativo avanço na ciência e tecnologia no Brasil durante a década de 1970, mas esse progresso evidenciou deficiências na estrutura governamental que organiza e financia o sistema. Problemas incluem tarefas mal distribuídas, superposições de funções e ineficiência no uso de recursos. Para modernizar o sistema, foram estabelecidos objetivos como delimitar melhor os papéis das agências, explorar suas vantagens comparativas, premiar a excelência e a relevância, e reduzir a imprevisibilidade que afeta a comunidade acadêmica. Entre as mudanças propostas, destaca-se o CNPq concentrando-se no financiamento científico, eliminando ações indutoras; a FINEP focando em tecnologia e projetos de grande porte; e a CAPES fortalecendo seu papel no financiamento da infraestrutura e na coordenação da pós-graduação.
REPOSITÓRIO DO CONHECIMENTO DO IPEA
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