Publicação: As Relações comerciais da China com seus vizinhos
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Resumo
Analisa como a China se tornou, nos anos 2000, um hub do regionalismo asiático, utilizando acordos e a política comercial externa como instrumentos econômicos e geopolíticos para aprofundar interdependências e reduzir riscos de alianças hostis no entorno (ASEAN, Japão, Coreias, entre outros). Após contextualizar o crescimento chinês sustentado por exportações, IDE e zonas econômicas especiais, os autores mostram que as relações com vizinhos se intensificaram fortemente (corrente de comércio em alta com todos os parceiros), embora, do ponto de vista chinês, a importância relativa do entorno tenha caído ao longo do tempo devido à diversificação global. Indicadores como intensidade comercial, concentração de pautas, vantagens comparativas reveladas e comércio intrassetorial apontam um padrão nítido: cadeias regionais de valor alicerçadas em bens de produção (intermediários), com maior comércio intrassetorial com Japão, Coreia do Sul, Cingapura e Malásia; vantagens comparativas chinesas concentradas em manufaturas e máquinas/material de transporte enquanto vizinhos como Indonésia e Camboja se destacam em matérias‑primas/combustíveis e bens finais de vestuário. Conclui que a China consolida o papel de locomotiva produtivo‑comercial regional e de hub asiático, com baixa concentração nas exportações ao entorno, déficits deliberados com alguns parceiros estratégicos e uma estratégia de integração que combina complementaridade produtiva e objetivos de segurança regional.
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OLIVEIRA, Ivan Tiago Machado; CARNEIRO, Flavio Lyrio; BACELETTE, Ricardo G. As Relações comerciais da China com seus vizinhos. In: BAUMANN, Renato; OLIVEIRA, Ivan Tiago Machado (org.). Os BRICS e seus vizinhos: comércio e acordos regionais. Brasília: Ipea, 2014. p. 255‑279. Disponível em: https://repositorio.ipea.gov.br/handle/11058/20111
