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Roberto Rocha Coelho Pires

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Doutor em Políticas Públicas pelo Massachusetts Institute of Technology-MIT. Mestre em Ciência Política pela Universidade Federal de Minas Gerais e graduado em Administração Pública pela Fundação João Pinheiro. É responsável pela INCLUA

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Publicações (Autor)

Publicação
Capacidades estatais e democracia : a abordagem dos arranjos institucionais para análise de políticas públicas
(Ipea, 2014) Alexandre de Ávila Gomide; Roberto Rocha Coelho Pires; Instituto de Pesquisa Econômica Aplicada; Alexandre de Ávila Gomide; Roberto Rocha Coelho Pires
Discute como, no contexto democrático brasileiro pós‑1988, a formulação e a implementação de políticas desenvolvimentistas envolvem a atuação simultânea de três sistemas institucionais — representativo, participativo e de controles burocráticos — que moldam as capacidades técnico-administrativas e políticas do Estado. Os autores analisam a tensão entre ativismo estatal e democracia, refletindo se a inclusão de múltiplos atores sociais e políticos fortalece ou dificulta a implementação de políticas ambiciosas em ritmo acelerado. Para isso, propõem a abordagem dos arranjos institucionais como lente analítica capaz de explicar como regras, processos e mecanismos específicos estruturam a coordenação entre interesses e atores envolvidos, determinando a capacidade estatal de produzir resultados. O texto ainda delineia o modelo teórico utilizado no livro e apresenta a estratégia metodológica que orientou os estudos de caso sobre políticas públicas consideradas representativas do recente ativismo estatal no Brasil.
Publicação
A Revitalização da indústria naval no Brasil democrático
(Ipea, 2014) Roberto Rocha Coelho Pires; Alexandre de Ávila Gomide; Amaral, Lucas Alves; Instituto de Pesquisa Económica Aplicada; Roberto Rocha C. Pires; Alexandre de Ávila Gomide; Lucas Alves Amaral
Analisa a revitalização da indústria naval brasileira a partir dos anos 2000, destacando as políticas desenvolvimentistas implementadas em um ambiente democrático pós‑1988, especialmente por meio de programas como o PROMINP e os PROMEFs. Após quase desaparecer nos anos 1990, o setor foi reativado pelas encomendas da Petrobras e Transpetro, combinadas a instrumentos como o Fundo da Marinha Mercante (FMM), conteúdo local, financiamentos públicos, articulação institucional e reforço regulatório. O estudo mostra que o arranjo político‑institucional contemporâneo envolve múltiplos atores — estaleiros, Petrobras/Transpetro, Ministério dos Transportes, agentes financeiros, órgãos de controle, Ibama, Senado Federal e sociedade civil — criando um ambiente mais transparente, participativo e monitorado do que o observado no período burocrático‑autoritário (1960–1980). Embora a coordenação seja mais complexa, as capacidades administrativas e políticas do Estado ampliaram-se, permitindo maior controle, acompanhamento e prevenção de desvios, ao mesmo tempo em que possibilitam avanços produtivos, tecnológicos e organizacionais. Contudo, o capítulo ressalta que ainda é cedo para avaliar se a indústria naval brasileira atingirá competitividade internacional sustentável; por ora, os resultados mostram forte expansão, geração de empregos e fortalecimento institucional, mas também desafios de capacidade, coordenação e eficiência.
Publicação
Análise comparativa : arranjos de implementação e resultados de políticas públicas
(Ipea, 2014) Roberto Rocha Coelho Pires; Alexandre de Ávila Gomide; Instituto de Pesquisa Econômica Aplicada; Roberto Rocha C. Pires; Alexandre de Ávila Gomide
Faz uma análise comparativa abrangente entre oito políticas públicas emblemáticas do ativismo estatal recente no Brasil, investigando como diferentes arranjos político‑institucionais influenciam as capacidades estatais de implementação e, consequentemente, os resultados obtidos. Os autores mostram que capacidades técnico‑administrativas — como presença de burocracias qualificadas, mecanismos de coordenação e sistemas de monitoramento — estão fortemente associadas ao alto desempenho na execução das metas (outputs). Já as capacidades políticas — como interação com atores governamentais, participação social e atuação dos órgãos de controle — relacionam‑se diretamente à ocorrência de inovações durante a implementação. O capítulo identifica que políticas como PRONATEC, Bolsa Família e Revitalização da Indústria Naval conjugam essas capacidades de modo eficiente, enquanto outras, como o Plano Brasil Maior, Belo Monte e o Programa Minha Casa Minha Vida, enfrentam limitações por falta de coordenação ou baixa permeabilidade a processos participativos. A seção final argumenta que, em democracias complexas, sucesso e adaptabilidade de políticas dependem da combinação equilibrada entre técnica e política, e que controles democráticos, longe de serem entraves, contribuem para legitimidade e aperfeiçoamento contínuo das ações estatais.

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