Energia

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  • Publicação
    Elasticidades-preço e renda da demanda residencial por energia elétrica : novas estimativas para o Brasil e comparação com o BRICs
    (Ipea, 2025-08) Edison Benedito da Silva Filho; Guilherme Vampré Homsy; Diretoria de Estudos Internacionais - DINTE; Edison Benedito da Silva Filho; Guilherme Vampré Homsy
    BEPI 42
    O objetivo do artigo é atualizar as estimativas de elasticidades-preço e renda da demanda residencial de energia elétrica de curto prazo para o Brasil após a experiência da pandemia de covid-19, bem como comparar a magnitude desses parâmetros socioeconômicos com a de similares encontrados nos demais membros originais do BRICS (Brasil, Rússia, Índia, China e África do Sul). Para tanto, utilizamos um modelo de dados em painel cobrindo períodos de dez a vinte anos com frequência trimestral e discriminamos os domicílios em termos de renda, tendo como clivagem o cadastro no programa do governo federal brasileiro para a concessão de descontos nas contas de luz, denominado Tarifa Social de Energia Elétrica (TSEE). Os resultados demonstram a proximidade das características socioeconômicas dos consumidores de energia elétrica do Brasil em relação aos de outros membros do BRICS. Também se evidencia um impacto significativo da pandemia de covid-19 sobre o comportamento das famílias, em especial as de baixa renda, que aumentaram a prioridade dos gastos com energia elétrica em suas preferências de consumo.
  • Publicação
    O BRICS e a geopolítica das energias renováveis : possibilidades de cooperação em minerais críticos, energias renováveis e tecnologias de baixo carbono
    (Ipea, 2025-08) Carlos Renato Ungaretti; Tainari Taioka; Marco Aurélio Alves de Mendonça; Nathana Garcez Portugal; Diretoria de Estudos Internacionais - DINTE; Carlos Renato Ungaretti; Tainari Taioka; Marco Aurélio Alves de Mendonça; Nathana Garcez Portugal
    BEPI 42
    Objetiva-se, com este estudo, avaliar os potenciais benefícios da cooperação energética entre os países do BRICS, com destaque para os segmentos de minerais críticos, energias renováveis e tecnologias de baixo carbono (low-carbon technologies – LCTs). Argumenta-se que o agrupamento pode contribuir para reduzir vulnerabilidades e potencializar trajetórias efetivas de transição energética, compatibilizando interesses comuns e propiciando ganhos econômicos e socioambientais de longo prazo. Identificam-se complementaridades e potenciais benefícios na efetivação das agendas de agregação de valor e de industrialização de minerais críticos. Além disso, observam-se sinergias capazes de reduzir lacunas de investimento e promover a diversificação dos sistemas de energia, bem como a formação de arranjos de cooperação a partir dos atributos e capacidades particulares dos países do BRICS. Há, por fim, espaço para promover iniciativas de pesquisa e desenvolvimento, favorecendo a inovação e a implementação de tecnologias emergentes.
  • Livro
    Investimentos e risco em energia elétrica
    (Ipea, 1982-06-18) Cechin, José; José Cechin
    Informações Setoriais 72
    O documento da CPS/IPLAN dá continuidade a uma série de estudos voltados ao planejamento dos gastos públicos para o período de 1982 a 1985, com foco no setor de energia elétrica. Ele aprofunda análises anteriormente desenvolvidas, buscando compreender a dinâmica desse segmento estratégico da economia. O principal objetivo é discutir a política de investimentos no setor elétrico, especialmente em relação à garantia de suprimento, medida pela taxa de risco de déficit. Sem pretender esgotar o tema, o estudo delimita aspectos centrais do problema, retoma debates recentes e propõe possíveis alternativas de atuação. O trabalho foi elaborado por José Cechin, com a colaboração de Edmir S. Moita e Antonio José de Cerqueira Antunes, além do apoio relevante da ELETROBRÁS.
  • Publicação
    Mudança climática e coerência em políticas públicas : estratégias de transporte nos planos de energia 2050
    (Ipea, 2026) Consoni, Flávia Luciane; Wolffenbüttel, Rodrigo Foresta; Silva, Luciana Cristina Lenhari da; Bermúdez-Rodríguez, Tatiana; Diretoria de Estudos e Políticas Regionais, Urbanas e Ambientais - DIRUR; Flávia Luciane Consoni; Rodrigo Foresta Wolffenbüttel; Luciana Cristina Lenhari da Silva; Tatiana Bermúdez-Rodríguez
    Este artigo examina a coerência entre as políticas do setor de transporte definidas no Plano Nacional de Energia (PNE) 2050 e no Plano Estadual de Energia (PEE) 2050 do estado de São Paulo, com base no conceito de coerência de políticas para o desenvolvimento sustentável (policy coherence for sustainable development – PCSD) da Organização para a Cooperação e Desenvolvimento Econômico (OCDE). A coerência de políticas públicas visa à integração das dimensões econômica, social e ambiental, assim como à governança, promovendo sinergias entre os Objetivos de Desenvolvimento Sustentável (ODS) e as políticas setoriais a fim de atingir as metas de desenvolvimento sustentável. O foco do artigo é o setor de transporte, responsável por 25% das emissões de gases de efeito estufa (GEE) no mundo, 14% no Brasil e 34% no estado de São Paulo. A metodologia analisa a coerência em dimensões (vertical, horizontal, temporal), princípios (compromisso político, integração, participação, monitoramento), governança e tecnologia. O objetivo é compreender como os planos interagem e se complementam no contexto das mudanças climáticas para o setor de transporte. Os resultados indicam coerência entre os planos em relação à descarbonização, ao uso de energias renováveis e à eficiência energética. No entanto, identificam-se possíveis conflitos com políticas que incentivam combustíveis fósseis. A conclusão destaca a importância de uma governança para implementar ações complementares dos planos, otimizando investimentos que possam acelerar a transição energética.
  • Publicação
    Transição energética além da descarbonização : injustiças e desafios de governança no caso Cumbe (Aracati – CE)
    (Ipea, 2025) Miranda, Jessica Dias; Aristides Monteiro Neto; Coordenação de Pós-Graduação e Capacitação - COPGC; Jessica Dias Miranda; Daniel Pitangueira de Avelino; Júlia Benfica Senra; Aristides Monteiro Neto
    Mestrado Profissional em Políticas Públicas e Desenvolvimento - Sexta Turma
    A transição energética, frequentemente apresentada como solução técnica para a crise climática, tem se materializado de modo desigual, sobretudo em territórios do Sul Global. No Brasil, a rápida expansão da energia eólica no Nordeste evidencia tensões entre metas de descarbonização e justiça socioambiental, revelando lacunas de governança territorial, déficits de participação e conflitos em comunidades tradicionais. Esta dissertação analisa as manifestações de injustiça energética associadas à implantação de parques eólicos na comunidade quilombola de Cumbe (Aracati, CE), a partir das dimensões distributiva, procedimental, de reconhecimento e intergeracional propostas por Sovacool & Dworkin (2015), dialogando com aportes da geografia crítica, da ecologia política e do ecofeminismo, por meio da aplicação de uma matriz analítica de indicadores construída para operacionalizar essas quatro dimensões no contexto territorial estudado. A pesquisa baseia-se em estudo de caso qualitativo, ancorado em fontes secundárias, peças de licenciamento, TACs, decisões judiciais, marcos legais e relatórios técnicos e comunitários, trianguladas por uma matriz de indicadores (Tabelas 3, 5, 7 e 9) adaptada às quatro dimensões de justiça. Os resultados indicam que a ausência de consulta livre, prévia e informada (CLPI), a fragmentação do licenciamento e a desconsideração de bens comuns (trilhas, dunas, lagoas e áreas de pesca) favoreceram a formação de um enclave energético, com assimetrias na distribuição de benefícios, invisibilização de identidades e saberes locais e transferência de riscos cumulativos às gerações futuras. Conclui-se que uma transição justa no Brasil requer integrar planejamento energético, ordenamento territorial e salvaguardas vinculantes, com ênfase na coprodução do conhecimento, participação qualificada e reparação territorializada.
  • Livro
    Consumo de energia no meio rural
    (Ipea, 1983) Mata, Milton da; Instituto de Pesquisa Econômica Aplicada; Milton da Mata
    Apresenta a evolução da importância relativa do consumo rural de energia entre 1970 e 1980. Baseado na regionalização dos dados extraídos do Censo Agropecuário de 1975, discute parâmetros que condicionam a intensidade do uso de energia no meio rural
  • Livro
    A Critical look at the theories of household demand for energy
    (Ipea, 1982-06) Shamsavari, Ali; Instituto de Planejamento Econômico e Social; Ali Shamsavari
    Discute a validade das definições atuais sobre demanda doméstica de energia. Além de atentar para a complexidade das relações entre preço, elasticidade da renda e seus determinantes e aborda a questão da substituição de energia.
  • Livro
    Um Modelo de análise da produção de energia pela agricultura
    (Ipea, 1982-08) Péres, Fernando Curi; Barros, José R. Mendonça de; Ferreira, Léo da Rocha; Moricochi, Luiz; Instituto de Planejamento Econômico e Social; Fernando Curi Peres; José R. Mendonça de Barros; Léo da Rocha Ferreira; Luiz Moricochi
    Documento Preliminar. Grupo de Energia 11
    Apresenta uma avaliação de programas de utilização de biomassas como fontes alternativas de energia. Deriva funções de oferta de álcool. Estima o impacto da produção do álcool em relação à produção de alimentos e fibras para o mercado interno e de exportação. Determina em que regiões deve ser expandida a cultura da cana-de-açúcar para a produção de álcool e fornece subsídios para programas de zoneamento de culturas nacionais e regionais.
  • Livro
    Um Modelo de planejamento de oferta de energia elétrica
    (Ipea, 1982-03) Tourinho, Octávio Augusto Fontes; Octávio A. F. Tourinho
    Documento Preliminar. Grupo de Energia 05
    Apresenta a formulação de um modelo de planejamento de expansão do sistema de suprimento de energia elétrica que visa calcular os custos médio e marginal por kwh entregue às várias regiões consumidoras, para satisfazer níveis totais de demanda regional predeterminados.
  • Publicação
    A Rússia e seus vizinhos : comércio
    (Ipea, 2014) Flávio Lyrio Carneiro; Ivan Tiago Machado Oliveira; Flavio Lyrio Carneiro; Ivan Tiago Machado Oliveira
    Analisa as relações comerciais da Rússia com seus onze vizinhos pós‑soviéticos entre 2000 e 2010, examinando o comportamento do comércio bilateral, sua intensidade, grau de concentração, padrão de especialização, perfil tecnológico e dinâmica de bens de produção e bens finais; evidencia-se que a Rússia exerce papel central no comércio regional, sendo muito mais relevante para as pautas externas dos vizinhos do que o inverso, embora a intensidade relativa desse comércio tenha diminuído ao longo da década; demonstra-se que tanto as exportações russas quanto as dos vizinhos apresentam elevada concentração setorial, especialmente em produtos energéticos, refletindo a posição russa como grande exportadora de petróleo e gás natural e a dependência energética de muitos países da região; verifica-se baixa integração produtiva intrassetorial, com comércio de bens de produção pouco sofisticado e limitado; por fim, o texto discute os acordos de livre‑comércio e iniciativas regionais — como a Comunidade dos Estados Independentes (CEI), a Eurasian Economic Community e a união aduaneira Rússia‑Bielorrússia‑Cazaquistão — destacando avanços limitados e recorrentes conflitos comerciais que dificultam uma integração econômica mais profunda.
  • Publicação
    Desenvolvimentismo, conflito e conciliação de interesses na política de construção de hidrelétricas na Amazônia brasileira
    (Ipea, 2014) Pereira, Ana Karine; Instituto de Pesquisa Económica Aplicada; Ana Karine Pereira
    Analisa como o Estado brasileiro, em um contexto de democracia consolidada, lida com conflitos e negociações na política de construção de grandes hidrelétricas na Amazônia, com foco comparativo entre a UHE Tucuruí (executada sob autoritarismo, nos anos 1970–80) e o complexo e contencioso caso de Belo Monte. O texto mostra que o atual arranjo político-institucional — marcado por ampla legislação ambiental, licenciamento, audiências públicas, atuação do Ministério Público e participação de órgãos como Ibama, Funai, ANA e Aneel — criou mais transparência e oportunidades de manifestação social, resultando em melhorias técnicas, sociais e ambientais no desenho dos projetos. Contudo, evidencia também limitações: decisões continuam concentradas no setor elétrico; o Legislativo não cumpre plenamente o papel de garantir oitivas indígenas; o licenciamento é fragilizado por pressões políticas; e a fase ambiental funciona como arena de conflito, mas com baixa capacidade de resolução. Assim, embora o novo arranjo seja mais democrático e inclusivo, permanece pouco eficaz na conciliação de interesses divergentes, gerando judicialização, atrasos e baixa legitimidade social para hidrelétricas como Belo Monte.
  • Publicação
    Importação de tecnologias de baixo carbono pela economia brasileira : o que é possível dizer sobre transição energética?
    (Ipea, 2026-01-16) Taioka, Tainari; Ungaretti, Carlos Renato; Mendonça, Marco Aurélio Alves de; Diretoria de Estudos Internacionais - DINTE; Tainari Taioka; Carlos Renato Ungaretti; Marco Aurélio Alves de Mendonça
    TD 3182
    Este estudo analisou o perfil de importação de tecnologias de baixo carbono (low-carbon technologies – LCT) entre o Brasil e os países do BRICS, União Europeia, Estados Unidos e Mercosul. Foram utilizados dados do UN Comtrade, produzidos pela Organização das Nações Unidas (ONU), para os anos de 2010, 2015 e 2021, e foi realizada a compatibilização com a matriz insumo-produto (MIP) brasileira. A partir disso, identificaram-se os principais setores demandantes e as regiões fornecedoras de LCT. Em seguida, estimou-se a intensidade de emissões associada ao consumo e à produção dos dez maiores setores importadores. Os resultados indicaram avanço expressivo da China como principal fornecedora de LCT, especialmente nos setores de Fabricação de equipamentos de informática, produtos eletrônicos e ópticos e Fabricação de químicos orgânicos e inorgânicos, resinas e elastômeros. A análise revelou ainda que houve redução da intensidade de emissões nos setores de Fabricação de produtos químicos, Geração de eletricidade e Agropecuária. Este resultado indica possível transição energética para estes setores.
  • Publicação
    Qual a importância do Brasil na cadeia global de minerais críticos da transição energética ? Uma análise sobre reservas, produção, comércio exterior e investimentos. (Publicação Expressa)
    (Ipea, 2025-12) Leão, Rafael da Silveira Soares; Oliveira, Mariano Laio de; Cunha, Danúbia Rodrigues da; Diretoria de Estudos e Políticas Setoriais, de Inovação, Regulação e Infraestrutura - DISET; Rafael da Silveira Soares Leão; Mariano Laio de Oliveira; Danúbia Rodrigues da Cunha.
    TD 3174
    Este estudo analisa a importância do Brasil na cadeia global de suprimentos de minerais críticos para a transição energética, abordando reservas, produção, comércio exterior e investimentos. A transição energética, impulsionada pela necessidade de mitigar as mudanças climáticas, requer uma reconfiguração dos sistemas de geração de energia, substituindo combustíveis fósseis por fontes renováveis e tecnologias de baixa emissão de gases de efeito estufa. A produção de equipamentos para geração de energia eólica e solar, e veículos eletrificados demanda grandes quantidades de minerais críticos, como cobre, lítio, níquel, manganês, grafita e terras raras. O Brasil possui reservas significativas de alguns desses minerais, mas enfrenta desafios na produção e no comércio internacional. O estudo destaca a importância dos investimentos para que o país possa explorar seu potencial minerador e se posicionar como um ator global relevante na transição energética.
  • Livro
    Presença do Estado no Brasil : Federação, suas unidades e municipalidades : número 2
    (Ipea, 2011) Milko Matijascic; Instituto de Pesquisa Econômica Aplicada; Milko Matijascic
    O livro apresenta dados e indicadores relacionados à ação estatal em diversas áreas do desenvolvimento nacional. Na introdução, discute-se, em perspectiva teórica e histórica, o papel do Estado no desenvolvimento social e econômico ao longo do século XX. Ao longo do livro, são congregadas informações utilizados de forma cotidiana pelos técnicos de planejamento e pesquisa do Ipea para pensar o desenvolvimento e formular políticas públicas, de forma a incentivar uma maior interação entre as diferentes esferas de governo e mostrar a presença do Estado ao longo de nosso vasto território. Para mostrar a presença do Estado, foram selecionados os seguintes temas: previdência social, assistência social, saúde, educação, trabalho, bancos públicos, infraestrutura, segurança pública e cultura. Para todos estes temas, foram apresentados indicadores básicos, bens públicos, serviços públicos prestados e quantitativos de servidores públicos alocados para cada uma das áreas descritas, sempre colocando em destaque as esferas regionais e locais. Os dados apresentados focalizam, sobretudo, os cadastros mantidos por ministérios ou por órgãos sujeitos à sua supervisão. Alguns dados, principalmente na seção inicial, foram previamente compilados pelo Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE) e têm por meta situar o leitor neste universo e facilitar a utilização da publicação. Desse modo, objetiva-se colaborar com a tarefa de analisar políticas públicas, além de oferecer um material rico para fins didáticos.
  • Livro
    Presença do Estado no Brasil : Federação, suas unidades e municipalidades
    (Ipea, 2010) Milko Matijascic; Milko Matijascic
    O livro apresenta dados e indicadores relacionados à ação estatal em diversas áreas do desenvolvimento nacional. Na introdução, discute-se, em perspectiva teórica e histórica, o papel do Estado no desenvolvimento social e econômico ao longo do século XX. Ao longo do livro, são congregadas informações utilizados de forma cotidiana pelos técnicos de planejamento e pesquisa do Ipea para pensar o desenvolvimento e formular políticas públicas, de forma a incentivar uma maior interação entre as diferentes esferas de governo e mostrar a presença do Estado ao longo de nosso vasto território. Para mostrar a presença do Estado, foram selecionados os seguintes temas: previdência social, assistência social, saúde, educação, trabalho, bancos públicos, infraestrutura, segurança pública e cultura. Para todos estes temas, foram apresentados indicadores básicos, bens públicos, serviços públicos prestados e quantitativos de servidores públicos alocados para cada uma das áreas descritas, sempre colocando em destaque as esferas regionais e locais. Os dados apresentados focalizam, sobretudo, os cadastros mantidos por ministérios ou por órgãos sujeitos à sua supervisão. Alguns dados, principalmente na seção inicial, foram previamente compilados pelo Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE) e têm por meta situar o leitor neste universo e facilitar a utilização da publicação. Desse modo, objetiva-se colaborar com a tarefa de analisar políticas públicas, além de oferecer um material rico para fins didáticos.
  • Publicação
    Para uma transição energética socioambientalmente sustentável : lições de um experimento no semiárido nordestino
    (Ipea, 2024-12) Bursztyn, Marcel; Jean, Wesly; Rocha, Juliana Dalboni; Nogueira, Daniela; Lindoso, Diego; Diretoria de Estudos e Políticas Regionais, Urbanas e Ambientais - DIRUR; Marcel Bursztyn; Wesly Jean; Juliana Dalboni Rocha; Daniela Nogueira; Diego Lindoso
    PPP 71
    A matriz elétrica brasileira sempre foi caracterizada pelo seu caráter limpo, já que tem como base essencialmente a geração a partir do aproveitamento do potencial hidráulico. Entretanto, diante da crise climática e de frequentes momentos de escassez hídrica, tem havido uma crescente utilização de energia gerada a partir de fontes fósseis e da biomassa, que geram maior efeito estufa. O artigo questiona até que ponto o sistema elétrico brasileiro é, de fato, renovável, limpo e socialmente justo. Um experimento de geração de energia solar com famílias de agricultores familiares no Semiárido nordestino é apresentado como possível modelo para uma adaptação da matriz energética, com base nas seguranças hídrica, energética, alimentar e socioambiental de populações vulneráveis. Lições tiradas do experimento apontam para o imperativo da integração de ações governamentais, que geralmente se dão de forma fragmentada e, por vezes, contraditória.
  • Publicação
    Infra-Estrutura Econômica : Sistema de Informações Geo-Referenciadas : etapa II : montagem da base de dados : consultor sênior
    (Ipea, 2004) Yamashita, Yaeko; Magalhães, Marcos Thadeu Queiroz; Lima, Alessandra Brandão Souza; Rios, Mariana França; Yaeko Yamashita; Marcos Thadeu Q. Magalhães; Alessandra Brandão Souza Lima; Mariana França Rios
    O relatório final do projeto “Infra-Estrutura: Sistema de Informações Geo-Referenciadas (2ª Etapa)”, desenvolvido para o Instituto de Pesquisa Econômica Aplicada (Ipea), apresenta a continuidade da primeira fase, que havia mapeado informações sobre infraestrutura econômica e definido a arquitetura do banco de dados e seus indicadores. Nesta segunda etapa, foi realizada a montagem da base de dados referente à dotação de infraestrutura, abrangendo os temas energia, recursos hídricos, geopolítica, transportes e comunicações, além da disponibilização pública dos resultados por meio de uma página na internet, com mapas temáticos em formatos de imagem e PDF. Os dados foram organizados em arquivos .SHP (ESRI Shapefile), compatíveis com sistemas de informação geográfica (SIG), e acompanhados de metadados detalhados.
  • Publicação
    Infra-Estrutura Econômica : Sistema de Informações Geo-Referenciadas : etapa II : montagem da base de dados : consultor máster
    (Ipea, 2004) Magalhães, Marcos Thadeu Queiroz; Lima, Alessandra Brandão Souza; Rios, Mariana França; Marcos Thadeu Q. Magalhães; Alessandra Brandão Souza Lima; Mariana França Rios
    O relatório final do projeto “Infra-Estrutura: Sistema de Informações Geo-Referenciadas (2ª Etapa)”, desenvolvido para o Instituto de Pesquisa Econômica Aplicada (Ipea), apresenta a continuidade da primeira fase, que havia mapeado informações sobre infraestrutura econômica e definido a arquitetura do banco de dados e seus indicadores. Nesta segunda etapa, foi realizada a montagem da base de dados referente à dotação de infraestrutura, abrangendo os temas energia, recursos hídricos, geopolítica, transportes e comunicações, além da disponibilização pública dos resultados por meio de uma página na internet, com mapas temáticos em formatos de imagem e PDF. Os dados foram organizados em arquivos .SHP (ESRI Shapefile), compatíveis com sistemas de informação geográfica (SIG), e acompanhados de metadados detalhados.
  • Serie
    Infra-Estrutura Econômica : Sistema de Informações Geo-Referenciadas : etapa II : montagem da base de dados
    (Ipea) Yamashita, Yaeko; Instituto de Pesquisa Econômica Aplicada
    O relatório final do projeto “Infra-Estrutura: Sistema de Informações Geo-Referenciadas (2ª Etapa)”, desenvolvido para o Instituto de Pesquisa Econômica Aplicada (Ipea), apresenta a continuidade da primeira fase, que havia mapeado informações sobre infraestrutura econômica e definido a arquitetura do banco de dados e seus indicadores. Nesta segunda etapa, foi realizada a montagem da base de dados referente à dotação de infraestrutura, abrangendo os temas energia, recursos hídricos, geopolítica, transportes e comunicações, além da disponibilização pública dos resultados por meio de uma página na internet, com mapas temáticos em formatos de imagem e PDF. Os dados foram organizados em arquivos .SHP (ESRI Shapefile), compatíveis com sistemas de informação geográfica (SIG), e acompanhados de metadados detalhados.
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