Publicação: Renda e pobreza: os impactos do Plano Real
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Titulo alternativo
Texto para Discussão (TD) 439: Renda e pobreza: os impactos do Plano Real, Income and poverty: the impact of the Real Plan
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Resumo
Os resultados bem-sucedidos do Plano Real no controle da inflação suscitam o interesse em relação aos seus efeitos sobre a pobreza absoluta, isto é, sobre a subpopulação cujo rendimento familiar per capita se situa aquém do mínimo indispensável para atendimento das necessidades básicas no âmbito do consumo privado. Dadas as restrições quanto à disponibilidade de informações estatísticas adequadas para análise dessa questão no período após julho de 1994, optou-se por recorrer à Pesquisa Mensal de Emprego (PME/IBGE) como fonte de microdados. Por esta razão, a primeira seção discute a questão metodológica, tendo por base indicadores de pobreza obtidos a partir da PME e da Pesquisa Nacional por Amostra de Domicílios (PNAD/IBGE) para uma mesma data de referência em 1990. Para o período pós-real e utilizando apenas a PME, foi examinada a evolução dos indicadores de pobreza para quatro datas nas seis regiões metropolitanas. Apesar de situações locais diferenciadas em termos de incidência de pobreza absoluta e de progressos realizados no período, observa-se a consistente redução da proporção de pobres, tendo como contrapartida o agravamento da intensidade de pobreza medida pelo hiato da renda. No entanto, o indicador sintético, considerando simultaneamente os três aspectos da pobreza, revela que houve melhora inequívoca no período.
Resumo traduzido
The Real Plan sucess in taming inflation arose the interest in its effect on absolute poverty, that is, on the population whose per capita household income is situated below the estimated minimum for meeting basic needs. Considering the restriction on the availability of household income data for the period after 1993, our choice was to use micro-data from the Employment Monthly Survey (PME/IBGE) as basic source. For this reason the first section discusses methodological questions related to deriving poverty indicators from the PME and from the Annual Household Survey (PNAD/IBGE) for 1990. Then, for the Real Plan period and using PME data only, poverty indicadors where obtained for four different months and for the six metropolitan regions investigated in the survey. Despite differences among the metropolises in what concerns poverty incidence levels and the evolution of poverty, there is evidence of a consistent reduction in the proportions of poor and some increase of the income gap ratios. Nevertheless, the indicator which encompasses the three aspects of poverty shows an inequivocal improvement during the period.
