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Mercado de Trabalho : Conjuntura e Análise (BMT) : n. 81, abr. 2026

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A edição de número 81 do boletim Mercado de Trabalho: conjuntura e análise (BMT) contém o tradicional texto Análise da conjuntura do mercado de trabalho no Brasil e as seções de Notas técnicas, Política em foco e Economia solidária e políticas públicas.

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MERCADO DE TRABALHO: Conjuntura e Análise. Brasília, DF: Ipea, v. 32, n. 81, abr. 2026. DOI: http://dx.doi.org/10.38116/bmt81

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(Ipea, 2026-04) Instituto de Pesquisa Econômica Aplicada; Ministério do Trabalho e Emprego; Diretoria de Estudos e Políticas Sociais - DISOC; Instituto de Pesquisa Econômica Aplicada; Ministério do Trabalho e Emprego
BMT 81
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BMT 81
O texto Análise da conjuntura do mercado de trabalho no Brasil apresenta os principais indicadores do mercado de trabalho no país para o quarto trimestre de 2025. A trajetória positiva do mercado de trabalho continuou no período analisado. Destacam-se a queda da taxa de desocupação para o menor valor da série histórica da Pesquisa Nacional por Amostra de Domicílios Contínua (PNAD Contínua) e o crescimento da formalidade, com a maior taxa de formalização observada para o quarto trimestre desde 2015, e crescimento significativo nos postos formais tanto nos dados da PNAD quanto do Cadastro Geral de Empregados e Desempregados (Caged). Os setores que mais contribuíram para o crescimento do emprego total foram setores com níveis elevados de formalização, notadamente saúde e educação e informática, financeiro e serviços a empresas.
Publicação
Outras formas de inserção das pessoas trans no mercado de trabalho : microempreendedorismo individual e serviço público
(Ipea, 2026-04) Felipe Vella Pateo; Alberto Luis Araújo Silva Filho; Filipe Matheus Silva Cavalcanti; Diretoria de Estudos e Políticas Sociais - DISOC; Felipe Vella Pateo; Alberto Luis Araújo Silva Filho; Filipe Matheus Silva Cavalcanti
BMT 81
Complementam a análise publicada na edição anterior do BMT, que havia retratado a inserção e as características dessa população no assalariamento formal. O estudo expande o olhar para o microempreendedorismo individual e o serviço público, e conclui que a inserção no MEI, além de mais precária, não compensa o déficit de participação no assalariamento formal, e que o poder público reproduz, de maneira ainda mais acentuada, as desigualdades presentes no setor privado.
Publicação
Inserção das mães solo no mercado de trabalho brasileiro
(Ipea, 2026-04) Ramos, Mariene; Carlos Henrique Leite Corseuil; Marcos Hecksher; Diretoria de Estudos e Políticas Sociais - DISOC; Diretoria de Estudos e Políticas Setoriais, de Inovação, Regulação e Infraestrutura - DISET; Mariene Ramos; Carlos Henrique Corseuil; Marcos Hecksher
BMT 81
Investigam as penalidades enfrentadas pelas mães solo brasileiras, mulheres responsáveis por domicílios com filhos e sem cônjuge, que representam cerca de um quinto dos responsáveis por domicílios no Brasil. O estudo constata que esse grupo está sobrerrepresentado em setores historicamente desvalorizados, como os serviços domésticos, e enfrenta penalidades de rendimento em relação a outros arranjos familiares: as mães com cônjuge já enfrentam penalidade significativa em relação a pais com cônjuge, e as mães solo acumulam desvantagem adicional em relação àquelas. Os autores identificam ainda penalidades na qualidade das ocupações, com menor cobertura previdenciária e menor formalidade do vínculo.
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Dependência e precarização do trabalho no Brasil contemporâneo
(Ipea, 2026-04) Marcell Machado dos Santos; João Vitor Silveira Pereira; Campos, Bernardo Sávio; Diretoria de Estudos e Políticas Sociais - DISOC; Diretoria de Estudos Internacionais - DINTE; Marcell Machado dos Santos; João Vitor Silveira Pereira; Bernardo Sávio Campos
BMT 81
Analisam as mudanças recentes do mercado de trabalho na última década a partir da Teoria Marxista da Dependência, mobilizada como chave explicativa para a condição generalizada da precarização do trabalho no Brasil. O texto argumenta que, embora o período de 2003 a 2013 tenha apresentado melhoras importantes, com recuo da informalidade e valorização do salário-mínimo, esse cenário se reverte a partir de 2015, com o aumento do desemprego, a expansão da plataformização do trabalho e a aprovação da reforma trabalhista e da lei da terceirização, mudanças que os autores situam no contexto do aprofundamento da precarização do trabalho.

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