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Subutilização e mobilidade da mão-de-obra urbana

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Este texto aborda a relação entre o desenvolvimento econômico e a configuração do sistema de cidades, destacando que à medida que a renda aumenta, a distribuição de tamanhos urbanos evolui, incluindo o surgimento de cidades de porte médio. O crescimento econômico envolve transformações socioeconômicas nas cidades, afetando o mercado de trabalho, a distribuição de renda e a propriedade dos meios de produção. O texto ressalta que, nos países em desenvolvimento, as condições de absorção de mão-de-obra estão se deteriorando, levando ao subemprego e à pobreza urbana. Além disso, o setor informal desempenha um papel significativo na economia, com aproximadamente 25% da força de trabalho urbana no Brasil trabalhando nesse setor. O estudo empírico visa testar um modelo de comportamento do setor informal com base em dados censitários de cidades brasileiras com população urbana acima de 50 mil habitantes em 1970, analisando a segmentação do mercado de trabalho em setores tradicionais e modernos, bem como a dinâmica do setor informal no mercado de trabalho urbano.

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TOLOSA, Hamilton Carvalho. Subutilização e mobilidade da mão-de-obra urbana. In: BARAT, Josef (ed.). Política de desenvolvimento urbano: aspectos metropolitanos e locais. Rio de Janeiro: IPEA, 1976. p. 23-85. Disponível em: https://repositorio.ipea.gov.br/bitstream/11058/12490/1/Capitulo1_subutilizacao_e_mobilidade_da_mao_de_obra.pdf

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Política de desenvolvimento urbano : aspectos metropolitanos e locais
(Ipea, 1976) Tolosa, Hamilton Carvalho; Costa, Manoel Augusto; Geiger, Pedro Pinchas; Magalhães, João Paulo de Almeida; Hicks, James; Barat, Josef ; Josef Barat; Hamilton Carvalho Tolosa; Manoel Augusto Costa; Pedro Pinchas Geiger; João Paulo de Almeida Magalhães; James Hicks
Coletânea de monografias que estudam os efeitos negativos próprios do processo de urbanização, em países em desenvolvimento acelerado, como o Brasil. Esses efeitos negativos deterioram a qualidade de vida, penalizam os habitantes de menor nível de renda e acentuam as desigualdades sociais. Propõe a montagem de estratégia espacial urbana, sem descurar aspectos sociais e demográficos, no planejamento governamental, que tem sido até agora mais corretivo do que preventivo. Há um estudo de caso sobre o setor terciário do Rio de Janeiro e outro sobre os problemas dos centros comerciais e descentralização urbana, em Belo Horizonte.

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