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Mercado de Trabalho : Conjuntura e Análise (BMT) : n. 26, fev. 2005

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Resumo

O boletim Mercado de trabalho: conjuntura e análise tem periodicidade semestral e traz uma análise conjuntural do Mercado de trabalho, acompanhada de indicadores e seções temáticas que abordam tanto considerações mais técnicas como questões de cunho político-institucional.

Resumo traduzido

The bulletin Mercado de trabalho: conjuntura e análise is published twice a year. The publication analyses labor market situation reporting a range of indicators. Thematic sessions complements the material combining technical analysis with policy related issues.

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Análise do mercado de trabalho : Mercado de Trabalho n.26 – fev. 2005
O Programa Nacional de Estímulo ao Primeiro Emprego de Jovens
A Experiência do Consórcio Social da Juventude (CSJ) do Rio de Janeiro
Inserção cidadã em rede de jovens no mundo do trabalho : a experiência do consórcio social da juventude de Fortaleza e região metropolitana
A Experiência do consórcio social da juventude da região metropolitana de Salvador
Mercado de trabalho : evolução recente e perspectivas

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Publicação
Apresentação : Mercado de Trabalho n.26 – fev. 2005
(Ipea, 2005-02) Instituto de Pesquisa Econômica Aplicada; Ministério do Trabalho e Emprego; Instituto de Pesquisa Econômica Aplicada; Ministério do Trabalho e Emprego
O ano de 2004 foi bastante positivo para o mercado de trabalho: aumento da ocupação, queda da taxa de desemprego, recuperação dos rendimentos médios reais. Esses resultados começaram a tornar-se mais expressivos em meados do ano, pois nos primeiros meses a retomada da economia ainda era muito recente, estando seu dinamismo restrito aos setores exportadores e produtores de bens de consumo durável. Já no segundo semestre os aumentos da massa salarial, com as rendimentos reais passando a mostrar variações positivas na comparação com 2003, tornaram-se elementos importantes na sustentação de um crescimento com maior participação do consumo doméstico. O final do ano assistiu também à melhoria da qualidade das relações de trabalho, ocorrendo um aumento significativo do número de empregos formais. Para 2005, espera-se a manutenção desse quadro favorável, com o nível de ocupação continuando a crescer e a taxa de desemprego mantendo a tendência de queda. Confirmando-se essas expectativas, as principais questões passam a ser: até onde chegará a recuperação dos rendimentos reais e até que ponto a continuidade do processo de crescimento da economia trará estímulos suficientes para sustentar um processo consistente de formalização dos vínculos de trabalho? A primeira questão é fundamental para as perspectivas de adequação do aparelho produtivo a uma demanda em expansão, enquanto a segunda trará elementos importantes para o debate a respeito da reforma da legislação trabalhista.
Publicação
Análise do mercado de trabalho : Mercado de Trabalho n.26 – fev. 2005
(Ipea, 2005-02) Instituto de Pesquisa Econômica Aplicada; Ministério do Trabalho e Emprego; Instituto de Pesquisa Econômica Aplicada; Ministério do Trabalho e Emprego
O mercado de trabalho mostrou uma evolução bastante positiva em 2004, com aumento do nível de ocupação, ampliação na criação de vagas com carteira assinada e queda da taxa de desemprego. Essa evolução, no entanto, se mostra diferenciada quando se compara o que ocorreu no primeiro semestre e o desempenho que houve na segunda metade do ano. No início de 2004, o mercado de trabalho apenas começava a esboçar os primeiros sinais de recuperação, depois de ter atravessado os piores momentos da política fortemente contracionista que precisou ser posta em prática em 2003; já no segundo semestre, a continuação de uma demanda maior por mão-de-obra levou a sucessivas quedas da taxa de desemprego e a uma melhoria gradual dos rendimentos reais, que passaram a registrar resultados positivos nas comparações com os mesmos meses de 2003. Em relação ao nível de ocupação, a criação de 646 mil postos de trabalho foi resultado da variação positiva consecutiva em 11 dos 12 meses de 2004 [maior período contínuo de criação de vagas desde o início da nova Pesquisa Mensal de Emprego (PME)], com uma diferença muito nítida de comportamento ao longo do ano: enquanto no primeiro semestre houve criação de apenas 68,7 mil vagas, crescimento de 0,4% em relação ao nível de dezembro anterior, no segundo semestre o número de novas vagas passou para 393 mil, ou seja, uma variação de 3,0% sobre o resultado de junho. Com isso, o crescimento da ocupação nos 12 meses de 2004 ficou em 3,4% (dezembro de 2004 contra dezembro de 2003), enquanto na média anual houve uma variação de 3,2% sobre o resultado de 2003.
Publicação
O Programa Nacional de Estímulo ao Primeiro Emprego de Jovens
(Instituto de Pesquisa Econômica Aplicada (Ipea), 2005-02) Andrade, Gladys
Em outubro de 2003, o governo federal lançou o Programa Nacional de Estímulo ao Primeiro Emprego de Jovens (PNPE), tendo como principal objetivo promover a inserção produtiva de jovens de 16 a 24 anos, que provêm de famílias de baixa renda e que, além disso, apresentam pouca escolaridade.
Publicação
A Experiência do Consórcio Social da Juventude (CSJ) do Rio de Janeiro
(Instituto de Pesquisa Econômica Aplicada (Ipea), 2005-02) Scheinvar, Estela; Miranda, Paula Correia de
Podemos iniciar este relato afirmando que todas as entidades envolvidas consideraram da maior importância a iniciativa do Ministério do Trabalho e Emprego (MTE) de promover tanto um projeto que contemplasse jovens em situação de risco, quanto em tê-lo realizado por meio de um consórcio de entidades integrado por organizações da sociedade civil, coordenadas por uma entidade-âncora. Com exclamações como “fantástico”, “a idéia é perfeita”, “maravilhoso”, “importante”, “louvável” expressaram a sua adesão a essa iniciativa ministerial.
Publicação
Inserção cidadã em rede de jovens no mundo do trabalho : a experiência do consórcio social da juventude de Fortaleza e região metropolitana
(Instituto de Pesquisa Econômica Aplicada (Ipea), 2005-02) Vidal, Francisco Antonio Barbosa
A gestão em rede baliza os processos de eficiência, eficácia e efetividade dos projetos de qualificação e de inserção social de jovens carentes pelo trabalho desenvolvidos pelas ONGs que integraram o CSJ em 2004 na cidade de Fortaleza e região metropolitana. Com o objetivo de se instituir um núcleo gestor e articulador em rede, que proporcionasse uma interlocução com o setor privado, órgãos públicos e entidades do terceiro setor, no sentido de potencializar a intermediação de jovens carentes para o mercado de trabalho, foi criada, durante a execução do CSJ, a Agência Social de Inserção em Rede de Jovens no Mercado de Trabalho (Agir), que integrou a configuração estrutural do CSJ-Fortaleza e RMF.

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