Pesquisador(a): Carvalho, Alexandre Xavier Ywata de
Carregando...
Paginação
Primeira página
Última página
Data
Data de publicação
Data da Série
Data do evento
Data
Data de defesa
Data
Edição
Idioma
Cobertura espacial
Cobertura temporal
País
orgunit.page.location.country
Tipo de evento
Tipo
Grau Acadêmico
Fonte original
ISBN
ISSN
DOI
dARK
item.page.project.ID
item.page.project.productID
Detentor dos direitos autorais
Acesso à informação
Termos de uso
Titulo alternativo
Variações do nome da Unidade organizacional
Variações no nome completo
Autor(a)
Orientador(a)
Editor(a)
Organizador(a)
Coordenador(a)
Responsável pela unidade organizacional
Outras autorias
Palestrante/Mediador(a)/Debatedor(a)
Coodenador do Projeto
Resumo
Resumo traduzido
Informações sobre a unidade organizacional
Sobre o pesquisador
Endereço de Email
ORCID
Lattes
Google Scholar ID
Web of Science ResearcherID
Scopus ID
Informações sobre o projeto
project.page.project.productdescription
Vocabulário Controlado do Ipea
Palavras-chave
Palavras-chave traduzidas
JEL
Citação
URI
https://repositorio.ipea.gov.br/handle/11058/19162
Aviso
Notas
Série / coleção
Versão preliminar
Versão final dessa publicação
Faz parte da série
Publicações relacionadas / semelhantes
orgunit.page.relation.references
Publicações (Autor)
Crescimento pró-pobre e distribuição de renda das capitais dos estados brasileiros
(Ipea, 2007) Diretoria de Estudos e Políticas Regionais, Urbanas e Ambientais - DIRUR; Guilherme Mendes Resende; Daniel da Mata; Alexandre Xavier Ywata Carvalho
O presente trabalho visa a fornecer evidências sobre o perfil de crescimento do sistema urbano do Brasil, representado no presente caso pelas capitais dos estados brasileiros. Por perfil de cres cimento, entende-se o quanto o crescimento econômico favoreceu o crescimento de renda da parcela menos abastada da população. Neste contexto, o conceito de crescimento pró-pobre é o utilizado. O crescimento econômico é tido como pró-pobre se houve um aumento da renda dos mais pobres acima da elevação da renda média. Um crescimento econômico do tipo pró-pobre pode ser visto como um instrumento efetivo de distribuição de renda e de redução da pobreza. Os resultados apontam que nenhuma capital estadual apresentou um crescimento do tipo pró pobre. Isto mostra o padrão perverso de crescimento do Brasil, em que regiões que englobam a maioria da população estão apresentando um crescimento que aumenta desigualdade de renda ou, ainda pior, uma situação de crescimento médio que muitas vezes empobrece as camadas mais pobres da população.
Estimação da perda de produção devido a mortes por causas externas nas cidades brasileiras
(Ipea, 2007) Daniel Ricardo de Castro Cerqueira; Diretoria de Estudos e Políticas Regionais, Urbanas e Ambientais - DIRUR; Alexandre Xavier Ywata Carvalho; Daniel Cerqueira
A violência no Brasil é reconhecidamente um dos maiores problemas atualmente enfrentados pela sociedade. Esse problema incorre em diversos custos econômicos, além obviamente dos inestimáveis custos decorrentes da perda de vidas. Entre esses custos econômicos, incluem-se custos de tratamentos de saúde, da manutenção da máquina policial, de perda de produção. Esse último tipo de custo é o foco deste trabalho, onde é apresentada uma metodologia para estimar a perda de produção devido a mortes violentas nas áreas urbanas brasileiras, a partir de bases de dados de renda dos trabalhadores do IBGE e da base de dados de óbitos do Ministério da Saúde. Para combinar informações dessas duas bases de dados, inicialmente são aplicados procedimentos de regressão não-paramétrica para estimar curvas médias de rendimento anual dos trabalhadores. Essas curvas são então utilizadas para estimar a perda de produção para determinadas categorias dos registros de óbitos. Incluem-se nessa análise ajustes para contabilizar para a tábua de sobre vivência da população em geral.
Crescimento e desempenho do mercado de trabalho nos municípios não-metropolitanos do Brasil
(Ipea, 2007) Chomitz, Kenneth M.; Diretoria de Estudos e Políticas Regionais, Urbanas e Ambientais - DIRUR; Kenneth M.; Daniel Da Mata; João Carlos Magalhães; Alexandre Xavier Ywata Carvalho
O presente capítulo mapeia a heterogeneidade da dinâmica do mercado de trabalho dos municípios rurais no Brasil durante a década de 1990. Para entender os determinantes da referida heterogeneidade nas áreas brasileiras rurais ou não-metropolitanas, desenvolve-se um modelo espacial de demanda e oferta por trabalho, e aplica-se uma estratégia de estimação que considera a endogeneidade das variáveis explicativas e autocorrelação espacial dos determinantes não- observados dos movimentos da força de trabalho. O capítulo encontra um número de relações que parecem ser robustas a diferentes escolhas amostrais e diferentes controles para autocorrelação espacial: i) níveis iniciais de educação da força de trabalho são fortemente relacionados ao crescimento de salário subsequente; ii) regiões rurais estão perdendo emprego ou tendo um crescimento mais devagar do que outras regiões; iii) áreas com pouca chuva têm menores taxas de crescimento do emprego e do salário; iv) salários respondem elasticamente a mudanças na oferta de trabalho; v) o crescimento da renda gera transbordamentos positivos nos salários e emprego de áreas próximas; e vi) transferências governamentais, como aposentadorias, estimulam o crescimento local dos salários.
Decisão locacional de novos estabelecimentos e o papel dos fundos constitucionais de financiamento
(Ipea, 2007) Lall, Somik V.; Timmins, Christopher; Diretoria de Estudos e Políticas Regionais, Urbanas e Ambientais - DIRUR; Alexandre Xavier Ywata Carvalho; Somik V. Lall; Christopher Timmins
As marcantes e sustentáveis diferenças de performance econômica entre regiões dentro de países em desenvolvimento têm há muito tempo motivado os governos centrais a implementarem políticas de incentivos fiscais e creditícios para atrair empresas para as áreas menos desenvolvidas. No entanto, evidências empíricas para avaliar a validade desses incentivos são raras na literatura. Este artigo apresenta um estudo de avaliação direta de um dos mais importantes programas de incentivo no Brasil: os fundos constitucionais de financiamento. Para isso, explorou-se a base de dados da Relação Anual de Informações Sociais (Rais), do Ministério do Trabalho, de forma a endereçar dois elementos importantes na decisão de localização geográfica de novos estabelecimentos: i) a estrutura de filiais/matriz do conglomerado empresarial (em particular, o quanto as empresas preferem posicionar novos estabelecimentos próximos à sede da empresa); e ii) a heterogeneidade espacial não observável (que pode confundir os efeitos reais dos fundos constitucionais). Esses dois ele mentos, quando não levados em conta nas estimações, podem viesar as estimações dos impactos dos fundos constitucionais. Os resultados mostram que a proximidade à sede da empresa é um fator extremamente forte na decisão de localização de novas empresas, sendo mais importante do que o papel dos fundos constitucionais, no caso de empresas verticalmente integradas. Por outro lado, quando se controla não-parametricamente para a heterogeneidade espacial invariante no tempo, encontra-se evidências de que os fundos são significantes, estatisticamente e economicamente, para atrair estabelecimentos em vários dos setores econômicos alvos das políticas.
Tópicos em econometria espacial para dados cross-section
(Ipea, 2011) Carvalho, Alexandre Xavier Ywata; Albuquerque, Pedro Henrique Melo; Alexandre Xavier Ywata Carvalho; Pedro Henrique Melo Albuquerque
Apresenta uma introdução abrangente aos principais modelos e técnicas de econometria espacial aplicados a dados cross-section, destacando o rápido avanço das ferramentas analíticas voltadas ao tratamento de bases georreferenciadas. Os autores discutem três abordagens empíricas — estruturalista, experimentalista e descritiva — situando os estudos regionais principalmente nesta última, mas ressaltando oportunidades de expansão para métodos mais robustos de identificação causal. O texto detalha modelos espaciais paramétricos amplamente utilizados, como SAR, SEM e SARMA, enfatizando suas formulações, interpretações, métodos de estimação por máxima verossimilhança, limitações e críticas teóricas. São apresentados ainda testes para detecção de dependência espacial, incluindo o I de Moran, o teste de Kelejian-Robinson e estatísticas baseadas em Wald, razão de verossimilhança e multiplicadores de Lagrange. O capítulo avança para técnicas de estimação robustas frente à endogeneidade e autocorrelação, como o estimador S2SLS de Kelejian e Prucha e o método de momentos generalizado com correção espacial de Conley, aplicável inclusive a modelos não lineares. Por fim, destaca a relevância crescente das metodologias espaciais para o entendimento de fenômenos regionais e urbanos, reconhecendo desafios teóricos, computacionais e empíricos ainda presentes na área.
