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Pesquisa e Planejamento Econômico (PPE): v. 30, n. 01, abr. 2000

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Resumo

Pesquisa e Planejamento Econômico (PPE) é uma publicação quadrimestral com análises teóricas e empíricas sobre uma ampla gama de temas relacionados à economia brasileira. Estabelecida em 1971 sob o título Pesquisa e Planejamento, PPE é publicada em abril, agosto e dezembro.

Resumo traduzido

Pesquisa e Planejamento Econômico (PPE) publishes theoretical and empirical research on a broad range of topics related to the Brazilian economy. Established in 1971, under the name Pesquisa e Planejamento, PPE is currently published three times a year, in April, August and December.

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Fluxos bilaterais de comércio e blocos regionais : uma aplicação do modelo gravitacional
Os Determinantes da duração do desemprego em São Paulo
A Evolução das desigualdade de renda e de consumo ao longo do ciclo da vida
Desconcentração industrial no Brasil nos anos 90 : um enfoque regional
Mobilidade ocupacional e rendimentos no Brasil metropolitano : 1991/1996
http://repositorio.ipea.gov.br/handle/11058/5444
http://repositorio.ipea.gov.br/handle/11058/5480
http://repositorio.ipea.gov.br/handle/11058/5481
http://repositorio.ipea.gov.br/handle/11058/5482
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Publicação
Fluxos bilaterais de comércio e blocos regionais : uma aplicação do modelo gravitacional
(Instituto de Pesquisa Econômica Aplicada (Ipea), 2000-04) Piani, Guida; Kume, Honorio
O objetivo deste trabalho é avaliar a evolução dos fluxos bilaterais de comércio internacional entre 44 países e, em particular, os efeitos de acordos preferenciais de seis blocos econômicos, no período 1986/97. Para tal, foi estimada equação de um modelo gravitacional , pela qual é possível comparar o peso da influência de preferências comerciais com o de outros determinantes do comércio, como a proximidade geográfica entre os países, seus níveis de renda absoluta e per capita, adjacência e idiomas comuns. Em adição, foi introduzida uma variável denominada distância relativa , que permite evitar que o comércio mais intenso realizado por países isolados dos mais importantes centros econômicos seja captado pela dummy representativa do bloco regional, superestimando-a, e o contrário, no caso de países muito próximo daqueles centros. A análise é posteriormente segmentada em quatro subperíodos 1986/88, 1989/91, 1992/94 e 1995/97 , para que possam ser examinados os impactos resultantes de acordos mais recentes, como o Nafta e o Mercosul.
Publicação
Os Determinantes da duração do desemprego em São Paulo
(Instituto de Pesquisa Econômica Aplicada (Ipea), 2000-04) Menezes-Filho, Naércio Aquino; Picchetti, Paulo
Este estudo analisa os determinantes da duração do desemprego na região metropolitana de São Paulo em 1997. A descrição inicial dos dados mostra que 52% dos desempregados moravam com os pais, que a idade média dos desempregados era de 27 anos e que 80% tinham entre quatro e 11 anos de estudo. Além do mais, 85% dos desempregados em 1997 deixaram de procurar emprego nos três meses seguintes em que foram entrevistados, sendo que apenas metade destes efetivamente encontrou um outro emprego. Os resultados econométricos mostram que a duração esperada do desemprego é menor para os chefes de família e para os que já trabalharam antes. Além disso, a duração esperada é maior para os de nível educacional mais elevado, para os mais idosos e para aqueles que, no emprego anterior, foram demitidos, tinham emprego no setor formal e trabalharam por mais tempo. Finalmente, a probabilidade condicional de encontrar um novo emprego cresce do primeiro até o sexto mês de desemprego, quando atinge um ponto máximo, decaindo a partir daí.
Publicação
A Evolução das desigualdade de renda e de consumo ao longo do ciclo da vida
(Instituto de Pesquisa Econômica Aplicada (Ipea), 2000-04) Firpo, Sérgio Pinheiro
Com relação à desigualdade de renda, a desigualdade de consumo tende a ser um indicador bem mais fiel da disparidade permanente de recursos disponíveis e de bem-estar entre famílias. Ademais, em teoria, pode-se prever o padrão de evolução temporal da desigualdade para uma mesma coorte. Segundo a hipótese da renda permanente, espera-se que a desigualdade de consumo para uma mesma coorte cresça com o tempo. Caso haja impedimentos à validade dessa hipótese, tais como consumidores prudentes ou restrição de crédito, a desigualdade de consumo passa a depender da evolução da distribuição de renda e de rendimentos do trabalho, podendo, então, crescer ou não com o tempo. Este trabalho apresenta, a partir dos microdados da Pesquisa de Orçamentos Familiares (POF) do IBGE, como evoluíram entre os biênios 1987/1988 e 1995/1996 as desigualdades de renda e de consumo entre famílias no Brasil.Aanálise é feita dividindo-se as famílias segundo a década de nascimento e o grau de instrução do chefe. Os resultados revelam o aumento das desigualdades de renda, da renda do trabalho e de consumo entre os dois períodos observados. Deve-se notar que a evolução da dispersão do consumo tende a ser mais independente da evolução da desigualdade de renda entre coortes mais jovens e com maior nível de capital humano. Tal fato é explicado por uma possível menor restrição a crédito com a qual essas famílias se deparam, quando comparadas com outros grupos educacionais ou coortes. Vale realçar que entre famílias com chefes com baixa educação o aumento da desigualdade de consumo é acompanhado pelo da desigualdade de renda, algo previsto pelos modelos de restrição de crédito.
Publicação
Desconcentração industrial no Brasil nos anos 90 : um enfoque regional
(Instituto de Pesquisa Econômica Aplicada (Ipea), 2000-04) Saboia, João Luiz Maurity
A partir dos dados da Relação Anual de Informações Sociais (Rais), para o período 1989/1997, procura-se verificar os principais movimentos do emprego industrial no país durante a década de 90. São observadas importantes transformações, apontando para o crescimento da indústria no interior dos estados e queda nas capitais e nas regiões metropolitanas. Por outro lado, enquanto o emprego industrial cai nos estados do eixo Sul-Sudeste, há aumento em vários estados do restante do país, especialmente na região Centro-Oeste. Foram destacadas 155 microrregiões com mais de 5 mil empregos industriais, observando-se a multiplicação de pequenas aglomerações nas mais distintas regiões do país. Ao mesmo tempo em que o emprego foi reduzido na maior parte das grandes aglomerações, naquelas de pequeno e médio portes houve grande incidência de crescimento da mão-de-obra empregada na indústria. Observou-se ainda o comportamento dos salários, verificando-se que o crescimento do emprego tende a ocorrer nas microrregiões onde os salários são mais baixos, respaldando a hipótese de que as empresas estão buscando regiões com menores salários, enquanto vantagem competitiva na decisão dos novos locais de produção. Apesar disso, há evidências de que os trabalhadores dessas regiões se beneficiaram com maiores crescimentos salariais durante a década. Finalmente, foi investigada a estrutura industrial das 155 microrregiões pesquisadas, notando-se situações bastante diferenciadas em termos de concentração e diversificação. Há indícios de que o maior crescimento do emprego ocorre com mais freqüência nas regiões onde a indústria é menos diversificada. O artigo sugere, portanto, uma possível mudança no padrão locacional da indústria brasileira, onde aumentaria a importância do interior dos principais estados industrializados e de alguns estados fora do eixo Sul-Sudeste. Por outro lado, estariam surgindo novas aglomerações industriais de pequeno porte nas mais distintas regiões do país, caracterizadas por baixos salários e pequeno nível de diversificação industrial. Uma posição definitiva sobre tais mudanças, entretanto, depende de um acompanhamento da evolução da indústria nos próximos anos e de novos estudos aprofundando o tema.
Publicação
Mobilidade ocupacional e rendimentos no Brasil metropolitano : 1991/1996
(Instituto de Pesquisa Econômica Aplicada (Ipea), 2000-04) Oliveira, Ana Maria Hermeto Camilo de; Machado, Ana Flávia
No Brasil, os anos 90 são marcados por uma reconfiguração do mundo do trabalho que induz mudanças nos níveis e padrões de emprego e salários. Nesse contexto, nosso principal objetivo é analisar a extensão da mobilidade ocupacional no Brasil e enfatizar as diferenças entre perfis masculino e feminino. Investigamos a mobilidade de trabalhadores entre categorias profissionais classificadas por níveis de qualificação e caracterizamos as transições segundo raça, idade e educação. Aplicamos um modelo logístico para calcular probabilidades de transição que caracterizam mobilidade ocupacional ascendente e descendente por gênero, entre 1991 e 1996, utilizando dados de painel da Pesquisa Mensal de Emprego (PME). Nossa discussão inclui uma análise descritiva de perfis de salários relacionada às transições ocupacionais, baseadas em estimativas de parâmetros de equações de salários. Os resultados confirmam a hipótese de que o mercado de trabalho brasileiro absorve de forma diferenciada homens e mulheres classificados por nível de qualificação e indicam probabilidades mais elevadas para a mobilidade ocupacional ascendente entre os homens.

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