Fascículo:
Mercado de Trabalho : Conjuntura e Análise (BMT) : n. 14, out. 2000

Carregando...
Imagem de Miniatura

Paginação

Primeira página

Última página

Data de publicação

item.page.series.date

item.page.events.date

Data

Data de defesa

Data

Edição

Idioma

por

Cobertura espacial

Brasil

Cobertura temporal

País

BR

organization.page.location.country

Tipo de evento

Grau Acadêmico

ISBN

ISSN

dARK

item.page.project.ID

item.page.project.productID

Detentor dos direitos autorais

Instituto de Pesquisa Econômica Aplicada (Ipea)

Acesso à informação

Acesso Aberto

Termos de uso

É permitida a reprodução deste texto e dos dados nele contidos, desde que citada a fonte. Reproduções para fins comerciais são proibidas.

Titulo alternativo

item.page.organization.alternative

Variações no nome completo

Autor(a)

Orientador(a)

Editor(a)

Organizador(a)

Coordenador(a)

item.page.organization.manager

Palestrante / Mediador(a) / Debatedor(a)

Coodenador do Projeto

Resumo

O boletim Mercado de trabalho: conjuntura e análise tem periodicidade semestral e traz uma análise conjuntural do Mercado de trabalho, acompanhada de indicadores e seções temáticas que abordam tanto considerações mais técnicas como questões de cunho político-institucional.

Resumo traduzido

The bulletin Mercado de trabalho: conjuntura e análise is published twice a year. The publication analyses labor market situation reporting a range of indicators. Thematic sessions complements the material combining technical analysis with policy related issues.

organization.page.description

Sobre o pesquisador

Endereço de Email

ORCID

Lattes

Google Scholar ID

Web of Science ResearcherID

Scopus ID

Informações sobre o projeto

project.page.project.productdescription

Vocabulário Controlado do Ipea

Palavras-chave traduzidas

Citação

Aviso

Notas

Série / coleção

Versão preliminar

Versão final desta publicação

Faz parte da série

Publicações relacionadas / semelhantes

Apresentação : Mercado de Trabalho n.14 – out. 2000
Análise do mercado de trabalho : Mercado de Trabalho n.14 – out. 2000
Empregos e negócios informais : subsídios para políticas
Como reduzir a informalidade?
Informalidade e novo sindicalismo
O Mercado informal de trabalho no setor rural
A Superação da informalidade rural
Ações do governo federal para reduzir a informalidade no mercado de trabalho
A Informalidade revisitada : evolução nos últimos 20 anos e mais uma hipótese para pesquisa

organization.page.relation.references

Unidades Organizacionais

Volumes

Publicações

Publicação
Apresentação : Mercado de Trabalho n.14 – out. 2000
(Ipea, 2000-10) Instituto de Pesquisa Econômica Aplicada; Ministério do Trabalho e Emprego; Instituto de Pesquisa Econômica Aplicada; Ministério do Trabalho e Emprego
Depois de três anos de estagnação, o mercado de trabalho passou, em meados do ano passado e em resposta à retomada do dinamismo da atividade econômica, a mostrar sinais de que um novo período de crescimento da demanda por trabalho estava se iniciando. Esse impulso, mais nitidamente visível a partir do último trimestre do ano passado, vem se mantendo de forma sustentada ao longo deste ano, com o nível de ocupação das seis maiores regiões metropolitanas alcançando, em agosto último, segundo a PME/IBGE, uma taxa de crescimento de 5,7% em relação ao verificado no mesmo mês de 1999. Esse extraordinário crescimento da ocupação não se vem refletindo de forma mais evidente nas taxas de desemprego em razão da expansão, também elevada, da PEA. Ainda assim, embora declinando de forma lenta, a taxa de desemprego, de 7,1%, registrada em agosto, já se encontra mais de meio ponto percentual abaixo da verificada há 12 meses (7,7%). Com a expectativa de que também o nível dos rendimentos reais passe a apresentar um processo de recuperação consistente, o grande desafio que a atual dinâmica do mercado de trabalho coloca para os atores sociais nela envolvidos é o do crescimento da informalidade (dos 930 mil postos de trabalho gerados nos últimos 12 meses, mais de 61% foram ocupados por assalariados sem carteira de trabalho assinada).
Publicação
Análise do mercado de trabalho : Mercado de Trabalho n.14 – out. 2000
(Ipea, 2000-10) Instituto de Pesquisa Econômica Aplicada; Ministério do Trabalho e Emprego; Instituto de Pesquisa Econômica Aplicada; Ministério do Trabalho e Emprego
Os dados levantados nas seis regiões metropolitanas cobertas pela Pesquisa Mensal de Emprego (PME) do IBGE, referentes ao mês de agosto, mostraram novo crescimento da ocupação. Com isso, o nível de emprego apresentou uma variação acumulada de 5,7%, quando considerados os últimos 12 meses (de agosto/1999 a agosto/2000), o que caracteriza uma trajetória de expansão bastante significativa, somente comparável, e ainda assim com vantagem, ao período imediatamente posterior ao lançamento do Plano Real. Esse crescimento, vale lembrar, representa a geração de quase 1 milhão de novos postos de trabalho (cerca de 930 mil) nos últimos 12 meses, contribuindo para a recuperação de boa parte das oportunidades que foram perdidas entre 1996 e meados de 1999, período em que a ocupação praticamente ficou estagnada, conforme fica bastante claro no gráfico abaixo. Embora as perspectivas até o final do ano sejam no sentido de que a economia continue operando em um nível elevado de atividades, o que significa que a demanda por trabalho tende a manter-se aquecida, a taxa de crescimento da ocupação, numa base anual, deverá sofrer uma desaceleração, já que os níveis correntes passarão a ser comparados com os níveis do final do ano passado, período em que os resultados do presente dinamismo já tinham começado a se manifestar. Não obstante, parece estar praticamente garantido para este ano um resultado recorde em termos de geração líquida de postos de trabalho.
Publicação
Empregos e negócios informais : subsídios para políticas
(Instituto de Pesquisa Econômica Aplicada (Ipea), 2000-10) Neri, Marcelo Côrtes
O problema do trabalho no Brasil não se restringe ao desemprego ou à quantidade de postos de trabalho disponíveis, mas está intimamente ligado à qualidade dos postos de trabalho ocupados e das relações empregatícias firmadas. Esse artigo apresenta como medida inicial do grau de precariedade do mercado de trabalho brasileiro a informalidade, calculada a partir da soma das parcelas de trabalhadores autônomos, dos empregados sem carteira e dos trabalhadores não-remunerados (isto é, os sem-pagamento).
Publicação
Como reduzir a informalidade?
(Instituto de Pesquisa Econômica Aplicada (Ipea), 2000-10) Pastore, José
O mercado informal é um enigmático caleidoscópio composto por trabalhadores por conta própria, empregados que trabalham por tarefa (agricultura, construção civil, serviços e outros), gente que trabalha de forma intermitente, nas vias públicas, ora como empregado, ora como ambulante e até pessoas qualificadas e com trabalho mais contínuo mas todas em constante movimento de entra-e-sai que chega a confundir o observador desavisado. A solução desse problema exige dois tipos de ação. De um lado, é bastante razoável buscar formalizar uma parte do mercado de trabalho mediante esforços adicionais de fiscalização. De outro, é imperioso desenhar um novo sistema de regulação para atacar a informalidade.
Publicação
Informalidade e novo sindicalismo
(Instituto de Pesquisa Econômica Aplicada (Ipea), 2000-10) Moura, Enilson Simões de
O mercado de trabalho informal já é maior que o formal. Esse é um fato real, mostrado pelas estatísticas e pelo dia-a-dia, mas que governo, sindicatos, estudiosos e a mídia ainda desprezam ou procuram esconder. Os sindicatos, hoje, representam uma minoria dos trabalhadores. Mas falam como se representassem o todo ou mesmo a maioria. É preciso que parte dos instrumentos e recursos hoje disponíveis para atendimento ao trabalhador seja orientada para desenvolver o mundo do trabalho e não ficar restrito ao mundo do emprego.

Projetos de Pesquisa

Notícias relacionadas

Livros

Eventos relacionados

Faz parte da série

REPOSITÓRIO DO CONHECIMENTO DO IPEA
Redes sociais