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Pesquisa e Planejamento Econômico (PPE): v. 27, n. 03, dez. 1997

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Resumo

Pesquisa e Planejamento Econômico (PPE) é uma publicação quadrimestral com análises teóricas e empíricas sobre uma ampla gama de temas relacionados à economia brasileira. Estabelecida em 1971 sob o título Pesquisa e Planejamento, PPE é publicada em abril, agosto e dezembro.

Resumo traduzido

Pesquisa e Planejamento Econômico (PPE) publishes theoretical and empirical research on a broad range of topics related to the Brazilian economy. Established in 1971, under the name Pesquisa e Planejamento, PPE is currently published three times a year, in April, August and December.

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Correlação espúria em modelos de painel : uma análise do desmatamento na Amazônia
Balanço intergeracional : o caso brasileiro
Como se equilibra o orçamento do governo no Brasil : aumento de receitas ou corte de gastos?
As Tarifas de importação no Plano Real
Saúde e mercado de trabalho
Três modelos teóricos para a previdência social
Regimes regulatórios : possibilidades e limites
http://repositorio.ipea.gov.br/handle/11058/5473
http://repositorio.ipea.gov.br/handle/11058/5405
http://repositorio.ipea.gov.br/handle/11058/5416
http://repositorio.ipea.gov.br/handle/11058/5437
http://repositorio.ipea.gov.br/handle/11058/5420
http://repositorio.ipea.gov.br/handle/11058/5406
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Publicação
Correlação espúria em modelos de painel : uma análise do desmatamento na Amazônia
(Instituto de Pesquisa Econômica Aplicada (Ipea), 1997-12) Granger, Clive W. J.; Hyung, Namwon
O artigo analisa o efeito de fatores específico individuais associados a tamanho em um modelo dinâmico de regressão em painel. A teoria e simulações estatísticas mostram que esses fatores, quando variantes no tempo ou dotados de distribuições com cauda longa, podem causar correlação espúria. Se um par de variáveis em painel depende, de algum modo, do tamanho e esta variável não for introduzida na regressão, então elas deverão apresentar uma forte correlação, mesmo se forem independentes. Além disso, previsões baseadas em modelos que omitem fatores associados a tamanho são seriamente afetadas por suas propriedades. Regressões a partir de dados agrupados com séries de tempo muito curtas apresentam um bom ajustamento dentro da amostra, mas as previsões fora da amostra serão insatisfatórias se os fatores associados ao tamanho dos indivíduos omitidos forem dotados de uma distribuição com cauda longa. Usando esses resultados, aplicamos um modelo dinâmico a um painel de dados da Amazônia. O desmatamento previsto é muito menor do que em estudos anteriores quando se controla para correlação espúria.
Publicação
Balanço intergeracional : o caso brasileiro
(Instituto de Pesquisa Econômica Aplicada (Ipea), 1997-12) Malvar, Regina Villela; Kotlikoff, Laurence J.
O trabalho apresenta a metodologia do balanço intergeracional e estima o impacto da atual política fiscal e de políticas alternativas sobre o montante que as gerações presentes e futuras têm a expectativa de pagar ao governo e receber dele. A aplicação do balanço intergeracional para o caso brasileiro sugere que o atual rumo da política fiscal, associada à transição demográfica, impõe uma elevada carga tributária líquida sobre gerações futuras. Calcula-se o aumento nos tributos ou a redução nos gastos governamentais e nas despesas de transferências necessários para eliminar o desequilíbrio intergeracional. Além disso, afere-se como mudanças no padrão demográfico, na composição dos benefícios da previdência social ou na estrutura tributária afetam a carga tributária líquida a ser imposta sobre diferentes gerações.
Publicação
Como se equilibra o orçamento do governo no Brasil : aumento de receitas ou corte de gastos?
(Instituto de Pesquisa Econômica Aplicada (Ipea), 1997-12) Issler, João Victor; Lima, Luiz Renato
Em teoria econômica costuma-se analisar o comportamento de longo prazo de um agente supondo-o sujeito a um determinado tipo de restrição intertemporal. A restrição orçamentária intertemporal do governo revela que um aumento nos gastos públicos, não acompanhado de igual aumento nos impostos, deve futuramente ser reduzido ou seguido por um crescimento de impostos. Além disso, este último, somado às reduções futuras nos gastos do governo, deve ser igual ao choque inicial em valor presente. Usando a restrição intertemporal de recursos do governo e técnicas da literatura de raiz unitárias e co-integração, testa-se o equilíbrio de longo prazo das finanças públicas no brasil de 1947 a 1992 e estima-se qual o mecanismo mais frequente usado pelo governo brasileiro para restaurá-lo, dado um choque de receita ou de gasto. A principal conclusão do estudo é que a maior parcela dos déficits públicos no Brasil é eliminada, independentemente da sua fonte geradora, por aumentos futuros nos impostos. Ademais, mostra-se que a senhoriagem vem sendo usada sistematicamente para garantir o equilíbrio orçamentário de longo prazo, o que explica a alta taxa de inflação que vigorou nesse período no Brasil.
Publicação
As Tarifas de importação no Plano Real
(Instituto de Pesquisa Econômica Aplicada (Ipea), 1997-12) Baumann, Renato; Rivero, Josefina; Zavattiero, Yohana
O Brasil experimentou recentemente um processo de reforma de sua estrutura tarifária iniciou em 1988, depois de 20 anos de vigência da chamada Lei das tarifas, com modificações adicionais em 1989 e intensificação significativa em 1990. A adoção do Plano Real em 1994 teve para a política de importações múltiplas consequências. O efeito-renda e o efeito-preço associados a um programa de estabilização estimulam naturalmente a demanda por produtos importados, mas as tarifas de importação foram usadas como instrumento para afetar os preços internos e a política tarifária foi afetada além disso pela proximidade da data de entrada em vigor da tarifa Externa Comum (TEC) do Mercosul. Este artigo analisa a política tarifária nos dois primeiros anos do Plano Real, procurando identificar sua lógica econômica a partir do levantamento das diversas modificações de alíquotas de imposto de importação para todos os produtos comercializados.
Publicação
Saúde e mercado de trabalho
(Instituto de Pesquisa Econômica Aplicada (Ipea), 1997-12) Kassouf, Ana Lúcia
Equações estruturais de rendimentos, oferta de mão de obra e saúde foram estimados para trabalhadores adultos no Brasil pelo método de mínimos quadrados em três estágios, utilizando-se o procedimento de Heckman para correção do problemas de seletividade amostral. Com base nos dados da pesquisa nacional sobre Saúde e Nutrição [ver Inan, IBGE e IPEA (1989)], observou-se que existe simultaneidade entre saúde e o rendimento dos trabalhadores, em que o aumento do nível de saúde eleva os rendimentos e o aumento dos rendimentos eleva a saúde. A saúde teve efeito positivo sobre a oferta de mão de obra das trabalhadoras cônjuges. Ademais, o número de horas de trabalho afetou positivamente o estado de saúde das trabalhadoras cônjuges. Outros resultados confirmaram a importância do saneamento básico para atingir condições adequadas de saúde, assim como detectaram os efeitos negativos do cigarro sobre a saúde.

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