Transportes
URI Permanente para esta coleçãohttps://repositorio.ipea.gov.br/handle/11058/17425
Navegar
Submissões Recentes
Livro Custos e tarifas no sistema ferroviário brasileiro : a Rede Ferroviária Federal S.A.(Ipea, 1983-12-06) Cascão, Luís Antônio Fernandes.; Panariello, Lúcia Malnati; Luís Antônio F. Cascão; Lúcia Malnati PanarielloInformações Setoriais 98Apresenta breve histórico do Sistema Ferroviário Nacional, buscando identificar as causas primárias de algumas distorções comumente atribuídas às ferrovias brasileiras, evoluindo para uma análise da performance recente da RFFSA. Procura confrontar alguns indicadores operacionais da Rede com outros sistemas ferroviários, nacionais e latino-americanos. Comenta sobre a evolução financeira recente da Empresa, com particular atenção à análise de insolvência. Apresenta os custos operacionais da RFFSA, incluindo uma análise de regressão que objetiva estimar funções de custo operacional total e médio. Faz uma descrição crítica do atual sistema de tarifação das ferrovias brasileiras, seguindo-se alguns comentários no sentido de um sistema tarifário mais eficiente para o setor.Publicação On the transport cost of iron ore export via the Central do Brazil railway(Ipea, 1968-06) Abouchar, Alan; Alan AboucharO texto analisa o estudo de custos do transporte ferroviário de minério de ferro pela Estrada de Ferro Central do Brasil, argumentando que as tarifas propostas para o contrato com a empresa MBR são inadequadas por subestimarem custos importantes, especialmente os de capital, manutenção e expansão da infraestrutura, além de utilizarem conceitos incorretos de custo, como a classificação equivocada de custos variáveis e fixos; o autor demonstra que muitos custos considerados fixos tendem a crescer com o aumento do tráfego, questiona comparações com sistemas ferroviários estrangeiros devido às condições mais difíceis do Brasil e critica a adoção de tarifas baseadas no valor do serviço, apontando riscos de ineficiência econômica, déficits e distorções na alocação de recursos, concluindo que as tarifas deveriam ser definidas com base no custo variável de longo prazo para refletir adequadamente os custos reais do sistema e garantir maior eficiência econômica.Publicação Transporte na área rural(Ipea, 1987) Lima, Agrimon M. Brasileiro de; Liberal, Jurandir Pereira; Venâncio, Luiz Braga; Nascimento, Maria Elisabeth M. do; Melo, Márcio J. V. Saraiva de; Agrimon M. Brasileiro de Lima; Jurandir Pereira Liberal; Luiz Braga Venâncio; Maria Elisabeth M. do Nascimento; Márcio J. V. Saraiva de MeloExamina o papel da infraestrutura de transportes no processo de desenvolvimento rural do Nordeste brasileiro, destacando sua importância para a integração territorial, o escoamento da produção agropecuária e o acesso da população rural a bens, serviços e mercados. A análise aborda a precariedade histórica da malha viária rural, a predominância de estradas vicinais em más condições, a insuficiência de investimentos em manutenção e a fragmentação institucional da gestão dos transportes. O texto evidencia como tais limitações reforçam desigualdades regionais, elevam custos de produção e dificultam a dinamização econômica do meio rural, defendendo a necessidade de políticas públicas integradas, planejamento sistemático e priorização de investimentos em infraestrutura de transporte como elemento estratégico para o desenvolvimento regional e a melhoria das condições de vida no Nordeste.Livro Elementos básicos para o estudo do escoamento de produtos agrícolas pelo Porto de Paranaguá(Ipea, 1972-09) Azeredo, Ricardo Luiz Rodrigues; Ricardo Luiz Rodrigues AzevedoParte da conceituação de "Corredores" definida em estudos do Setor de Transportes do Ipea em 1971 e incorporados ao I PND. Ressalta a importância de pesquisas sobre aspectos de produção, manuseio, armazenagem, transporte de mercadorias e análise das economias paranaense e catarinense bem como da região agrícola do sul de Mato Grosso. Reúne elementos que possibilitem a estimativa do volume de tráfego, bem como a determinação da área de influência do Corredor de ParanaguáPublicação Sandbox regulatório : revisão sistemática da literatura com foco no setor de transportes(Ipea, 2026-05-07) Ricardo Sampaio da Silva Fonseca; Diretoria de Estudos e Políticas Setoriais, de Inovação, Regulação e Infraestrutura - DISET; Ricardo Sampaio da Silva FonsecaTD 3204Este artigo apresenta uma revisão sistemática da literatura sobre sandboxes regulatórios, com ênfase em suas aplicações no setor de transportes e mobilidade. Embora o instrumento tenha se difundido rapidamente desde sua introdução no setor financeiro do Reino Unido em 2015 – com iniciativas que hoje abrangem áreas como energia, saúde, telecomunicações e transportes –, a produção acadêmica sobre sua aplicação em infraestrutura ainda é dispersa e limitada. Para enfrentar essa lacuna, o estudo combina análise bibliométrica e revisão qualitativa da literatura indexada em bases acadêmicas internacionais, complementada por documentos provenientes de busca ativa em centros de referência e organismos especializados. Os resultados apontam que os sandboxes regulatórios no setor de transportes têm sido utilizados principalmente como mecanismos para conciliar inovação tecnológica e segurança regulatória, em áreas como veículos autônomos, aviação, mobilidade aérea urbana, infraestrutura de recarga elétrica e concessões rodoviárias. A literatura destaca como condicionantes centrais: adaptação jurídico-institucional, coordenação entre stakeholders, governança robusta e salvaguardas contra riscos regulatórios. Conclui-se que, embora promissores, os sandboxes demandam maior produção empírica sobre seus impactos e maior integração com os arranjos institucionais de governança regulatória.Publicação Carbono zero (net zero) em regulação contratual de concessões de infraestrutura de transporte rodoviário : análise do modelo adotado na Rio-SP e na Rota dos Cristais(Ipea, 2026-04-29) Ricardo Sampaio da Silva Fonseca; Mauro Santos Silva; Koeller, Priscila; Diretoria de Estudos e Políticas Setoriais, de Inovação, Regulação e Infraestrutura - DISET; Ricardo Sampaio da Silva Fonseca; Mauro Santos Silva; Priscila KoellerTD 3202Este artigo analisa a introdução da “cláusula carbono zero” nos contratos de concessão de infraestrutura de transporte rodoviário no Brasil, a partir dos casos da Rio-SP (BRs 116/101/SP/RJ – Rodovia Presidente Dutra) e da Rota dos Cristais (BR-040/GO/MG). O estudo busca compreender as características desse novo instrumento contratual e avaliar seus impactos econômico-financeiros sobre o provimento da infraestrutura rodoviária, realizado por meio de concessões, destacando a relação entre sustentabilidade ambiental e modicidade tarifária. A metodologia combina revisão da literatura sobre infraestrutura sustentável e mudanças climáticas, análise documental dos contratos e editais, além do exame dos modelos econômico-financeiros das concessões. Os resultados evidenciam que, embora os custos associados à neutralização de carbono sejam relativamente pequenos em relação ao investimento total e às receitas projetadas, o efeito tarifário é mais relevante em concessões de menor escala. Ademais, a análise de sensibilidade realizada mostra que uma eventual ampliação do escopo do programa para incluir emissões indiretas pode elevar significativamente o impacto econômico, especialmente em projetos com menor volume de tráfego. Conclui-se que o mecanismo representa um avanço regulatório na direção de uma infraestrutura de baixo carbono, mas sua efetividade ambiental depende de maior precisão metodológica e de soluções adaptadas às especificidades de cada projeto.Publicação Potencial e desafios de uma contribuição social para financiar o transporte público(Ipea, 2026-04) Rafael Henrique Moraes Pereira; Bazolli, Arthur; Carlos Henrique Ribeiro de Carvalho; Furtado, Bernardo; Fabiano Mezadre Pompermayer; Coordenação-Geral de Ciência de Dados e Tecnologia da Informação - CGDTI; Rafael H. M. Pereira; Arthur Bazolli; Carlos H. R. de Carvalho; Bernardo A. Furtado; Fabiano M. PompermayerNota Técnica CGDTI 3Este estudo estima o potencial da criação de uma Contribuição Social para o Transporte Público Urbano (CTPU) como fonte de financiamento extratarifário dos sistemas de transporte público nas cidades brasileiras. A análise é motivada pelo contexto de restrição fiscal municipal e pelo baixo nível de subsídios públicos no Brasil em comparação internacional. As simulações utilizam dados administrativos do eSocial (2024), informações sobre custos operacionais e subsídios municipais de doze capitais brasileiras. Foram avaliados cenários com alíquotas de 0,5%, 1% e 2% sobre a folha de pagamento, assim como diferentes arranjos institucionais em que a CTPU substituiria ou complementaria o vale-transporte. As simulações também incluíram cenários de redução tarifária de 50%, de tarifa zero e de distintos aumentos de demanda. Os resultados mostram que a CTPU possui elevado potencial de arrecadação mesmo com alíquotas baixas. Na maioria das cidades analisadas, uma alíquota entre 0,5% e 1% seria suficiente para dobrar o nível atual de subsídio aos sistemas de ônibus. Para reduzir a tarifa em 50%, seriam necessárias alíquotas entre 1,7% e 2,6%. Do ponto de vista distributivo, os efeitos dependem do desenho institucional; assim, consideramos três arranjos distintos. Uma política que substitui o vale-transporte por uma CTPU, com desconto de 50% sobre as tarifas, beneficiaria 70% dos trabalhadores que atualmente recebem vale transporte. Para estes, em sua maioria de baixa e média renda, o gasto médio com transporte casa trabalho cairia de R$ 79 para R$ 48 por mês. Para as empresas, os custos adicionais são, em média, inferiores a R$ 65 por mês por funcionário (2,09% da folha bruta). Concluímos que a CTPU pode ser uma importante fonte complementar de financiamento. No entanto, o estudo alerta para diversos desafios à sua implementação e efetividade, como a delimitação do escopo do subsídio, a coordenação metropolitana e a readequação de modelos de regulação que promovam transparência nas regras de gestão e de remuneração das operadoras de transporte público.Publicação Concorrência digital e governança de plataformas de transporte por aplicativo no BRICs : propostas para a presidência brasileira em 2025(Ipea, 2025-08) Francisco das Chagas Sampaio Medina; Diretoria de Estudos Internacionais - DINTE; Francisco das Chagas Sampaio MedinaBEPI 42O artigo analisa os desafios da concorrência digital e da governança das plataformas de transporte por aplicativo (ride-hailing) no contexto do BRICS, à luz da presidência brasileira de 2025. A ascensão de modelos de negócio baseados em plataformas, impulsionados por efeitos de rede, poder de dados e algoritmos opacos, tem pressionado os marcos regulatórios principalmente no Sul global. A pesquisa, de abordagem qualitativa-comparativa, baseia-se em análise documental, revisão bibliográfica e no estudo de casos regulatórios do Brasil, da Índia, da China, da Rússia e da África do Sul. O objetivo consiste em examinar como o Brasil pode liderar uma agenda cooperativa no BRICS para promover diretrizes comuns de regulação digital. Especificamente, identificam-se os dilemas concorrenciais do setor, comparam-se modelos regulatórios e experiências de enforcement, e apresentam-se propostas para coordenação regulatória entre os países do bloco. Os resultados indicam que o setor de mobilidade urbana representa um campo estratégico para iniciar uma arquitetura de governança digital cooperativa no BRICS, avançando em soberania digital, transparência algorítmica, proteção de dados, defesa da concorrência e desenvolvimento sustentável.Livro STC : estudo setorial : ferrovia do aço(Ipea, 1981-09-30) Marques, Sérgio de Azevedo; Sérgio de Azevedo MarquesInformações Setoriais 50O texto apresenta um estudo setorial preparatório para a Consolidação Plurianual de Programas de Governo (1982–1985), em versão preliminar e sujeito a revisões quanto aos investimentos previstos para 1981 e 1982. O trabalho analisa inicialmente a demanda de transporte, descreve detalhadamente as características do projeto e o estágio de sua implantação, e em seguida resume as necessidades de investimento. Ao final, aborda aspectos de custo e realiza uma avaliação financeira do projeto. O estudo foi desenvolvido com a colaboração de entidades como ENGEFER, RFFSA e GEIPOT, e elaborado internamente por uma equipe técnica coordenada pelo engenheiro Sérgio de Azevedo Marques, com apoio de outros profissionais do setor de transportes e comunicações.Livro Transporte de carga, planejamento energético e desenvolvimento regional(Ipea, 1988-08) El Afioni, Miguel; Miguel El AfioniNota para Discussão 3Visualiza as relações entre o consumo do óleo Diesel, o crescimento do transporte de carga e os padrões estruturais (tecnologia) e locacionais da atividade econômica. Mostra como a manutenção da tendência de crescimento do transporte específico determina a demanda futura de petróleo, a partir da ênfase concedida à variável "Distancia Média de Transporte". Através de um exercício de previsão das necessidades brasileiras de petróleo até o final do século, faz uma estimativa de investimento que o país terá que fazer para garantir o suprimento interno de combustíveis e de insumos para a Petroquímica.Publicação Um Imposto sobre o desenvolvimento : a deterioração da malha rodoviária federal como imposto implícito – evidências a partir de um modelo de Equilíbrio Geral Computável(Ipea, 2026) Faé, Fernanda Giminez Machado; Fabiano Mezadre Pompermayer; Coordenação de Pós-Graduação e Capacitação - COPGC; Fernanda Giminez Machado Faé; Cavalcanti, Marco Antônio Freitas de Hollanda; João Maria de Oliveira; Fabiano Mezadre Pompermayer; Mello, Luiz Guilherme Rodrigues deMestrado Profissional em Políticas Públicas e Desenvolvimento - Sexta TurmaEsta dissertação quantifica os impactos econômicos do estado de conservação da malha rodoviária federal sob gestão do DNIT sobre o PIB brasileiro, tratando a infraestrutura de transportes como um determinante estrutural da eficiência alocativa da economia. Parte-se do diagnóstico de que a deterioração física do pavimento atua como uma fricção produtiva transversal que distorce preços relativos e induz a processos de realocação de recursos potencialmente associados à perda de eficiência alocativa (misallocation), conforme a literatura de distorções produtivas. Metodologicamente, adaptou-se um Modelo de EGC inter-regional, calibrado para o ano-base de 2018 e operado em abordagem estático-comparativa, integrando informações do Índice de Condição da Superfície (ICS), custos de usuário da rodovia (RUC) estimados via modelo HDM-4 e fluxos logísticos do Plano Nacional de Logística (PNL). A partir de choques exógenos nos custos de transporte, simulam-se cenários contrafactuais de melhoria e deterioração severa da malha, avaliando seus efeitos sobre o PIB agregado, regional, por Unidade da Federação, por macrossetor e por setor de atividade. Os resultados revelam uma sensibilidade assimétrica e não linear da economia brasileira: enquanto a melhoria da infraestrutura gera ganhos marginais no PIB, a deterioração severa da malha federal impõe perdas imediatas e expressivas, da ordem de bilhões de reais. A análise regional e setorial indica maior penalização econômica nas regiões Norte e Sul, com destaque para UFs como Pará, Mato Grosso e Rio Grande do Sul, bem como nos macrossetores da agropecuária e da indústria de transformação, intensivos em transporte rodoviário. No exercício comparativo-estático adotado, os choques logísticos adversos são absorvidos predominantemente como variação do produto agregado no curto prazo. Conclui-se que a conservação da malha rodoviária federal possui valor econômico primordialmente associado à mitigação do custo da inação, uma vez que a deterioração do pavimento opera como um imposto implícito que compromete a eficiência alocativa e reduz o nível de produto no equilíbrio considerado, evidenciando a manutenção preventiva como instrumento estratégico de política econômica para preservar a competitividade, reduzir assimetrias regionais e sustentar o desenvolvimento econômico.Livro Regional economy and highway master plan : a contribution to the analysis of the rural and feeder road problem(Ipea, 1970) Barat, Josef; Josef BaratO texto analisa o desenvolvimento do sistema de transportes no Brasil em relação à expansão da fronteira agrícola, destacando que a ocupação territorial ocorreu de forma desordenada e com infraestrutura implantada de modo improvisado, priorizando rodovias troncais em detrimento da integração regional. Essa concentração de investimentos gerou desequilíbrios na demanda e negligenciou a conexão de áreas produtivas às principais vias. O autor defende maior uso de ferrovias e transposição nas rotas de alta densidade e avalia criticamente a metodologia de custo-benefício aplicada à seleção de projetos rodoviários, apontando suas limitações para estradas vicinais e pioneiras. Conclui que o planejamento deve adotar critérios diferenciados e complementares para definir prioridades e aumentar a eficiência dos investimentos.Livro Caracterização das decisões logísticas de curto prazo de firmas comerciais e industriais(Ipea, 1987-04) Swait Junior, Joffre Dan; Instituto de Planejamento Econômico e Social; Joffre Dan Swait Jr.Textos para Discussão. Grupo de Energia 41Caracteriza a influência que os atributos técnicos e econômicos dos modos de transporte têm sobre as decisões logísticas de curto prazo de firmas comerciais e industriais. Investiga a relação entre estoque e transporte em função do tipo de mercadoria, natureza da operação comercial, destino e outros. Utiliza os dados do CIVI (Comércio Interestadual por Vias Internas), do IBGE, referentes a 1980 para a cidade do Rio de Janeiro.Publicação Transporte de cargas no Brasil : estudo exploratório das principais variáveis relacionadas aos diferentes modais e às suas estruturas de custos(Ipea, 2006) Wanke, Peter; Fleury, Paulo Fernando; Instituto de Pesquisa Econômica Aplicada; Peter Wanke; Paulo Fernando FleuryExamina de forma abrangente o setor de transporte de cargas no Brasil, analisando os cinco modais existentes — rodoviário, ferroviário, aquaviário, dutoviário e aéreo — e investigando suas estruturas de custo, características operacionais, impactos de escala, perfil da mão de obra e a influência de fatores como escolaridade, rotatividade e prestação de serviços logísticos adicionais. Utilizando dados da PAS 2002, do Suplemento PAS e da Rais, o estudo identifica diferenças significativas entre os modais quanto à proporção de custos fixos e variáveis, ao nível de produtividade, à dispersão geográfica e à intensidade de capital. Além disso, evidencia distorções históricas da matriz de transporte brasileira, marcada pela predominância excessiva do modal rodoviário, e destaca como variáveis estruturais e regionais afetam o desempenho econômico e operacional das transportadoras. Por meio de análises multivariadas — como Mancova, análise fatorial, regressões logísticas e clustering —, os autores concluem que a competitividade no transporte depende não só da natureza tecnológica do modal, mas também do grau de qualificação dos trabalhadores, da capacidade de diversificação de serviços e da escolha adequada entre modais conforme volume, distância e tipo de carga.Publicação Por que após a pandemia a demanda por transporte público coletivo não voltou ao nível anterior ? Evidências da pesquisa OD da RMSP(Ipea, 2025-12-18) Carlos Henrique Ribeiro de Carvalho; Diretoria de Estudos e Políticas Regionais, Urbanas e Ambientais - DIRUR; Carlos Henrique Ribeiro de CarvalhoTD 3178Os sistemas de transporte público coletivos (TPC) veem perdendo demanda nas últimas três décadas, expondo a perda de atratividade e competitividade que este segmento enfrenta. O artigo procura identificar os fenômenos socioeconômicos por trás dessa queda estrutural de demanda, discutindo políticas públicas de fortalecimento do transporte público.Livro Rice, wheat & soy bean transport & storage : Rio Grande do Sul(Ipea, 1964-11-05) Snell, H. K.; Escritório de Pesquisa Econômica Aplicada; H. K. SnellApresenta conclusões sobre transporte e armazenamento de soja no Rio Grande do Sul, fundamentadas em observações de áreas de cultivo, análise das instalações portuárias e de armazéns em Porto Alegre, dados estatísticos fornecidos pelo Instituto Riograndense do Arroz (IRGA), além de conferências com autoridades do setor, incluindo representantes do Banco de Desenvolvimento do Extremo Sul, SAMRIG e especialistas do Banco Mundial. O estudo também incorporou visitas a plantas de processamento, análise de estatísticas complementares e revisão de informações publicadas na imprensa, visando compreender a infraestrutura logística e suas implicações para o escoamento da produção agrícola.Livro Presença do Estado no Brasil : Federação, suas unidades e municipalidades : número 2(Ipea, 2011) Milko Matijascic; Instituto de Pesquisa Econômica Aplicada; Milko MatijascicO livro apresenta dados e indicadores relacionados à ação estatal em diversas áreas do desenvolvimento nacional. Na introdução, discute-se, em perspectiva teórica e histórica, o papel do Estado no desenvolvimento social e econômico ao longo do século XX. Ao longo do livro, são congregadas informações utilizados de forma cotidiana pelos técnicos de planejamento e pesquisa do Ipea para pensar o desenvolvimento e formular políticas públicas, de forma a incentivar uma maior interação entre as diferentes esferas de governo e mostrar a presença do Estado ao longo de nosso vasto território. Para mostrar a presença do Estado, foram selecionados os seguintes temas: previdência social, assistência social, saúde, educação, trabalho, bancos públicos, infraestrutura, segurança pública e cultura. Para todos estes temas, foram apresentados indicadores básicos, bens públicos, serviços públicos prestados e quantitativos de servidores públicos alocados para cada uma das áreas descritas, sempre colocando em destaque as esferas regionais e locais. Os dados apresentados focalizam, sobretudo, os cadastros mantidos por ministérios ou por órgãos sujeitos à sua supervisão. Alguns dados, principalmente na seção inicial, foram previamente compilados pelo Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE) e têm por meta situar o leitor neste universo e facilitar a utilização da publicação. Desse modo, objetiva-se colaborar com a tarefa de analisar políticas públicas, além de oferecer um material rico para fins didáticos.Livro Presença do Estado no Brasil : Federação, suas unidades e municipalidades(Ipea, 2010) Milko Matijascic; Milko MatijascicO livro apresenta dados e indicadores relacionados à ação estatal em diversas áreas do desenvolvimento nacional. Na introdução, discute-se, em perspectiva teórica e histórica, o papel do Estado no desenvolvimento social e econômico ao longo do século XX. Ao longo do livro, são congregadas informações utilizados de forma cotidiana pelos técnicos de planejamento e pesquisa do Ipea para pensar o desenvolvimento e formular políticas públicas, de forma a incentivar uma maior interação entre as diferentes esferas de governo e mostrar a presença do Estado ao longo de nosso vasto território. Para mostrar a presença do Estado, foram selecionados os seguintes temas: previdência social, assistência social, saúde, educação, trabalho, bancos públicos, infraestrutura, segurança pública e cultura. Para todos estes temas, foram apresentados indicadores básicos, bens públicos, serviços públicos prestados e quantitativos de servidores públicos alocados para cada uma das áreas descritas, sempre colocando em destaque as esferas regionais e locais. Os dados apresentados focalizam, sobretudo, os cadastros mantidos por ministérios ou por órgãos sujeitos à sua supervisão. Alguns dados, principalmente na seção inicial, foram previamente compilados pelo Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE) e têm por meta situar o leitor neste universo e facilitar a utilização da publicação. Desse modo, objetiva-se colaborar com a tarefa de analisar políticas públicas, além de oferecer um material rico para fins didáticos.Livro O Setor de transportes na economia brasileira(Ipea, 1969-05-30) Barat, Josef; Josef BaratFaz uma análise da atuação do Setor Transportes na economia brasileira bem como das diversas modalidades de transporte. Quanto às modalidades de transporte, apresenta descrição objetiva, com informações factuais detalhadas e establece abordagem homogênea para sua análise.Publicação Mortalidade e morbidade das motocicletas e os riscos da implantação do mototáxi no Brasil(Ipea, 2025-11) Carlos Eduardo de Carvalho Vargas; Carlos Henrique Ribeiro de Carvalho; Erivelton Pires Guedes; Diretoria de Estudos e Políticas Regionais, Urbanas e Ambientais - DIRUR; Carlos Eduardo de Carvalho Vargas; Carlos Henrique Ribeiro de Carvalho; Erivelton Pires GuedesNota Técnica Dirur 57Essa Nota Técnica tem como objetivo aprofundar o debate sobre as principais características, fragilidades e externalidades negativas associadas ao crescimento do uso de motocicletas no trânsito brasileiro, além de abrir discussão sobre a regulamentação dos serviços de mototáxi no Brasil. Com forte aumento da mortalidade e morbidade hospitalar nas últimas décadas, as motocicletas vêm se tornando o grande desafio para efetivação de políticas de redução dos sinistros de trânsito no Brasil, principalmente neste momento em que há uma forte pressão pela implementação de serviços remunerados de passageiros por motocicleta nas cidades brasileiras.
