Publicação: Como se equilibra o orçamento do governo no Brasil : aumento de receitas ou corte de gastos?
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Brasil
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1947 a 1992
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BR
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Grau Acadêmico
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Resumo
Em teoria econômica costuma-se analisar o comportamento de longo prazo de um agente supondo-o sujeito a um determinado tipo de restrição intertemporal. A restrição orçamentária intertemporal do governo revela que um aumento nos gastos públicos, não acompanhado de igual aumento nos impostos, deve futuramente ser reduzido ou seguido por um crescimento de impostos. Além disso, este último, somado às reduções futuras nos gastos do governo, deve ser igual ao choque inicial em valor presente. Usando a restrição intertemporal de recursos do governo e técnicas da literatura de raiz unitárias e co-integração, testa-se o equilíbrio de longo prazo das finanças públicas no brasil de 1947 a 1992 e estima-se qual o mecanismo mais frequente usado pelo governo brasileiro para restaurá-lo, dado um choque de receita ou de gasto. A principal conclusão do estudo é que a maior parcela dos déficits públicos no Brasil é eliminada, independentemente da sua fonte geradora, por aumentos futuros nos impostos. Ademais, mostra-se que a senhoriagem vem sendo usada sistematicamente para garantir o equilíbrio orçamentário de longo prazo, o que explica a alta taxa de inflação que vigorou nesse período no Brasil.
Resumo traduzido
Using national accounts data for the revenue-GDP and expenditure-GDP ratios from 1947 to 1992, we examine two central issues in public finance. First, was the path of public debt sustainable during this period? Second, if debt is sustainable, how has the government historically, balanced the budget after shocks to either revenues or expenditures? The results show that: a) public deficit is stationary (bounded asymptotic variance). The budget in Brazil is balanced entirely through changes in the present value of taxes when a shock to taxes is the is the initial cause of the imbalance. When the imbalance is due to a shock to expenditures, the budget is balanced through a 40% and 60% change in the present values of expenditures and taxes respectively. Moreover, expenditures are strongly exogenous but tax revenues are not; b) a rational Brazilian consumer may have a behavior consistent with Ricardian Equivalence; and c) seigniorage revenues are critical to restore intertemporal budget equilibrium, since, when we exclude them from total revenues, debt is not sustainable in econometric tests.
