Publication: Desemprego urbano no Brasil
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Speaker / Moderator / Discussant
Abstract
Este trabalho trata de um dos dogmas incontestes da política pública e da teoria econômica no Brasil é a segurança com que se ignora o desemprego aberto como questão de política econômica. É de tal poder esse critério convencional que declarações de política e documentos de planejamento econômico raramente fazem uma distinção entre população ativa e força de trabalho empregada. São de fato baixas as taxas de desemprego aberto agregado, em especial quando incluído o setor agrícola. Com taxas de desemprego oscilando em torno de 3% é fácil ignorar o subemprego, considerando-o como "friccional", e concentrar as atenções na situação mais fundamental da pobreza e do emprego de baixa renda.
