Publicação: Distribuição de renda no Brasil e na Argentina : uma analise comparativa
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Brasil e Argentina
Cobertura temporal
1980-1989
País
BR
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Grau Acadêmico
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dARK
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Resumo
Durante a década de 80 os países Latino-americanos experimentaram um declínio sem precedentes na atividade econômica, mesmo quando comparado ao ocorrido na década de 30. Isto acarretou, naturalmente, uma concentração de interesse em tópicos macroeconômicos, a custa dos demais. Não obstante, a preocupação com a desigualdade de renda, bastante acentuada na América Latina, rapidamente voltou a ocupar um lugar de destaque no debate econômico, principalmente em razão do suposto conflito entre desempenho econômico e equidade distributiva que ensejava boa parte da oposição ao receituário ortodoxo das políticos de estabilização em yoga no período. Neste trabalho efetua-se uma comparação da resposta da distribuição pessoal da renda no Brasil e na Argentina a deterioração econômica do início dos anos 80. A metodologia empregada tira partido da vasta disponibilidade de informação anual sabre a distribuição, o que permite o cotejo dos efeitos do colapso econômico sabre uma economia que já apresentava um desempenho claudicante – a Argentina – com aqueles sobre uma economia que ostentava o mais alto e sólido crescimento da região — o Brasil. Este contraste se revela, na verdade, uma das partes centrais da explicação para os resultados bastante distintos que emergiram nos dois países. De modo geral obtém-se respaldo para a visão de que, no caso brasileiro, o choque do inicio dos anos 80 e as politicas por ele induzidas foram um fator relevante para a explicação da reversão da tendência de diminuição da desigualdade observada na segunda metade da década de 70. A tendência de deterioração da distribuição pessoal da renda na Argentina, por seu turno, precede a crise, embora provavelmente esta tenha contribuído para acentuar o processo de elevação da desigualdade.
Resumo traduzido
The decade of the 1980's for the Latin American countries has been one of unprecedented decline even in comparison with the 1930's. Not susprisingly, the consequence has been a concentration upon macroeconomic issues as the expense of others. But the high degree of inequality found in Latin America should remain a matter of serious concern, the more so since the supposed negative relationship between macroeconomic performance and the income distribution undergirds much of the opposition to orthodox stabilization policy. In this essay we examine the comparative response of the size distributions in Argentina and Brazil to economic deterioration in the beginning of the 1980's. Such a methodology takes advantage of the available annual income distribution data, and also allows comparison of the responses in an economy whose performance was already stagnating Argentina, which one whose growth rate had been the highest and steadiest the region, Brazil. This distinction turns out to be a central part of the explanation we offer to the rather different results that emerge in each of the countries. We have found evidence to support the assertion that, in the Brazilian case, the macroeconomic shocks of the early 1980's and the policies they induce, were as important factor explaining the reversal of the improvements in the size distribution of income that look place in the second half of the 1970's. The deterioration in the Argentine size distribution precedes the macroeconomics crisis of the 1980's, although the letter probably deepened the oroginal trend in income inequality.
