Publicação: Desenvolvimentismo, conflito e conciliação de interesses na política de construção de hidrelétricas na Amazônia brasileira
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Resumo
Analisa como o Estado brasileiro, em um contexto de democracia consolidada, lida com conflitos e negociações na política de construção de grandes hidrelétricas na Amazônia, com foco comparativo entre a UHE Tucuruí (executada sob autoritarismo, nos anos 1970–80) e o complexo e contencioso caso de Belo Monte. O texto mostra que o atual arranjo político-institucional — marcado por ampla legislação ambiental, licenciamento, audiências públicas, atuação do Ministério Público e participação de órgãos como Ibama, Funai, ANA e Aneel — criou mais transparência e oportunidades de manifestação social, resultando em melhorias técnicas, sociais e ambientais no desenho dos projetos. Contudo, evidencia também limitações: decisões continuam concentradas no setor elétrico; o Legislativo não cumpre plenamente o papel de garantir oitivas indígenas; o licenciamento é fragilizado por pressões políticas; e a fase ambiental funciona como arena de conflito, mas com baixa capacidade de resolução. Assim, embora o novo arranjo seja mais democrático e inclusivo, permanece pouco eficaz na conciliação de interesses divergentes, gerando judicialização, atrasos e baixa legitimidade social para hidrelétricas como Belo Monte.
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PEREIRA, Ana Karine. Desenvolvimentismo, conflito e conciliação de interesses na política de construção de hidrelétricas na Amazônia brasileira. In: GOMIDE, Alexandre de Ávila; PIRES, Roberto Rocha C. (ed.). Capacidades estatais e democracia: arranjos institucionais de políticas públicas. Brasília: Instituto de Pesquisa Econômica Aplicada (Ipea), 2014. p. 161‑185. Disponível em: https://repositorio.ipea.gov.br/handle/11058/19857
