Fascículo:
Pesquisa e Planejamento Econômico (PPE): v. 45, n. 02, ago. 2015

Carregando...
Imagem de Miniatura

Paginação

Primeira página

Última página

Data de publicação

item.page.series.date

item.page.events.date

Data

Data de defesa

Data

Edição

Idioma

por

Cobertura espacial

Cobertura temporal

País

BR

organization.page.location.country

Tipo de evento

Grau Acadêmico

ISBN

ISSN

dARK

item.page.project.ID

item.page.project.productID

Detentor dos direitos autorais

Instituto de Pesquisa Econômica Aplicada (Ipea)

Acesso à informação

Acesso Aberto

Termos de uso

É permitida a cópia, reprodução e distribuição de textos, imagens, dados e demais arquivos, no todo ou em parte, em qualquer formato ou meio desde que sejam observadas as seguintes regras: a) O uso do material copiado se destina apenas para fins educacionais, de pesquisa, pessoal, circulação interna ou outros usos não comerciais. Reproduções para fins comerciais são proibidas; b) O material deve ser reproduzido sem sofrer qualquer alteração ou edição de conteúdo em relação ao original; e c) A reprodução deve ser acompanhada da citação da fonte, no seguinte formato: Fonte: PPE (http://ppe.ipea.gov.br).

Titulo alternativo

item.page.organization.alternative

Variações no nome completo

Autor(a)

Orientador(a)

Editor(a)

Organizador(a)

Coordenador(a)

item.page.organization.manager

Palestrante / Mediador(a) / Debatedor(a)

Coodenador do Projeto

Resumo

Pesquisa e Planejamento Econômico (PPE) é uma publicação quadrimestral com análises teóricas e empíricas sobre uma ampla gama de temas relacionados à economia brasileira. Estabelecida em 1971 sob o título Pesquisa e Planejamento, PPE é publicada em abril, agosto e dezembro.

Resumo traduzido

Pesquisa e Planejamento Econômico (PPE) publishes theoretical and empirical research on a broad range of topics related to the Brazilian economy. Established in 1971, under the name Pesquisa e Planejamento, PPE is currently published three times a year, in April, August and December.

organization.page.description

Sobre o pesquisador

Endereço de Email

ORCID

Lattes

Google Scholar ID

Web of Science ResearcherID

Scopus ID

Informações sobre o projeto

project.page.project.productdescription

Vocabulário Controlado do Ipea

Palavras-chave traduzidas

Citação

Aviso

Notas

Série / coleção

Versão preliminar

Versão final desta publicação

Faz parte da série

Publicações relacionadas / semelhantes

Crescimento e envelhecimento populacional brasileiro : menos trabalhadores e trabalhadores mais produtivos?
Determinantes das desigualdades na utilização de serviços de saúde : análise para o Brasil e regiões
Tabagismo no Brasil : estimação das elasticidades preço e renda na participação e na demanda por cigarros industrializados
Transmissão intergeracional do trabalho infantil no Brasil
O uso setorial de energia renovável versus não renovável e as emissões de CO2 na economia brasileira : um modelo insumo-produto híbrido para 53 setores
Índice de Desenvolvimento Humano Eficiente : uma mensuração alternativa do bem-estar das nações

organization.page.relation.references

Unidades Organizacionais

Volumes

Publicações

Publicação
Crescimento e envelhecimento populacional brasileiro : menos trabalhadores e trabalhadores mais produtivos?
(Instituto de Pesquisa Econômica Aplicada (Ipea), 2015-08) Jacinto, Paulo de Andrade; Ribeiro, Eduardo Pontual
O objetivo deste estudo é entender os movimentos e a evolução da produtividade do trabalho e do emprego no Brasil ao longo do tempo, em um contexto de restrição da oferta de mão de obra devido ao envelhecimento populacional. A metodologia parte da mensuração da produtividade dos trabalhadores de diferentes grupos etários e coortes, a partir da evolução dos salários médios e dos retornos à escolaridade utilizando os microdados da Pesquisa Nacional por Amostra de Domicílios (Pnad), divulgada pelo Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE), de 1992 a 2009. O método de identificação utilizado segue o modelo popularizado por Deaton e Paxson (1994), que permite identificar os efeitos de coorte, separando-os dos efeitos idade e período sobre salários sob a hipótese de efeitos período cíclicos. Os principais resultados mostram que: i) as gerações mais novas são mais escolarizadas e, com isto, a priori, mais produtivas; ii) as gerações mais novas estão com uma taxa de ocupação significativamente maior do que as mais velhas, embora os mais jovens tenham menor ocupação; iii) a maior escolaridade não está se traduzindo em maiores salários médios, o que pode indicar que o aumento de oferta relativa de trabalhadores qualificados reduziu o rendimento dos trabalhadores mais jovens, em geral, mais escolarizados.
Publicação
Determinantes das desigualdades na utilização de serviços de saúde : análise para o Brasil e regiões
(Instituto de Pesquisa Econômica Aplicada (Ipea), 2015-08) Cambota, Jacqueline Nogueira; Rocha, Fabiana Fontes
O objetivo deste artigo é mensurar e explicar as desigualdades relacionadas à renda na utilização de serviços de saúde (consultas médicas e internações hospitalares) para determinar quais fatores contribuíram para aumentar ou diminuir a desigualdade no cuidado com a saúde, usando dados da Pesquisa Nacional por Amostra de Domicílios (Pnad) 2008, divulgada pelo Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE). Inicialmente foram construídos índices de concentração, sem e com padronização, pelas variáveis de necessidades de saúde (índice de iniquidade horizontal) para o Brasil e suas regiões. Os resultados indicam iniquidade horizontal pró-rico no uso de consultas médicas e maior grau de iniquidade nas regiões Norte e Nordeste. Por outro lado, não são encontradas evidências de iniquidade no uso de internações hospitalares. A decomposição da desigualdade indica que as contribuições de determinantes de necessidade são principalmente pró-pobre, enquanto os determinantes sociais fornecem contribuições mais diversificadas. Renda, escolaridade e plano de saúde contribuem para aumentar a distribuição pró-rico no uso de consultas médicas e reduzir a distribuição pró-pobre no uso de internações hospitalares. A condição de atividade no mercado de trabalho fornece, principalmente, contribuições pró-pobre em razão do maior custo de oportunidade das pessoas economicamente ativas em procurar cuidados de saúde.
Publicação
Tabagismo no Brasil : estimação das elasticidades preço e renda na participação e na demanda por cigarros industrializados
(Instituto de Pesquisa Econômica Aplicada (Ipea), 2015-08) Lampreia, Sarah; Costa, Roberta; Biz, Aline; Silva, Vera Luiza da Costa e; Figueiredo, Valeska de Carvalho; Iglesias, Roberto; Machado, Danielle Carusi; Waltenberg, Fábio Domingues
O objetivo deste artigo é estimar as elasticidades preço e renda da participação e da demanda por cigarro industrializado no Brasil. Políticas de controle do tabagismo se tornaram mais importantes a partir de 2005, quando o país ratificou sua participação na Convenção-Quadro para o Controle do Tabaco (CQCT), se comprometendo no fortalecimento do tema. O estudo das elasticidades pode fornecer importantes contribuições para as políticas públicas. Para estimação das elasticidades se utilizou a Pesquisa Especial do Tabagismo (PETab) de 2008, divulgada pelo Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE). As elasticidades preço e renda da participação foram calculadas com o modelo probit, enquanto o modelo tobit foi usado para estimação das elasticidades da demanda, por considerar a censura da amostra. Encontrou-se correlação negativa em relação ao preço e à renda, indicando que políticas de elevação do preço podem ser eficazes para a redução do tabagismo, seja de forma isolada, seja associada a outras políticas.
Publicação
Transmissão intergeracional do trabalho infantil no Brasil
(Instituto de Pesquisa Econômica Aplicada (Ipea), 2015-08) Moreira, Gustavo Carvalho; Teixeira, Evandro Camargos
Este estudo tem como objetivo analisar a existência de transmissão intergeracional do trabalho infantil no Brasil e nas regiões geográficas do país, utilizando como referencial analítico o modelo logit multinomial. Os resultados evidenciaram a transmissão intergeracional do trabalho infantil, com destaque para o seu maior impacto sobre a ociosidade das crianças. Ademais, a região geográfica brasileira em que se observou o maior impacto intergeracional foi a região Nordeste. Ressalta-se também o importante papel assumido pela educação da pessoa de referência do domicílio para explicar a incidência do trabalho infantil. Dessa forma, acredita-se que tais resultados podem auxiliar a formulação de políticas públicas, no intuito de reduzir a incidência de trabalho infantil no Brasil.
Publicação
O uso setorial de energia renovável versus não renovável e as emissões de CO2 na economia brasileira : um modelo insumo-produto híbrido para 53 setores
(Instituto de Pesquisa Econômica Aplicada (Ipea), 2015-08) Montoya, Marco Antonio; Pasqual, Cássia Aparecida
O artigo desagrega o consumo setorial da Matriz Energética brasileira de 2009 para construir um modelo insumo-produto híbrido de 53 setores e avaliar os requerimentos setoriais e as emissões de CO2 por fontes de energia. Verificou-se que os setores Transporte, Energético e, a Fabricação de aço e derivados além de exercer forte pressão sobre o consumo de energia, utilizam maioritariamente energia fóssil. A composição dos requerimentos e das emissões evidenciou, por conta do efeito induzido, que o consumo das famílias decorrente do aumento da renda contribui significativamente com o consumo de energia e com a maioria das emissões de CO2 do país, principalmente, quando as famílias consomem serviços e bens de uso pessoal. Portanto, os esforços na redução de emissões deverão ser direcionados sobre os setores produtivos intensivos no uso de energia não-renovável e, principalmente sobre o comportamento do consumidor.

Projetos de Pesquisa

Notícias relacionadas

Livros

Eventos relacionados

Faz parte da série

REPOSITÓRIO DO CONHECIMENTO DO IPEA
Redes sociais