Demografia. População

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  • Publicação
    A Agenda urbana na escala supramunicial : estudo para uma hierarquia dos arranjos institucionais para políticas públicas
    (Ipea, 2026-04) Marguti, Bárbara Oliveira; Marco Aurélio Costa; Araujo Júnior, Edmar Augusto Santos de; Lui, Lizandro; Funari, Armando Palermo; Diretoria de Estudos e Políticas Regionais, Urbanas e Ambientais - DIRUR; Bárbara Oliveira Marguti; Marco Aurélio Costa; Edmar Augusto Santos de Araujo Júnior; Lizandro Lui; Armando Palermo Funari
    Relatório Institucional
    O relatório analisa a agenda urbana na escala supramunicipal no Brasil, com foco nos arranjos institucionais formados por grupos de municípios (como regiões metropolitanas, aglomerações urbanas e Rides). O objetivo central é propor uma hierarquização e tipologia desses arranjos, alinhando-os aos arranjos populacionais reais, para melhorar o planejamento, a governança e o financiamento das políticas públicas. O estudo também identifica fragilidades institucionais, econômicas e de gestão nesses territórios e propõe instrumentos mais adequados para o desenvolvimento urbano integrado, contribuindo para a formulação da Política Nacional de Desenvolvimento Urbano (PNDU).
  • Publicação
    Social and economic impacts of traffic accidents in Brazilian urban agglomerations : executive report
    (Ipea, 2004) Instituto de Pesquisa Econômica Aplicada; Associação Nacional de Transportes Públicos (Brasil); Instituto de Pesquisa Econômica Aplicada; Associação Nacional de Transportes Públicos (Brasil)
    Quantifica quais são os custos relacionados aos acidentes de trânsito nas aglomerações urbanas do Brasil. Dada à complexidade do fenômeno e a sua abrangência espacial, prioriza aspectos mais claramente identificáveis do problema e baseia-se em dados coletados em algumas cidades e instituições de trânsito e saúde pública que têm tradição na sua análise. A partir desses levantamentos, estima os custos e faz extrapolações para o âmbito nacional.
  • Publicação
    Solo és mãe : como o mercado de trabalho penaliza mulheres chefes de família com filhos e sem cônjuge no Brasil
    (Ipea, 2025) Ramos, Mariene de Queiroz; Carlos Henrique Leite Corseuil; Marcos Hecksher; Coordenação de Pós-Graduação e Capacitação - COPGC; Mariene de Queiroz Ramos; Rute Imanishi Rodrigues; Fernando Gaiger Silveira; Carlos Henrique Leite Corseuil; Marcos Hecksher
    Mestrado Profissional em Políticas Públicas e Desenvolvimento - Sexta Turma
    O aumento da feminização da chefia familiar no Brasil evidencia a necessidade de compreender as especificidades dos diferentes arranjos domiciliares. Diante disso, esta dissertação investiga as penalidades pela maternidade enfrentadas por mães solo chefes de domicílio no mercado de trabalho brasileiro. Utilizando dados da PNAD Contínua 2022 e metodologia alinhada a Kleven et al. (2019, 2024), a análise de 99.436 observações mostra que mães solo enfrentam a maior penalidade salarial entre todos os grupos analisados. A presença de filhos pequenos (0-5 anos) está associada a maior participação laboral, evidenciando um padrão de necessidade econômica. Identifica-se ainda maior precariedade ocupacional para as mães solo, com maior segregação em serviços domésticos (+22,8 p.p.) e menor contribuição previdenciária (-11,5 p.p.). Na dimensão racial, há evidências de que a discriminação atua mais no rendimento que no acesso ao emprego. A combinação de penalidades quantitativas e qualitativas evidencia uma desvantagem integral no mercado de trabalho, com implicações diretas para políticas de cuidado infantil e proteção social.
  • Livro
    Colonização dirigida na Amazônia
    (Ipea, 1992) Almeida, Anna Luiza Ozorio de; Anna Luiza Ozorio de Almeida.
    Série Ipea 135
    O objetivo do texto é contribuir para o debate, levantando o conjunto de informações disponíveis sobre a colonização dirigida na Amazônia durante os anos 70. Este conjunto é apresentado com base numa análise econômica convencional sobre a evolução e a viabilidade econômica da agricultura na fronteira familiar.
  • Livro
    Aspectos regionais da dinâmica demográfica brasileira
    (Ipea, 1969-08) Cataldi, Alberto; Instituto de Pesquisa Econômica Aplicada; Alberto Cataldi
    Questiona se o panorama demográfico brasileiro como um todo pode ser estendido igualmente aos diversos grupos que compõem o potencial humano do País. Ao que parece a resposta deve ser categoricamente negativa. Nem num passado recente (menos de 100 anos), nem no momento atual, os diversos agregados demográficos nacionais mostraram características homogêneas do ponto-de-vista dinâmico e estrutural. Convém observar que grande parte do trabalho está limitada ao período 1940-60, em virtude de que para esse período se conta com maior volume de informação estatística e de analise das cifras censitárias.
  • Publicação
    Ajustes metodológicos para atualização do Índice de Vulnerabilidade Social com base na PNAD Contínua 2023 e compatibilização com o Censo Demográfico 2022
    (Ipea, 2026-02) Teixeira, Laura Cristina Melo; Funari, Armando Palermo; Effgen, Julia Frederica; Cleandro Henrique Krause; Diretoria de Estudos e Políticas Regionais, Urbanas e Ambientais - DIRUR; Laura Cristina Melo Teixeira; Armando Palermo Funari; Julia Frederica Effgen; Cleandro Henrique Krause
    Nota Técnica Dirur 54
    Este texto tem como finalidade apresentar as alterações metodológicas aplicadas à série do Índice de Vulnerabilidade Social (IVS) calculada a partir dos dados da Pesquisa Nacional por Amostra de Domicílios Contínua (PNAD Contínua) do Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE) e seus efeitos sobre os resultados obtidos. Os ajustes metodológicos trazidos são majoritariamente fruto do trabalho de estudo realizado em preparação para o processamento dos dados do Censo Demográfico 2022 do IBGE, cujo calendário de divulgação originalmente indicava disponibilidade de resultados para o cálculo do IVS no segundo semestre de 2025, previsão esta frustrada, sem nova data estabelecida no momento da publicação deste texto.
  • Publicação
    BRICS - cities and the issue of social mobility : attraction of capital and the right to the city
    (Ipea, 2014) Veloso, Sérgio; Sérgio Veloso
    Analisa a relação entre urbanização e mobilidade social nas cidades dos países do BRICS. O autor argumenta que centros urbanos concentram oportunidades econômicas e educacionais, mas também reproduzem desigualdades estruturais. O texto discute como políticas urbanas, acesso a transporte, educação e mercado de trabalho influenciam trajetórias individuais de mobilidade social. Sustenta que cidades podem atuar como motores de ascensão social quando combinam crescimento econômico com inclusão institucional. Conclui que políticas integradas são fundamentais para promover mobilidade social sustentável.
  • Publicação
    Rapid urbanization in India : the challenge of planning the mega cities
    (Ipea, 2014) Shah, Jagan; Jagan Shah
    Examina os impactos da rápida urbanização na Índia, com foco nos desafios enfrentados pelas megacidades em termos de planejamento urbano, infraestrutura e inclusão social. O autor argumenta que o crescimento populacional acelerado e a migração rural-urbana pressionam serviços públicos, habitação, mobilidade e saneamento. O texto destaca que a ausência de planejamento integrado agrava problemas de desigualdade espacial e precariedade habitacional. Analisa políticas urbanas implementadas pelo governo indiano, avaliando seus avanços e limitações. Conclui que o desenvolvimento urbano sustentável requer coordenação institucional, investimento em infraestrutura básica e políticas voltadas à inclusão de populações vulneráveis.
  • Publicação
    Character of urbanization in Africa : the fate of megacities
    (Ipea, 2014) Vasiliev, Alexey; Alexey Vasiliev
    Analisa o processo de urbanização no continente africano, enfatizando a rápida expansão das megacidades e seus impactos socioeconômicos. O autor argumenta que o crescimento urbano africano apresenta características distintas das observadas em processos históricos europeus ou asiáticos, sendo frequentemente marcado por expansão desordenada, informalidade e fragilidade institucional. A urbanização ocorre, muitas vezes, sem a correspondente industrialização, o que limita a geração de empregos formais e amplia desigualdades sociais. O texto examina desafios relacionados à infraestrutura urbana, acesso a serviços públicos, habitação e mobilidade, destacando a vulnerabilidade das populações residentes em assentamentos informais. Também aborda o papel das políticas públicas e da cooperação internacional na promoção de planejamento urbano sustentável. O autor sustenta que, apesar dos desafios estruturais, as megacidades africanas podem se tornar polos dinâmicos de desenvolvimento caso haja investimentos estratégicos em infraestrutura, governança e inclusão social. Conclui que o futuro da urbanização africana dependerá da capacidade dos Estados de coordenar políticas urbanas integradas e de fortalecer instituições locais.
  • Publicação
    Tópicos em econometria espacial para dados cross-section
    (Ipea, 2011) Carvalho, Alexandre Xavier Ywata; Albuquerque, Pedro Henrique Melo; Alexandre Xavier Ywata Carvalho; Pedro Henrique Melo Albuquerque
    Apresenta uma introdução abrangente aos principais modelos e técnicas de econometria espacial aplicados a dados cross-section, destacando o rápido avanço das ferramentas analíticas voltadas ao tratamento de bases georreferenciadas. Os autores discutem três abordagens empíricas — estruturalista, experimentalista e descritiva — situando os estudos regionais principalmente nesta última, mas ressaltando oportunidades de expansão para métodos mais robustos de identificação causal. O texto detalha modelos espaciais paramétricos amplamente utilizados, como SAR, SEM e SARMA, enfatizando suas formulações, interpretações, métodos de estimação por máxima verossimilhança, limitações e críticas teóricas. São apresentados ainda testes para detecção de dependência espacial, incluindo o I de Moran, o teste de Kelejian-Robinson e estatísticas baseadas em Wald, razão de verossimilhança e multiplicadores de Lagrange. O capítulo avança para técnicas de estimação robustas frente à endogeneidade e autocorrelação, como o estimador S2SLS de Kelejian e Prucha e o método de momentos generalizado com correção espacial de Conley, aplicável inclusive a modelos não lineares. Por fim, destaca a relevância crescente das metodologias espaciais para o entendimento de fenômenos regionais e urbanos, reconhecendo desafios teóricos, computacionais e empíricos ainda presentes na área.
  • Publicação
    Economia urbana e mercado de habitação
    (Ipea, 2011) Vanessa Gapriotti Nadalin; Vanessa G. Nadalin
    Apresenta uma visão abrangente da economia urbana e do mercado de habitação, discutindo como a estrutura espacial das cidades e o funcionamento dos mercados imobiliários são moldados por decisões de localização de famílias e firmas, custos de transporte, preços da terra e características específicas dos imóveis. A autora revisa modelos clássicos de cidades monocêntricas (Alonso-Muth-Mills) e policêntricas (Fujita–Ogawa; Henderson–Mitra), explicando como eles descrevem padrões intraurbanos de uso do solo e descentralização de empregos. Em seguida, explora profundamente o mercado de habitação como um bem durável, heterogêneo e indivisível, abordando modelos de filtragem (Sweeney), dinâmica de estoques de qualidade, taxa de vacância, preços hedônicos e imóveis como ativos. O texto também trata de imperfeições de mercado, informalidade (favelas e cortiços), pobreza urbana, espraiamento urbano, mobilidade residencial, amenidades e submercados habitacionais, além de aplicações empíricas para o contexto brasileiro. Conclui destacando limites dos modelos tradicionais e a importância de integrar teoria urbana, políticas públicas, finanças habitacionais e planejamento urbano para enfrentar desafios como segregação, transporte, sustentabilidade e habitação de baixa renda.
  • Publicação
    Uma Breve incursão em aspectos regionais da Nova Geografia Econômica
    (Ipea, 2011) Cruz, Bruno de Oliveira; Bruno de Oliveira Cruz
    Apresenta uma síntese acessível e sistemática da Nova Geografia Econômica (NGE), destacando sua contribuição para compreender como forças econômicas endógenas moldam a distribuição espacial das atividades produtivas. A partir de modelos que combinam rendimentos crescentes, concorrência imperfeita, custos de transporte e mobilidade de fatores, a NGE busca explicar por que atividades tendem a se concentrar ou se dispersar no território, mesmo assumindo um espaço inicialmente homogêneo. O texto revisa três vertentes centrais — efeito de mercado interno, modelos centro‑periferia e curvas de desigualdade em forma de sino — discutindo sua lógica, resultados e implicações, inclusive para integração econômica, políticas regionais e possíveis padrões de aglomeração. Também aborda testes empíricos, críticas metodológicas e o impacto da NGE no debate brasileiro, concluindo que essa literatura, embora poderosa para investigar desigualdades regionais, precisa ser aplicada com cautela, considerando escalas, estruturas produtivas e especificidades do desenvolvimento.
  • Publicação
    Crescimento econômico, convergência de renda e elementos espaciais
    (Ipea, 2011) Carlos Wagner de Albuquerque Oliveira; Rodrigues Júnior, Waldery; Carlos Wagner A. Oliveira; Waldery Rodrigues
    Discute a evolução dos estudos sobre convergência de renda entre países e regiões, examinando a consistência dos conceitos de β‑convergência (condicional e não condicional) e σ‑convergência, bem como as limitações metodológicas inerentes a cada abordagem. A partir dos modelos de crescimento econômico, ressalta-se que a convergência depende das condições iniciais e dos determinantes estruturais do crescimento — capital humano, capital físico, demografia, instituições e heterogeneidades persistentes — o que exige modelos econométricos robustos, como painéis com efeitos fixos, correção de endogeneidade e análise de processos estocásticos. O texto revisa críticas sobre falácia de Galton, múltiplos regimes de crescimento, clubes de convergência e não linearidades, além de destacar a relevância de metodologias baseadas em distribuição de probabilidades e séries temporais. Na parte aplicada, apresenta amplo debate empírico sobre o Brasil, mostrando que os estudos chegam a resultados divergentes: alguns identificam convergência entre estados, enquanto outros encontram persistência ou ampliação de desigualdades regionais, revelando que o fenômeno depende fortemente do período, metodologia e variáveis de controle utilizadas. O capítulo conclui que compreender a dinâmica regional brasileira exige instrumentos econométricos adequados, atenção às características estruturais e cuidado na interpretação dos indicadores de convergência.
  • Publicação
    Teorias de desenvolvimento territorial
    (Ipea, 2011) Matteo, Miguel; Matteo, Miguel; Miguel Matteo
    Apresenta as principais teorias de desenvolvimento territorial, concebendo o território não apenas como suporte físico, mas como construção social resultante das relações econômicas, políticas e culturais que nele se materializam. Partindo da crise do modelo fordista e da consequente transformação dos padrões produtivos, o texto revisita duas grandes vertentes explicativas pós‑anos 1950: a especialização flexível — com ênfase nos distritos industriais marshallianos, na inovação schumpeteriana e nas city‑regions de Scott, Storper, Agnew e Soja — e a metrópole terciária, estruturada pela globalização, pelas ideias de Castells (espaço de fluxos) e pelas cidades globais de Saskia Sassen. Essas abordagens são examinadas criticamente, apontando suas limitações, especialmente o insuficiente reconhecimento dos processos históricos, institucionais e sociais que moldam cada território; a tendência à generalização de modelos originados em contextos específicos; e a desconsideração do papel dos Estados nacionais na regulação e na produção do espaço. O capítulo conclui que análises territoriais robustas devem integrar estrutura produtiva, dinâmica social e trajetória histórica.
  • Publicação
    Firmas de serviços exportadoras : um estudo sobre setores selecionados
    (Ipea, 2006) Moreira, Sérvulo Vicente; Alves, Patrick Franco; Luis Claudio Kubota; Instituto de Pesquisa Econômica Aplicada; Sérvulo Vicente Moreira; Patrick Franco Alves; Luis Claudio Kubota
    Analisa a dinâmica das firmas brasileiras de serviços exportadoras, contextualizando o comércio exterior de serviços como um campo complexo, regulado e crescente na economia mundial. Os autores destacam que os serviços representam cerca de 30% do comércio global e que países em desenvolvimento respondem por aproximadamente 20% das exportações mundiais. No Brasil, historicamente resistente à inclusão dos serviços nas negociações multilaterais do Gatt/OMC, o conhecimento sobre esse comércio ainda é limitado, embora entidades privadas tenham intensificado seu interesse pela agenda de liberalização. Com base em modelos probabilísticos (probit), o estudo busca identificar determinantes microeconômicos associados à probabilidade de exportação em firmas dos setores de audiovisual, informática, transportes e telecomunicações. Os resultados mostram que variáveis como escala (receita líquida), dotação de fatores (escolaridade e remuneração da mão de obra) e características estruturais (origem do capital controlador), controladas por localização e setor, contribuem significativamente para diferenciar firmas exportadoras de não‑exportadoras, reforçando a literatura que relaciona exportações a tamanho, tecnologia e qualificação.
  • Publicação
    Organização territorial dos serviços no Brasil : polarização com frágil dispersão
    (Ipea, 2006) Domingues, Edson Paulo; Ruiz, Ricardo Machado; Moro, Sueli; Lemos, Mauro Borges; Instituto de Pesquisa Econômica Aplicada; Edson Paulo Domingues; Ricardo Machado Ruiz; Sueli Moro; Mauro Borges Lemos
    Analisa a organização territorial dos serviços no Brasil, investigando como esses estabelecimentos se distribuem espacialmente e como se articulam com a estrutura produtiva e urbana dos municípios. Utilizando dados regionalizados da PAS 2000 combinados à RAIS e à PIA, o estudo revela um padrão de forte polarização em torno das regiões metropolitanas — especialmente São Paulo, Rio de Janeiro, Belo Horizonte, Porto Alegre, Curitiba e Brasília — que concentram a maior parte do valor adicionado, massa salarial e diversidade setorial dos serviços. As análises mostram que os serviços são ainda mais concentrados do que a indústria, com apenas 134 municípios respondendo por cerca de 90% da massa salarial do setor. O trabalho também identifica diferenças de comportamento entre grupos de serviços: os produtivos e pessoais apresentam alta dependência da escala urbana local, os de transporte são mais dispersos pela natureza móvel da demanda, e os de comunicação ocupam posição intermediária. Modelos econométricos hierárquicos indicam que fatores como densidade populacional, diversidade de serviços, presença de setores industriais difusores de tecnologia e quocientes locacionais de informática influenciam significativamente a localização e o desempenho das empresas. O estudo conclui que políticas de desenvolvimento regional que busquem maior desconcentração devem articular estratégias industriais, tecnológicas e urbanas, com foco em atividades intensivas em conhecimento capazes de atrair serviços de maior produtividade.
  • Livro
    Êxodo rural para o exterior : nota técnica
    (Ipea, 1991-09) Porto, Célio Brovino; Henz, Renato Antonio; Instituto de Pesquisa Econômica Aplicada; Companhia Nacional de Abastecimento (Brasil); Célio Brovino Porto; Renato Antônio Henz
    Oferece um parecer técnico aos investimentos agrícolas de brasileiros nos países do Mercosul, como forma de garantir o abastecimento no mercado brasileiro e de reduzir o preço da terra no Brasil. Equaliza o preço deste fator de produção. Quanto à produção agrícola, os produtos mais acentuados são o arroz e a soja. 40 (por cento) da produção de arroz no Uruguai é realizada por brasileiros e 40 (por cento) da produção de soja no Paraguai é atribuida aos brasileiros. Assim ocorre a expulsão da mão-de-obra da propriedade familiar, dando origem ao desbravamento de fronteiras agrícolas e emigração em países vizinhos.
  • Publicação
    Estimação da perda de produção devido a mortes por causas externas nas cidades brasileiras
    (Ipea, 2007) Daniel Ricardo de Castro Cerqueira; Diretoria de Estudos e Políticas Regionais, Urbanas e Ambientais - DIRUR; Alexandre Xavier Ywata Carvalho; Daniel Cerqueira
    A violência no Brasil é reconhecidamente um dos maiores problemas atualmente enfrentados pela sociedade. Esse problema incorre em diversos custos econômicos, além obviamente dos inestimáveis custos decorrentes da perda de vidas. Entre esses custos econômicos, incluem-se custos de tratamentos de saúde, da manutenção da máquina policial, de perda de produção. Esse último tipo de custo é o foco deste trabalho, onde é apresentada uma metodologia para estimar a perda de produção devido a mortes violentas nas áreas urbanas brasileiras, a partir de bases de dados de renda dos trabalhadores do IBGE e da base de dados de óbitos do Ministério da Saúde. Para combinar informações dessas duas bases de dados, inicialmente são aplicados procedimentos de regressão não-paramétrica para estimar curvas médias de rendimento anual dos trabalhadores. Essas curvas são então utilizadas para estimar a perda de produção para determinadas categorias dos registros de óbitos. Incluem-se nessa análise ajustes para contabilizar para a tábua de sobre vivência da população em geral.
  • Publicação
    Migração e diferenciais de renda : teoria e evidências empíricas
    (Ipea, 2007) Carlos Wagner de Albuquerque Oliveira; Ellery Junior, Roberto de Goes; Pinheiro, Danielle Sandi; Diretoria de Estudos e Políticas Regionais, Urbanas e Ambientais - DIRUR; Carlos Wagner de Albuquerque Oliveira; Roberto Ellery Jr.; Danielle Sandi
    A concentração dos fatores de produção afeta o padrão de desenvolvimento regional, mas a distribuição espacial desses fatores também depende do desenvolvimento da região. Esse aspecto circular determina a influência da oferta de bens e serviços sobre preços e salários que, por sua vez, interfere na oferta e demanda por mão-de-obra. Neste trabalho se discute a pertinência do uso de políticas de desenvolvimento regional como forma de reduzir as disparidades de renda entre as regiões brasileiras, com foco nas questões relacionadas à migração de trabalhadores. A discussão inicia-se com uma digressão histórica dos fluxos migratórios tanto em nível mundial quanto em nível de Brasil. Em seguida é feita um breve comentário de como os modelos teóricos abordam a questão da migração e como eles relacionam essa questão com os problemas de crescimento eco nômico. Faz-se uma rápida incursão pelas clássicas teorias do comércio internacional, observando como essas teorias abordam a questão do movimento de fatores de produção, suas respectivas remunerações e seus efeitos sobre o crescimento econômico. Encerra-se a discussão histórico- teórica com um pequeno ensaio sobre o modelo desenvolvido em Matsuyama e Takahashi (1998) cuja finalidade é investigar a sensibilidade do índice relativo de padrão de vida para uma dada alteração na proporção da população de uma região em relação às outras regiões.
REPOSITÓRIO DO CONHECIMENTO DO IPEA
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