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Os Tratados bilaterais de investimento dos BRICS com países africanos : uma análise comparativa com o ACFI brasileiro

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Texto para Discussão (TD) 2923 : Os Tratados bilaterais de investimento dos BRICS com países africanos : uma análise comparativa com o ACFI brasileiro

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Resumo

Neste trabalho, visamos a aprofundar o debate sobre a inserção do Brasil no regime internacional de investimentos, realizando uma análise comparada entre o Acordo de Cooperação e Facilitação de Investimentos (ACFI) do Brasil e os tratados bilaterais de investimentos (TBIs) de China, África do Sul, Rússia e Índia (demais países do BRICS) com países africanos. Iniciamos com um panorama sobre as relações político-econômicas desses quatro países com os africanos. Logo, discorremos sobre a inserção de cada país do BRICS no regime internacional de investimentos e apresentamos as características dos modelos de TBIs utilizados com países no continente africano. Realizamos um levantamento quantitativo e uma análise qualitativa dos textos dos acordos, para identificar suas principais características. Adicionalmente, apresentamos a atuação desses quatro países do BRICS no sistema internacional de arbitragem e analisamos os casos envolvendo os países africanos e os países do bloco. Ao final, resgatamos as principais características dos ACFIs e realizamos uma análise comparativa entre os modelos utilizados pelos demais países do BRICS, apontando suas diferenças e semelhanças. Concluímos que, apesar de os países do BRICS impulsionarem reformas no regime internacional de investimentos, posicionando-se criticamente sobre os TBIs tradicionais, normalmente estabelecidos por países do Norte global no que tange às relações com países africanos, os quatro países do BRICS aqui analisados utilizam o modelo tradicional de TBI, reforçando suas regras e princípios. Nesse sentido, acabam por reproduzir tratados entre economias assimétricas, que garantem direitos ao investidor estrangeiro em detrimento do interesse público em áreas fundamentais para as sociedades, como meio ambiente, saúde, trabalho e estabilidade macroeconômica. Apenas o ACFI traz um modelo de acordo diferenciado, porém, ele ainda não foi realmente colocado em prática, para que seja testado, aperfeiçoado ou mesmo questionado quanto sua necessidade. Em nossa análise, o Brasil tem um caminho a percorrer e deve buscar promover investimentos com países africanos de forma equilibrada, garantindo que esses investimentos efetivamente contribuam ao desenvolvimento econômico, social e ambiental para as partes envolvidas.

Resumo traduzido

This study aims to deepen the debate on Brazil’s insertion in the international investment regime by conducting a comparative analysis between Brazil’s Agreement on Cooperation and Facilitation of Investments (ACFI) and the bilateral investment treaties of the other BRICS countries with African countries. We begin with an overview of the political and economic relations between China, South Africa, Russia and India with African countries. Then, we discuss the insertion of each BRICS country in the international investment regime, and present the characteristics of the BIT models used with countries on the African continent. We carried out a quantitative research and a qualitative analysis of the agreements’ texts to identify their main characteristics. Additionally, we present the performance of the four BRICS countries in the international arbitration system, and analyze the cases involving African countries and BRICS. At the end, we recall the main characteristics of the ACFIs, and do comparative analysis between the models used by the other BRICS countries, pointing out their differences and similarities. We conclude that, although the BRICS countries are pushing for reforms in the international investment regime and are critically opposed to traditional BITs, which are usually established by countries from the Global North, in relations with African countries, the four BRICS countries analyzed here use the traditional BIT model, reinforcing its rules and principles. In this sense, they end up reproducing treaties between asymmetric economies, which guarantee rights to foreign investors to the detriment of the public interest in areas that are fundamental to societies, such as the environment, health, labor, and macroeconomic stability. Only the ACFI brings a differentiated agreement model, but it has not yet been actually put into practice, to be tested, improved, or even questioned as to its necessity. In our analysis, Brazil has a way to go, and should seek to promote investments with African countries in a balanced way, ensuring that these investments effectively contribute to economic, social and environmental development of the parties involved.

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