Publicação: Crise e reforma do sistema financeiro internacional
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Resumo
Discute a crise financeira internacional e as perspectivas de reforma do sistema financeiro global, destacando as origens da instabilidade a partir da quebra de 2007–2008, o papel histórico dos EUA na centralidade do dólar, os limites do sistema pós‑Bretton Woods e o impacto da desregulamentação. Os expositores analisam a atuação do G‑20, a insuficiência das medidas de supervisão e prudência financeira, a resistência das grandes potências a reformas estruturais e a permanência de assimetrias no FMI e Banco Mundial. A crise é caracterizada como estrutural, prolongada e marcada por incertezas, afetando especialmente a Europa, mas com efeitos globais, como concorrência intensificada, volatilidade cambial, redução de investimentos e deslocamentos produtivos. Para o Brasil, discutem-se os desafios da valorização cambial, desindustrialização, dependência de commodities, necessidade de políticas de longo prazo, fortalecimento de instrumentos de Estado para inserção internacional, modernização regulatória, estímulo ao investimento, atuação estratégica em fóruns multilaterais e amadurecimento do papel brasileiro em uma ordem multipolar. O painel evidencia que a reforma do sistema financeiro internacional permanece limitada, e que o país precisa combinar competitividade interna, política externa ativa e preparação técnica para o novo contexto global.
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JEL
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CRISE e reforma do sistema financeiro internacional. In: SEMINÁRIO: Os Desafios da Política Externa Brasileira em um Mundo em Transição, 2012, Brasília. [Apresentações...]. Os desafios da política externa brasileira em um mundo em transição. Rio de Janeiro: Ipea, 2014. p. 105–133. Disponível em: https://repositorio.ipea.gov.br/handle/11058/20119
