Journal Issue:
Pesquisa e Planejamento Econômico (PPE): v. 38, n. 02, ago. 2008

Loading...
Thumbnail Image

item.page.format.extent

item.page.description.firstpage

item.page.description.lastpage

item.page.date.issued

Publication data

item.page.series.date

item.page.events.date

item.page.organization.date

item.page.date.submitted

item.page.project.date

item.page.description.edition

Language

por

item.page.coverage.spatial

item.page.coverage.temporal

item.page.location.country

BR

organization.page.location.country

item.page.type.events

item.page.type

item.page.degree.level

item.page.source.urlsource

ISBN

ISSN

dARK

item.page.project.ID

item.page.project.productID

Copyright Holder

Instituto de Pesquisa Econômica Aplicada (Ipea)

Access to Information

Acesso Aberto

Terms of Use

É permitida a cópia, reprodução e distribuição de textos, imagens, dados e demais arquivos, no todo ou em parte, em qualquer formato ou meio desde que sejam observadas as seguintes regras: a) O uso do material copiado se destina apenas para fins educacionais, de pesquisa, pessoal, circulação interna ou outros usos não comerciais. Reproduções para fins comerciais são proibidas; b) O material deve ser reproduzido sem sofrer qualquer alteração ou edição de conteúdo em relação ao original; e c) A reprodução deve ser acompanhada da citação da fonte, no seguinte formato: Fonte: PPE (http://ppe.ipea.gov.br).

item.page.title.alternative

item.page.organization.alternative

item.page.name.variant

item.page.contributor.editor

item.page.relation.ispartofseries

item.page.description.abstract

Pesquisa e Planejamento Econômico (PPE) é uma publicação quadrimestral com análises teóricas e empíricas sobre uma ampla gama de temas relacionados à economia brasileira. Estabelecida em 1971 sob o título Pesquisa e Planejamento, PPE é publicada em abril, agosto e dezembro.

item.page.description.abstractalternative

Pesquisa e Planejamento Econômico (PPE) publishes theoretical and empirical research on a broad range of topics related to the Brazilian economy. Established in 1971, under the name Pesquisa e Planejamento, PPE is currently published three times a year, in April, August and December.

organization.page.description

person.page.description

Email Address

person.page.identifier.orcid

person.page.identifier.lattes

person.page.identifier.gsid

person.page.identifier.rid

person.page.identifier.scopus-author-id

project.page.project.description

project.page.project.productdescription

item.page.subject.vcipea

item.page.subject.otherlanguages

Citation

URI

item.page.description.version

Description

item.page.description.series

item.page.relation.replaces

Final version of this publication

organization.page.relation.references

Events

Projects

Journals

Volumes

News

relationships.JournalIssue.issBookOfJournalIssue.Book

Publications

Item type:Publication,
Liberalização comercial, mudanças tecnológicas e mercado de trabalho no Brasil
(Instituto de Pesquisa Econômica Aplicada (Ipea), 2008-08) Hernández, Beatriz C. Muriel
O artigo estuda o impacto da liberalização comercial sobre o mercado de trabalho na economia brasileira durante 1989-1998, com base no arcabouço teórico de Heckscher-Ohlin-Samuelson (HOS). A contribuição mais importante à literatura é a inclusão dos significativos ganhos de produtividade que experimentou o país, junto com o processo de abertura comercial, como segundo fator explicativo dos salários e do emprego. Estimam-se os testes consistency check e mandated wages derivados de HOS para as manufaturas brasileiras. Na tarefa de estudar o impacto da abertura sobre o emprego, isolando os choques tecnológicos, propõem-se dois testes adicionais. O primeiro é um teste de consistência que relaciona as mudanças do produto e o uso de trabalho por qualificação; e o segundo estima as mudanças médias da utilização dos fatores na produção derivadas da abertura comercial. Os resultados encontrados mostram que tanto a abertura comercial quanto as mudanças tecnológicas tiveram efeitos significativos sobre o mercado de trabalho brasileiro, sendo amplamente consistentes com HOS. A liberalização comercial diminuiu a desigualdade na distribuição da renda (mensurada pelo prêmio salarial por qualificação) e expandiu o emprego nas indústrias intensivas no trabalho menos qualificado; entretanto os choques tecnológicos tiveram efeitos contrários sobre o mercado de trabalho.
Item type:Publication,
Uma Perspectiva microeconométrica do salário de reserva e do desemprego na década de 1990 no Brasil
(Instituto de Pesquisa Econômica Aplicada (Ipea), 2008-08) Silva, Victor Hugo de Oliveira; Carvalho, José Raimundo
O objetivo do presente estudo é analisar a atividade de busca por emprego dos trabalhadores desempregados no mercado de trabalho brasileiro na década de 1990, utilizando-se como base de dados a Pesquisa de Padrão de Vida (PPV), do Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE), de 1996-1997. Duas metodologias econométricas são aplicadas: primeiro, estima-se uma equação de salários por Mínimos Quadrados em Dois Estágios (MQ2E) e observa-se que o salário de reserva diminui à medida que a duração do desemprego aumenta, portanto, oferecendo pela primeira vez uma evidência empírica para a hipótese da não-estacionariedade do salário de reserva. Segundo, estima-se a função risco empírica a partir dos modelos de risco proporcional e verifica-se que o risco de sair do desemprego é mais sensível ao salário de reserva quando comparado aos valores estimados para outros países. Os resultados evidenciam o papel fundamental que o modelo de busca, baseado na noção do salário de reserva, possui na estimação dos determinantes do desemprego no Brasil na década de 1990.
Item type:Publication,
Assimetria cíclica na política fiscal dos estados brasileiros
(Instituto de Pesquisa Econômica Aplicada (Ipea), 2008-08) Rocha, Fabiana Fontes; Giuberti, Ana Carolina
O objetivo deste artigo é estudar a política fiscal dos estados brasileiros durante o período 1997-2004 no que diz respeito às seguintes questões: a política fiscal tem sido sistematicamente contracíclica ou pró-cíclica? A política fiscal é assimétrica ao longo do ciclo econômico? As evidências obtidas indicam que a política fiscal dos governos estaduais é pró-cíclica e assimétrica. Além disso, a adoção da Lei de Responsabilidade Fiscal (LRF) tornou a política fiscal pró-cíclica mais fraca e também simétrica.
Item type:Publication,
Ciclos de negócios em uma perspectiva não-linear: modelo auto-regressivo de “transição suave” para o índice geral de produção industrial brasileiro e bens de capital
(Instituto de Pesquisa Econômica Aplicada (Ipea), 2008-08) Faleiros, João Paulo Martin; Alves, Denisard Cneio de Oliveira
O objetivo deste artigo é investigar os aspectos e conseqüências da não-linearidade no índice geral de produção industrial e índice de produção de bens de capital brasileiro, que podem ser adequadamente descritos pelo modelo Smooth Transition Autoregressive (STAR). Essa família de modelos incorpora um comportamento assimétrico permitindo aos ciclos de negócios alternarem endogenamente entre diferentes tipos de regimes. Além do mais, um teste é realizado com vistas a distinguir entre não-linearidade e additive outliers (AO). Os resultados são interpretados por meio das raízes do polinômio característico, que provê informações relevantes a respeito das propriedades dinâmicas, e também pela extrapolação determinística da estimativa do modelo STAR. Conclui-se que a produção geral da indústria e a produção de bens de capital transitam de um momento de profunda recessão para uma situação de crescimento positivo de modo violento.
Item type:Publication,
O investimento em infra-estrutura no Brasil : histórico recente e perspectivas
(Instituto de Pesquisa Econômica Aplicada (Ipea), 2008-08) Frischtak, Cláudio Roberto
O objetivo deste trabalho é dimensionar os investimentos públicos e privados em infra-estrutura no Brasil, em termos agregados, bem como nos setores de saneamento, telecomunicações, transporte – nos seus diferentes modais – e energia elétrica, e estabelecer seus determinantes. Em anos recentes o país vem investindo cerca de 2% do Produto Interno Bruto (PIB), dividido igualmente entre público e privado, percentual modesto quando comparado ao das economias emergentes e desenvolvidas, e insuficiente mesmo para repor o capital fixo. A causa fundamental parece ser uma falha maciça de Estado tanto no planejamento, financiamento e execução dos investimentos – muitos dos quais complementares aos investimentos privados – conjugada com fragilidade institucional e incerteza do ambiente regulatório.
REPOSITÓRIO DO CONHECIMENTO DO IPEA
Redes sociais