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The Perspective of the World review (PWR): v. 2, n. 2 aug. 2010

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Revista Tempo do Mundo (RTM): v. 2, n. 2, ago. 2010, Tempo do Mundo, Perspective of the world

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Resumo

A Revista Tempo do Mundo é uma publicação internacional patrocinada pelo Ipea, órgão que integra a Presidência da República Federativa do Brasil. A revista contará com versões em português e inglês e foi idealizada para apresentar e promover os debates contemporâneos, com ênfase na temática do desenvolvimento, em uma perspectiva Sul – Sul. O campo de atuação é o da economia política, com abordagens plurais sobre as dimensões essenciais do desenvolvimento, como questões econômicas, sociais e relativas à sustentabilidade.

Resumo traduzido

The Perspective of the World is an international periodical sponsored by Ipea (Institute of Applied Economic Research), a body belonging to the Presidency of the Federative Republic of Brazil, and was designed to promote contemporary debates, emphasizing the theme of development from a South – South perspective. The goal is to formulate proposals for the development of public policies and to encourage international comparisons, focusing on the scope of political economy.

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A National agenda for development
New fractures, old wounds : Africa and the renewal of south agency
The Financial crisis : impact on BRIC and policy response
Global climate policy and Brazil : 2005-2010
A Comparative study on NIS (National Innovation System) in the BRIC economies
FDI in the BRICS : changing the investment landscape

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Publicação
A National agenda for development
(Instituto de Pesquisa Econômica Aplicada (Ipea), 2010-08) Cano, Wilson
O presente artigo discute a alienação “curtoprazista” que contaminou a maior parte dos economistas, na academia e no governo, e as próprias lideranças empresariais nos últimos 30 anos e sugere uma reflexão prévia para que se possa formular um novo projeto nacional de longo prazo para a economia brasileira. Uma primeira reflexão, histórico-teórica, aborda questões cruciais que afetam a compreensão sobre os principais problemas do subdesenvolvimento; uma segunda aponta os principais desafios para uma retomada do desenvolvimento; e uma terceira formula as linhas gerais de ampla pesquisa que nos permita atualizar o diagnóstico e estruturar – na parte final do texto – o sentido e os pontos básicos que deveriam orientar a construção de um novo projeto nacional de desenvolvimento, fora dos marcos do neoliberalismo.
Publicação
New fractures, old wounds : Africa and the renewal of south agency
(Instituto de Pesquisa Econômica Aplicada (Ipea), 2010-08) Lopes, Carlos
Nas últimas décadas, o mundo testemunha o aumento da importância do continente africano no cenário político mundial, como parte do emergente Sul. O aspecto de maior destaque no discurso global aponta para o reconhecimento das potencialidades econômicas na África, que chama atenção como “nova fronteira de desenvolvimento”. A maior visibilidade dada ao continente revela o surgimento de uma nova “Agência do Sul”, devido à crescente importância de uma série de países africanos. Desse modo, a cooperação Sul – Sul surge como oportunidade de desenvolvimento para o Sul globalizado. Assim, este artigo tem por objetivo analisar a complexidade dessa nova agência, as principais tendências de cooperação internacional e seu papel na construção histórica do século XXI.
Publicação
The Financial crisis : impact on BRIC and policy response
(Instituto de Pesquisa Econômica Aplicada (Ipea), 2010-08) Banerjee, Ritwik; Vashisth, Pankaj
Este trabalho trata dos canais de transmissão por meio dos quais a crise financeira afetou as quatro economias emergentes do bloco conhecido como BRIC (Brasil, Rússia, Índia e China). São avaliados o grau e a extensão do impacto da crise, assim como as políticas de intervenções subsequentes que permitiram a recuperação. Por fim, é feita uma avaliação sobre a recuperação dessas economias, em que se conclui que, a longo prazo, a recuperação global requererá um reequilíbrio da economia, com um novo centro de consumo mundial que se desloca do oeste para o sul, particularmente para o BRIC.
Publicação
Global climate policy and Brazil : 2005-2010
(Instituto de Pesquisa Econômica Aplicada (Ipea), 2010-08) Viola, Eduardo
Este artigo possui cinco seções. Na seção 1, analisa-se a inter-relação entre a crise econômica e a crise climática, e a dinâmica recente – em termos de posição de negociação e políticas climáticas – das três grandes potências climáticas – Estados Unidos, China e União Europeia – e das dez potências climáticas médias – Índia, Rússia, Brasil, Japão, Indonésia, México, Coreia do Sul, Canadá, África do Sul e Arábia Saudita. Na seção 2, apresenta-se uma síntese da evolução da política climática brasileira no período 2005-2008. Na seção 3, analisa-se como mudanças importantes no posicionamento dos governos dos estados amazônicos, de um grupo significativo de grandes empresas brasileiras, de atores governamentais e da sociedade civil, produziu uma importante mudança na política externa climática no segundo semestre de 2009. Na seção 4, avalia-se o resultado da COP 15 e de seus desdobramentos no primeiro semestre de 2010, em que todos os principais países se associaram com metas ao Acordo de Copenhague. Por último, na seção 5, sintetizam-se as profundas transformações acontecidas no plano nacional e internacional durante 2009 e 2010 e especula-se brevemente sobre as perspectivas para os próximos anos.
Publicação
A Comparative study on NIS (National Innovation System) in the BRIC economies
(Instituto de Pesquisa Econômica Aplicada (Ipea), 2010-08) Bingwen, Zheng; Huibo, Zhong
O bloco Brasil, Rússia, Índia e China (BRIC) é formado pelos países em desenvolvimento com os maiores potenciais de crescimento econômico para a próxima geração. Muitos fatores, como recursos naturais, terra e mão de obra farta e barata, contribuem para o crescimento econômico destes países. No entanto, em economias do conhecimento, a inovação é muito mais importante enquanto fator de crescimento e desenvolvimento econômico de uma nação do que terra, capital físico ou mão de obra. Assim, dada a importância dos estudos sobre Sistemas Nacionais de Inovação (SNIs) nos países do BRIC, esta pesquisa tem como objetivo caracterizar e comparar o SNI dos quatro países, apontando diferenças e semelhanças, gargalos comuns e complementaridades, bem como identificar conexões atuais e potenciais. O estudo dedica especial atenção à discussão das implicações e das recomendações sobre políticas, e às lições úteis, não apenas para estes países, mas também para outros países em desenvolvimento.

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