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Como funcionam as estruturas organizacionais dos instrumentos de avaliação de investimentos externos em quinze sistemas

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Abstract

Aprofunda o diagnóstico do aumento da institucionalização e implementação de IAIEs e do perfil diversificado das economias que têm implementado esses mecanismos. Para isso, foi realizada uma análise descritiva de suas estruturas organizacionais em quinze IAIEs selecionados: África do Sul, Alemanha, Austrália, Canadá, China, Coreia, Espanha, Estados Unidos, Índia, Japão, México, Portugal, Reino Unido, Rússia e UE. O que se observou foram tendências convergentes quanto aos motivos de controle e avaliação do investimento externo, ancorados no conceito de segurança nacional e suas derivações, e uma diversidade relevante quanto ao perfil da instituição responsável pela avaliação no âmbito de sua competência e seus procedimentos para avaliação.

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SANCHEZ-BADIN, Michelle R. et al. Como funcionam as estruturas organizacionais dos instrumentos de avaliação de investimentos externos em quinze sistemas. In: SANCHEZ-BADIN, Michelle R.; BAUMANN, Renato (Org.). Instrumentos de avaliação de investimentos externos no mundo e seus debates no Brasil. Rio de Janeiro: Ipea, 2025. v.1. p. 65-85. DOI: https://dx.doi.org/10.38116/9786501305431cap3

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Instrumentos de avaliação de investimentos externos no mundo e seus debates no Brasil : volume 1
(Instituto de Pesquisa Econômica Aplicada (Ipea), 2025-01) Sanchez-Badin, Michelle R. ; Baumann, Renato
Neste livro apresentam-se de forma exaustiva e sem precedentes para os leitores brasileiros as experiências de quatorze países, mais a União Europeia (UE), com mecanismos de monitoramento de capitais externos. Fica claro, a partir da riqueza de informações sistematizadas, que, embora o objetivo de monitoramento seja um atributo comum a todos os casos, as estruturas são bastante diversas entre os países. A análise factual é complementada por um conjunto de textos relativos a experiências pontuais e sobre a forma como as agências multilaterais, que se espera sejam estimuladoras da maior liberdade aos fluxos de investimento, consideram a existência desses mecanismos e a importância de os países receptores disporem dessa ferramenta. Esse conjunto de informações é complementado por reflexões sobre o que seria factível no caso brasileiro – caso houvesse a decisão política de adotar política nesse sentido – a partir da análise da legislação vigente, dos projetos em curso no Congresso Nacional, de um sem-número de entrevistas e de discussões desse material em diversos seminários, com públicos variados.

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