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Os Financiamentos chineses em energias renováveis na América Latina e os desafios das mudanças climáticas

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Texto para Discussão (TD) 2943 : Os financiamentos chineses em energias renováveis na América Latina e os desafios das mudanças climáticas

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Resumo

Este texto busca conectar e sistematizar os elementos que integram a evolução da China em sua consolidação como país líder em transição energética, participante ativo e engajado nas negociações multilaterais do clima e financiador internacional de projetos verdes de baixo impacto ambiental ou de tecnologias de baixo carbono. O pano de fundo da análise reside no diagnóstico oferecido pelo conceito de Antropoceno, que atribui à ação humana sobre o meio ambiente a responsabilidade central pela aceleração das mudanças climáticas nas últimas décadas. Adicionalmente, identifica-se na visão ou no paradigma político de civilização ecológica a orientação estratégica gradativamente incorporada às diretrizes para a descarbonização doméstica da economia chinesa e para a atuação global de suas empresas e entidades de financiamento externo. Buscou-se identificar as repercussões dessas diretivas centradas na elevação dos padrões socioambientais do investimento externo direto (IED) e dos financiamentos chineses no exterior. Observaram-se indícios que sinalizam descarbonização dos capitais chineses em projetos de geração de energia no exterior, com a elevação recente e projetada de unidades de geração a partir de fontes limpas e declínio dos projetos de carvão, embora ainda pairem incertezas e permaneçam desafios relevantes; em particular, a atuação futura dos bancos financiadores de políticas públicas e seus portfólios intensivos em emissões. Na América Latina, verificou-se que, embora tenha sido detectada redução da participação em investimentos diretos e construção de empreendimentos hidrelétricos de grande envergadura, há maior interesse por projetos em energia eólica e solar.

Resumo traduzido

The aim of this article is connecting and systematizing the elements that make up the con-solidation of China as a world leader in energy transition, an active and engaged participant in multilateral climate negotiations and an international source of funding to green projects with low environmental impact and low carbon technologies. The concept of Anthropocene, which designates human action as the main component behind the intensification of climate change in recent decades, is key to the analysis. Furthermore, we identify in the ecological civilization view – or political paradigm –, the source of the strategic orientation gradually incorporated by China into the guidelines for the decarbonization of the domestic economy and for the global performance of the country’s companies and financial institutions. We verify the practical repercussions of these directives aimed at raising the socio-environmental standards of Chinese investments and financing abroad. There are signs of decarbonization in power generation projects funded by Chinese entities, materialized by the recent – and projected – increase in generation units from clean sources and a decline in coal projects. However, uncertainties and relevant challenges remain, particularly in respect to the future performance of the policy banks and their carbon-intensive portfolios. In Latin America, despite the recent decline in Chinese FDI and construction of large-scale hydroelectric projects, we identify a greater interest in wind and solar energy ventures.

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NUNES, Ticiana Gabrielle Amaral;UNGARETTI, Carlos Renato; DI MARCO, Giulia Mariana Rodrigues; MENDONÇA, Marco Aurélio Alves de. Os financiamentos chineses em energias renováveis na América Latina e os desafios das mudanças climáticas. Brasília, DF : Ipea, nov. 2023. 70 p. : il. (Texto para Discussão, n. 2943). DOI: http://dx.doi.org/10.38116/ td2943-port.

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