Publicação: Padrão de consumo, distribuição de renda e o meio ambiente no Brasil
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Brasil
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1995
País
BR
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Grau Acadêmico
Fonte original
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dARK
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Detentor dos direitos autorais
Instituto de Pesquisa Econômica Aplicada (Ipea)
Acesso à informação
Acesso Aberto
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Titulo alternativo
Texto para Discussão (TD) 856: Padrão de consumo, distribuição de renda e o meio ambiente no Brasil, Consumption patterns, income distribution and the environment in Brazil
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Resumo
Para analisar o padrão ambiental do consumo urbano no Brasil, nós estimamos o nível de degradação familiar (E) para 10 classes de renda, calculado pelo produto da propensão marginal a degradar e a renda média de cada classe. Por sua vez, propensão marginal a degradar (Pmg) é estimada pela propensão a consumir ponderada pela intensidade de poluição ou de uso de recurso natural de cada item de consumo. Note-se que Pmg será relacionada com o efeito composto da degradação p, um fator tecnológico, e a elasticidade de renda da demanda captada por c, um fator da composição da renda. A degradação total Ei, por outro lado, também irá captar os efeitos de escala da renda, já que será também dependente dos níveis de renda. Nossos resultados indicam que o efeito escala da renda sempre excedeu os efeitos de demanda e tecnológico para o nível de consumo urbano medido para o ano de 1995 no Brasil.
Resumo traduzido
To analyze the environmental pattern of urban consumption in Brazil, we have estimated household degradation level (E) for ten income classes calculated by the product of its propensity to degrade to the average household income. In turn, propensity to degrade (Pmg) is estimated as the propensity to consume weighted by the pollution or natural resource use intensity of each consumption item. Note that Pmg will be related to the cross effect of the pollution intensity, a technological factor, and income elasticity of demand captured by the propensity to consume that, in turn, is an income composition factor. Total degradation E, on the other hand, will also capture income scale effects since it will be also dependent on income levels. Our results show that income scale effects always exceed any demand and technological effects for the 1995 urban consumption level in Brazil.
