Publication: Impactos sociais e econômicos dos acidentes de trânsito nas aglomerações urbanas brasileiras : relatório executivo
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Abstract
Apresenta o grave quadro dos acidentes de trânsito no Brasil, destacando que o país possui elevados índices de mortalidade e feridos, superiores a vinte mil mortes anuais segundo o Denatran e cerca de trinta mil conforme o Ministério da Saúde, números possivelmente subestimados devido a falhas de registro; ressalta-se que, além do impacto humano, os acidentes geram enormes perdas econômicas e sociais, exigindo ações urgentes de políticas públicas mais eficazes, ainda dificultadas pela insuficiência de dados precisos sobre características e custos dos घटनos; o estudo, portanto, tem como objetivo quantificar os custos dos acidentes nas aglomerações urbanas brasileiras, com base em dados coletados em cidades e instituições de referência, estimando um custo anual de aproximadamente US$ 1,9 bilhão (cerca de 0,4% do PIB), com destaque para perdas de produção, custos médicos e danos materiais, e defendendo que esse conhecimento é essencial para orientar estratégias de prevenção e reduzir os impactos negativos do trânsito, especialmente em países em desenvolvimento, onde os índices permanecem elevados e atingem principalmente usuários mais vulneráveis, como pedestres, ciclistas e motociclistas.
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Citation
INSTITUTO DE PESQUISA ECONÔMICA APLICADA; ASSOCIAÇÃO NACIONAL DE TRANSPORTES PÚBLICOS (Brasil). Impactos sociais e econômicos dos acidentes de trânsito nas aglomerações urbanas brasileiras: relatório executivo. Brasília, DF: Ipea: ANTP, 2003. Disponível em: https://repositorio.ipea.gov.br/handle/11058/20681
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Description
As instituições participantes do projeto incluem os financiadores Ministério dos Transportes (STT), Ministério da Saúde, Secretaria Especial de Desenvolvimento Urbano – Sedu/PR (atual Ministério das Cidades), Secretaria de Estado de Direitos Humanos, Denatran (Departamento Nacional de Trânsito) e a Rede Ipea de Pesquisas em parceria com o Pnud e o BID; a coordenação geral ficou a cargo do Ipea (Instituto de Pesquisa Econômica Aplicada), por meio da Diretoria de Estudos Regionais e Urbanos; a execução foi realizada pela ANTP (Associação Nacional de Transportes Públicos); houve cooperação técnica da Codeplan/GDF (Companhia de Desenvolvimento do Planalto Central); e apoio institucional do Hospital das Clínicas da Faculdade de Medicina da USP, da CET-SP (Companhia de Engenharia de Tráfego), da Secretaria de Estado de Segurança Pública de São Paulo e da Secretaria de Estado de Saúde de São Paulo.
A equipe técnica do projeto foi composta por profissionais do Ipea (Instituto de Pesquisa Econômica Aplicada), incluindo Ricardo R. A. Lima como coordenador geral, José R. R. Góes como coordenador executivo, além de Margarida H. Pinto Coelho, Alexandre A. Gomide e Iêda M. O. Lima, com apoio técnico de Maria de la Soledad B. Castrillo; pela ANTP (Associação Nacional de Transportes Públicos), participaram Ailton Brasiliense Pires como diretor executivo, Eduardo A. Vasconcellos como coordenador geral, Pedro A. C. Machado como coordenador executivo e Francisco Aquino na gerência administrativa, além de colaboradores como Nancy R. Schneider e Max E. B. Paula (CET-SP), Emília Mayumi Hiroi e Elisa Eriko Kawashima (Metrô-SP), Fátima Bernardes e Lígia Oliveira; a equipe contou ainda com consultores como Ivan R. Gartner (Universidade Católica de Brasília), Júlia M. A. Greve e Olivério Graciotti Jr. (Hospital das Clínicas/FMUSP), Luis Carlos S. Cunha (Educ Consultoria), Philip Gold (Gold Projects) e Sebastião de Amorim (Unicamp); a supervisão técnica editorial ficou sob responsabilidade de Margarida H. Pinto Coelho, enquanto a produção editorial foi realizada por Sílvia Maria Costa Leite, Fábio Rodrigues e Roberto Astorino.
