Publication: Crise e reforma do sistema financeiro internacional
Loading...
item.page.format.extent
item.page.description.firstpage
105
item.page.description.lastpage
133
Date
Publication data
item.page.date.series
item.page.date.event
item.page.organization.date
item.page.date.submitted
item.page.project.date
item.page.description.edition
Language
por
item.page.coverage.spatial
Brasil
item.page.coverage.temporal
item.page.location.country
BR
organization.page.location.country
item.page.type.events
item.page.type
item.page.degree.level
item.page.source.urlsource
ISBN
ISSN
DOI
dARK
item.page.project.ID
item.page.project.productID
Copyright Holder
Instituto de Pesquisa Econômica Aplicada
Access to Information
Acesso Aberto
Terms of Use
É permitida a reprodução deste texto e dos dados nele contidos, desde que citada a fonte. Reproduções para fins comerciais são proibidas.
item.page.title.alternative
item.page.organization.alternative
item.page.name.variant
item.page.contributor.author
Advisor
item.page.contributor.editor
item.page.contributor.thesiscommitee
item.page.contributor.organizer
item.page.contributor.coordinator
item.page.contributor.other
item.page.relation.ispartofseries
Speaker / Moderator / Discussant
Abstract
Discute a crise financeira internacional e as perspectivas de reforma do sistema financeiro global, destacando as origens da instabilidade a partir da quebra de 2007–2008, o papel histórico dos EUA na centralidade do dólar, os limites do sistema pós‑Bretton Woods e o impacto da desregulamentação. Os expositores analisam a atuação do G‑20, a insuficiência das medidas de supervisão e prudência financeira, a resistência das grandes potências a reformas estruturais e a permanência de assimetrias no FMI e Banco Mundial. A crise é caracterizada como estrutural, prolongada e marcada por incertezas, afetando especialmente a Europa, mas com efeitos globais, como concorrência intensificada, volatilidade cambial, redução de investimentos e deslocamentos produtivos. Para o Brasil, discutem-se os desafios da valorização cambial, desindustrialização, dependência de commodities, necessidade de políticas de longo prazo, fortalecimento de instrumentos de Estado para inserção internacional, modernização regulatória, estímulo ao investimento, atuação estratégica em fóruns multilaterais e amadurecimento do papel brasileiro em uma ordem multipolar. O painel evidencia que a reforma do sistema financeiro internacional permanece limitada, e que o país precisa combinar competitividade interna, política externa ativa e preparação técnica para o novo contexto global.
item.page.description.abstractalternative
organization.page.description
person.page.description
Email Address
person.page.identifier.orcid
person.page.identifier.lattes
person.page.identifier.gsid
person.page.identifier.rid
person.page.identifier.scopus-author-id
project.page.project.description
project.page.project.productdescription
item.page.subject.vcipea
item.page.subject.keyword
item.page.subject.otherlanguages
Citation
CRISE e reforma do sistema financeiro internacional. In: SEMINÁRIO: Os Desafios da Política Externa Brasileira em um Mundo em Transição, 2012, Brasília. [Apresentações...]. Os desafios da política externa brasileira em um mundo em transição. Rio de Janeiro: Ipea, 2014. p. 105–133. Disponível em: https://repositorio.ipea.gov.br/handle/11058/20119
