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Capital controls and financial liberalization: removing the ideological bias in light of the contribution of keynes and others and the recent experience

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Texto para Discussão (TD) 1311: Capital controls and financial liberalization: removing the ideological bias in light of the contribution of keynes and others and the recent experience, Controle de capital e liberalização financeira: a remoção do viés ideológico à luz das contribuições de Keynes e outros, bem como da experiência recente

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Resumo

Rotular o controle de capitais como uma proposta da esquerda é um duplo equívoco. Tal rotulação tem como base critério economicista à Borsa, que reduz a dicotomia entre direita e esquerda à distinção liberalismo econômico versus intervencionismo. Além disso, o intervencionismo econômico subjacente à defesa do controle de capitais por parte dos autores analisados (Keynes, Tobin, Davidson, Stiglitz e Rodrik) não é fruto de convicção ideológica em prol de ampla e indiscriminada interferência do Estado na economia. Para eles, controles são instrumentos de utilização tópica, justificada pragmaticamente, ou seja, de acordo com circunstâncias econômicas específicas. Taxar o controle de capitais como prática de governos de esquerda também é incorreto. Dos cinco principais países que usaram controle de capitais a partir da década de 1990 – Chile, China, Índia, Malásia e Tailândia –, só o governo chinês pode ser considerado de esquerda. O panorama político dos demais países é muito mais complexo do que supõem os que acreditam haver uma relação simples e direta entre o controle de capitais e o posicionamento ideológico dos governos que o praticam. Reconhecer isso é um importante passo na direção de uma avaliação mais objetiva da eventual oportunidade de se adotar controle de capitais, sem preconceito. Controles devem ser usados sempre que os benefícios de sua adoção suplantem os custos.

Resumo traduzido

To label the defense of capital controls (CC) as a left-wing proposal is a misconstruction. Such labeling uses the Borsa economicist criterion, which reduces the dichotomy between right and left to a distinction between liberalism and interventionism. Yet, under this criterion, the use of CC cannot be labeled as a leftist proposal. The interventionism underlying the defense of CC, as pioneered by Keynes and developed by Tobin, Davidson, Stiglitz and Rodrik, is not the fruit of an ideological conviction favoring widespread and indiscriminate State intervention. For them, CC are instruments to be used under specific economic circumstances. To call CC a practice typical of left-wing governments is also a misinterpretation. Among the countries using strict forms of CC since the 1990’s–Chile, China, India, Malaysia and Thailand–only China’s government may be called leftist. The other countries’ political panorama is more complex than may suppose those who believe in a simple and direct relationship between CC and political ideology. The discussion should be stripped of the prevalent ideological bias: CC are not inherent to the political leanings of the governments that adopt them but are an expedient used under a pragmatic justification. Recognizing this is an important step toward a more objective analysis of the incidental opportunity of using CC, without prejudice. CC should be used whenever the benefits surpass the costs of their implementation.

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