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Boletim de Economia e Política Internacional (BEPI) : n. 18, set./dez. 2014

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Resumo

O Boletim de Economia e Política Internacional (BEPI) é uma publicação da Diretoria de Estudos e Relações Econômicas e Políticas Internacionais (Dinte) do Ipea e visa promover o debate sobre temas importantes para a inserção do Brasil no cenário internacional, com ênfase em estudos aplicados no campo da Economia Internacional e das Relações Internacionais, tendo como público-alvo acadêmicos, técnicos, autoridades de governo e estudiosos das relações internacionais em geral.

Resumo traduzido

The Economics and International Policy Bulletin (BEPI) is a publication of the Board of Studies and Economic Relations and International Policies (Dinte) IPEA and aims to promote debate on issues important to the insertion of Brazil internationally, with an emphasis on applied studies in the field of International Economics and International Relations, with the academic audience, technical, government officials and scholars of international relations in general.

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Cassiquiare : o canal da integração fluvial entre Brasil e Venezuela
Infraestrutura e integração regional : a experiência da IIRSA na América do Sul
A crescente integração do Leste da Ásia, os novos arranjos institucionais e o papel da China
A Parceria Transpacífica : principais características e impactos sobre a regulação do comércio mundial
Cadeias Globais de Valor e os países em desenvolvimento
O Impacto da reconfiguração internacional do mercado calçadista sobre o segmento brasileiro de couro e calçados
Um teste de política comercial na CGV Automativa : há impactos nos serviços?

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Publicação
Cassiquiare : o canal da integração fluvial entre Brasil e Venezuela
(Instituto de Pesquisa Econômica Aplicada (Ipea), 2014-12) Barros, Pedro Silva; Córdova, Jesús Alberto Mercado
O principal objetivo deste trabalho é apresentar a importância do Canal Cassiquiare para a integração física das bacias do Orinoco e do rio Amazonas. O Cassiquiare é uma rara formação geográfica que tem sido estudada desde os tempos da colonização, pela sua condição geoestratégica, e foi alvo dos primeiros esforços diplomáticos de aproximação entre o Brasil e a Venezuela. Uma das debilidades da integração física da América do Sul tem sido a dificuldade em aprimorar o transporte por hidrovias, que tem vantagens devido ao baixo custo e às facilidades naturais para o transporte massivo de bens em médias e longas distâncias. Esse tipo de conexão apoia fortemente os processos de desenvolvimento econômico, ao aumentar a produtividade em regiões que historicamente permaneceram isoladas. Desta forma, o Cassiquiare representa uma oportunidade única de apoiar o desenvolvimento do território da Ilha das Guianas, a qual se encontra desarticulada tanto produtiva como comercialmente.
Publicação
Infraestrutura e integração regional : a experiência da IIRSA na América do Sul
(Instituto de Pesquisa Econômica Aplicada (Ipea), 2014-12) Costa, Carlos Eduardo Lampert; Gonzalez, Manuel Jose Forero
Este artigo avalia a Iniciativa para a Integração da Infraestrutura Regional da América do Sul (IIRSA), lançada em setembro de 2000, durante a I Reunião dos Presidentes da América do Sul, realizada em Brasília, capital do Brasil. A iniciativa visava, inicialmente, tornar efetivo um processo de integração física do subcontinente, com a finalidade de aumentar a produtividade e a competitividade, de modo a obter maiores crescimento e desenvolvimento econômico. Partiu-se da constatação de que um dos principais óbices para o desenvolvimento da região era o deficit de infraestrutura. Neste sentido, este trabalho se propõe a estudar a evolução desta iniciativa, procurando identificar os seus avanços e as principais dificuldades de implementação, no intuito de extrair lições sobre o desenho de políticas públicas em matéria de integração regional, considerando que a IIRSA representa um dos mais ambiciosos programas de integração física já concebidos na região.
Publicação
A crescente integração do Leste da Ásia, os novos arranjos institucionais e o papel da China
(Instituto de Pesquisa Econômica Aplicada (Ipea), 2014-12) Bacelette, Ricardo
Este artigo analisa a dinâmica da integração regional recente na Ásia, as políticas públicas a ela vinculadas (policies), bem como a correlação de forças políticas (politics) e econômicas relacionadas a esse processo. Nesse sentido, destaca-se na última década o papel da China como principal articulador dos arranjos regionais e promotor do adensamento institucional. Analisa-se, ainda, as contingências recentes a esse processo integrador, quais sejam, a desaceleração da economia mundial, a partir de 2008, e a onda de mega-acordos regionais de comércio, que perpassam a região denominada Ásia-Pacífico.
Publicação
A Parceria Transpacífica : principais características e impactos sobre a regulação do comércio mundial
(Instituto de Pesquisa Econômica Aplicada (Ipea), 2014-12) Carneiro, Flavio Lyrio
Este artigo tem por objetivo traçar um panorama do Acordo de Parceria Transpacífico (trans-pacific partnership agreement – TPP), analisando sua formação e os principais temas que devem fazer parte do acordo, e avaliando as perspectivas de conclusão e os possíveis impactos que a iniciativa poderia ter sobre o funcionamento do comércio mundial e sobre países em desenvolvimento que estão de fora do acordo, como o Brasil. O TPP pretende ser um “acordo do século XXI”, abarcando não só a facilitação do acesso a mercados de bens, serviços e investimentos, mas também um conjunto de novas disciplinas que vão desde convergência regulatória e harmonização de padrões técnicos até princípios trabalhistas e medidas de conservação ambiental. Não obstante, a heterogeneidade que caracteriza os membros da iniciativa, bem como a multiplicidade e complexidade de temas, muitos deles ainda ausentes do arcabouço multilateral, coloca dúvida sobre a possibilidade de sucesso nas negociações, bem como sobre as feições do acordo final, caso venha mesmo a ser concluído. Se bem-sucedido, os impactos do TPP provavelmente terão magnitude considerável. O acordo pode ter efeitos profundos sobre o próprio funcionamento do sistema multilateral de comércio, caso venha a enfraquecer o papel da Organização Mundial do Comércio (OMC) de principal locus de criação do arcabouço normativo que rege o comércio internacional. Este quadro, caso venha a se concretizar, pode ser particularmente nefasto para o Brasil, que está de fora da negociação não apenas do TPP, mas de todas as iniciativas megarregionais, uma vez que significaria uma reconcentração do poder decisório nos países em que estão sediadas as empresas que regem as cadeias globais de valor, em detrimento dos demais países, revertendo a crescente importância que grandes países emergentes têm assumido na governança do comércio mundial.
Publicação
Cadeias Globais de Valor e os países em desenvolvimento
(Instituto de Pesquisa Econômica Aplicada (Ipea), 2014-12) Zhang, Liping; Schimanski, Silvana
Este artigo analisa as oportunidades e os desafios decorrentes das cadeias globais de valor (CGVs) para a inserção internacional de países em desenvolvimento e está dividido em três partes. Na primeira apresenta o conceito de CGVs. Na segunda parte, apresenta a participação dos países em desenvolvimento nas CGVs e, por fim, examina alguns desafios políticos que se apresentam para este grupo de países. Conclui-se que a efetiva participação das firmas nas CGVs exige um conjunto de políticas integradas e medidas que favoreçam sua atratividade. Políticas relacionadas ao desenvolvimento da capacidade produtiva e ao ambiente de negócios estão contribuindo para o aumento da participação dos países em desenvolvimento nas CGVs

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