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Tempo do Mundo (TM) : n. 23, ago. 2020

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Revista Tempo do Mundo (RTM), The perspective of the world review (PWR), Perspective of the world

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A Revista Tempo do Mundo é uma publicação internacional patrocinada pelo Ipea, órgão que integra a Presidência da República Federativa do Brasil. A revista contará com versões em português e inglês e foi idealizada para apresentar e promover os debates contemporâneos, com ênfase na temática do desenvolvimento, em uma perspectiva Sul – Sul. O campo de atuação é o da economia política, com abordagens plurais sobre as dimensões essenciais do desenvolvimento, como questões econômicas, sociais e relativas à sustentabilidade.

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The Perspective of the World is an international periodical sponsored by Ipea (Institute of Applied Economic Research), a body belonging to the Presidency of the Federative Republic of Brazil, and was designed to promote contemporary debates, emphasizing the theme of development from a South – South perspective. The goal is to formulate proposals for the development of public policies and to encourage international comparisons, focusing on the scope of political economy.

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Integração e fragmentação da América do Sul
(Instituto de Pesquisa Econômica Aplicada (Ipea), 2020-08) Calixtre, André Bojikian; Barros, Pedro Silva
Analisa os ciclos de integração regional na América do Sul, destacando quatro períodos distintos: o nacional-desenvolvimentista, o regionalismo aberto, o social-desenvolvimentista e o atual, marcado pela fragmentação política e desintegração econômica. Cada ciclo teve suas peculiaridades, mas a região enfrenta agora uma crise de integração exacerbada pela pandemia de Covid-19. A baixa interdependência econômica e as crescentes polarizações políticas tornam a região mais vulnerável a interferências externas, enquanto a governança regional se mostra ineficaz para lidar com os desafios emergentes. O texto propõe reflexões sobre os desafios da integração regional e possíveis soluções para as contradições existentes.
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Integración y fragmentación de América del Sur
(Instituto de Pesquisa Econômica Aplicada (Ipea), 2020-08) Calixtre, André Bojikian; Barros, Pedro Silva
Analisa os ciclos de integração regional na América do Sul, destacando quatro períodos distintos: o nacional-desenvolvimentista, o regionalismo aberto, o social-desenvolvimentista e o atual, marcado pela fragmentação política e desintegração econômica. Cada ciclo teve suas peculiaridades, mas a região enfrenta agora uma crise de integração exacerbada pela pandemia de Covid-19. A baixa interdependência econômica e as crescentes polarizações políticas tornam a região mais vulnerável a interferências externas, enquanto a governança regional se mostra ineficaz para lidar com os desafios emergentes. O texto propõe reflexões sobre os desafios da integração regional e possíveis soluções para as contradições existentes.
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El Regionalismo Sudamericano frente a la integración europea : una perspectiva de análisis desde categorías diferentes
(Instituto de Pesquisa Econômica Aplicada (Ipea), 2020-08) Levi, Michel
O artigo se refere ao processo de comparação e relacionamento que existe entre o regionalismo sul-americano, em oposição à categoria de análise da integração europeia. Em geral, os blocos de integração regional foram confrontados com os fundamentos teóricos estabelecidos com base na integração europeia. Atualmente, o objetivo de fazer a comparação não é mais encontrar a semelhança com a integração europeia, mas distinguir sob diversas condições a dinâmica dos processos do regionalismo sul-americano. Para isso, o trabalho utiliza o método de análise qualitativa, por meio da revisão de literatura especializada produzida por acadêmicos em diferentes idiomas.
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A Pluralidade institucional como ferramenta política na América do Sul : sobreposições organizacionais e fragmentação regional
(Instituto de Pesquisa Econômica Aplicada (Ipea), 2020-08) Mariano, Karina Lilia Pasquariello; Ribeiro, Clarissa Correa Neto
Este artigo analisa os significados da pluralidade de organizações regionais na América do Sul para a construção de um projeto de região, com o objetivo de refletir acerca das implicações do chamado overlapping regionalism, ou regionalismo sobreposto, demonstrando suas contribuições para as crises institucionais, a estagnação e o colapso de alguns processos, atentando para a possibilidade de desintegração, ou fragmentação. O pressuposto aqui apresentado é de que a profusão de processos de regionalismo na América do Sul, e sua consequente sobreposição de atuações e afiliações entre os blocos, especialmente no que diz respeito às experiências das primeiras décadas do século XXI, tenderia a se perpetuar, uma vez que, considerados os processos, atores e agendas, as sobreposições serviriam como ferramenta aos interesses políticos dos governos da região, que podem priorizar suas atuações entre os projetos, de acordo com as estratégias daquele determinado momento, evitando o aprofundamento e os consequentes constrangimentos de um projeto integrado. Buscamos demonstrar esse aspecto a partir da ótica dos principais processos de regionalismo da América do Sul, como Mercado Comum do Sul (Mercosul), União de Nações Sul-Americanas (Unasul), Comunidade Andina (CAN) e Aliança do Pacífico, e de seus desdobramentos, a partir das implicações das sobreposições organizacionais, tendo em vista o contexto de crise atual.
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Crise do regionalismo sul-americano : discussões sobre integração, fragmentação e desintegração
(Instituto de Pesquisa Econômica Aplicada (Ipea), 2020-08) Carvalho, Patrícia Nasser de; Senhoras, Elói Martins
O regionalismo é considerado um dos fenômenos mais relevantes nas relações internacionais a partir de meados do século XX, apesar de ter passado por crescentes questionamentos e eventuais crises nas primeiras décadas do século XXI. Fundamentado em um procedimento metodológico de revisão bibliográfica e documental, no levantamento de dados e por análise gráfica e hermenêutica internacionalista, com base em economia política internacional e relações internacionais e na interpretação de dados, este artigo tem o objetivo de discutir as causas da crise dos esquemas regionais sul-americanos a partir da década de 2010. Com base nos resultados obtidos no texto, conclui-se que os diferentes esquemas regionais da União de Nações Sul-Americanas (Unasul), da Aliança Bolivariana para os Povos da Nossa América (Alba), do Mercado Comum do Sul (Mercosul) e da Comunidade Andina de Nações (CAN), assim como compartilham similitudes político-ideológicas conjunturais na conformação de projetos regionais de segunda e terceira “ondas”, compartilham algumas convergências conjunturais e estruturais para explicar os contextos de crise do regionalismo sul-americano, apesar de as tendências de fragmentação e desintegração serem dispares entre os blocos.
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